Introdução ao Estudo da História.
“Fabricador de instrumentos de trabalho, de habitações, de culturas e sociedades, o homem é também agente transformador da história. Mas qual será o lugar do homem na história e o da história na vida do homem?”
Interpretação para produzir conhecimento – Problemas – Objeto – Metodologia – Fontes.
A história foi estudada em várias épocas, começando pela:
Pré-Clássica com Homero e Hesíodo.
Época Clássica com Heródoto de Halicarmassa (+ ou – 485, 425 aC).
Tucidides de Atenas (+ ou – 470, 400 aC).
Xenofonte (+ ou – 430, 354 a.C).
Éforo (+ ou – 408, 330 aC).
Teopampo (+ ou – 376, 320 aC).
Políbio de Magalópolis (+ ou – 201, 120 aC).
Historiografia Romana – no período Pré – Clássico, analistas registram tudo o que aconteceu durante o ano, um registro de dados e acontecimentos.
Na era clássica – salienta-se Caio Júlio Cesar – (100 – 44), contou como historiador as suas batalhas e conquistas. Fonte de informação que faz com que a história seja travestida. Gaio Salústio Crispo – (87-35), a história é uma imitação na medida em que tenta apresentar uma história política, onde o historiador quer explicar a sua Roma, interpretação da História de Roma. Cornélio Nepos – (94 – 24), falava da vida e escrevia sobre as pessoas, a história da vida dos grandes chefes, figuras ilustres, gregos; somente agora pode-se fazer história de uma pessoa que não é tão importante, antigamente apenas figuras ilustres. Marco Terêncio – (116 – 27), historiador, catador de documentos, erudito, conhece muito de tudo, escrevia enciclopédias sobre vários assuntos, enfatizava a informação e anulava a interpretação.
Tito Lívio – (59 aC – 12 dC), historiador romano importantíssimo, começou a escrever toda a história de Roma, escrevia tudo: religião, política, e etc... preocupava-se muito e enfatizava a história da política, política, política, preocupação patriótica que diz valorizar o passado, para mostrar ao presente como seu país era patriota. Tácito – (55 – 120 dC), historiador psicólogo, na medida que estuda internamente e considera valores morais, além de ser partidário em um sistema republicano, analista político e pessimista no presente, não é previsão, é um processo romano que está fragilizando o sistema político, criticando o presente.
Epígonos – foi um período em que a política fica parada, passam a retomar as histórias, momento em que a história universal passa a servir no nosso presente.
Bárbaros – história local – que viviam em todas as fronteiras de Roma, histórias locais explicam-se por outros motivos, Militarismo, Unidade Administrativa, Centralização Política, pela Grécia e Roma possuírem isso é que atraía os ataques bárbaros, a partir daqui acontece a decadência do Império Romano, encerra-se a Idade Média.
Historiografia na Idade Média – Baixo Império com Paulo Orósio e Fulgêncio ambos praticando histórias universais e na Alta Idade Média - Compêndios com Públio Ânio Floro (séc. II) e Marcos Juniano Justino (séc. II e III), e as Crônicas com Otão de Frysing (Alemão), Geoffroi de Villehardovim (Francês), Jean Froissant (Francês) e Fernão Lopes (Português). Humanismo.
Historiografia Renascentista (XIV – XVI), o homem é o centro do universo onde a religião, a política e etc... vai se desenvolver. A centralização na mão de um Rei, chama-se renascimento por que vem das trevas, a cultura vem dos mosteiros, tudo passa a mudar, buscando na Grécia novas críticas com objetivo de criar novo padrão historiográfico onde o novo traz novas interpretações. Filosofia humanista por se preocupar com o homem e o que ele faz. Um mundo que desenvolve-se intelectualmente e trás avanço técnico e científico, toda a pesquisa era interpretada com desvirtuar moral, o momento histórico tem diferentes acontecimentos que mudam e se sucedem, o mundo de agora é muito maior do que o de antes. O grande nome da historiografia é Nícolas Maquiavel.
Historiografia Apologética – Mathias Vlavich (1520 – 1575), e César Barônio (1538 – 1607).
Signos da Modernidade ( séc. XV – XVIII).
Centralização do Poder (Monarquia Absolutista).
Converte-se para despotismo esclarecido, o rei busca apoio com ministros, assessores. O rei se apaga dando espaço ao 1º ministro que jura fidelidade, e ele não se preocupa mais, mas o poder continua centralizado.
Crescimento do Comércio (Mercantilismo).
O sistema de mercantilismo continua mas a burguesia quebra a aliança com o rei, no Séc. XIX leva ao surgimento do liberalismo.
Avanço Técnico e Científico.
Aumento da circulação e do consumo do conhecimento através das enciclopédias no Séc. XVIII.
Aliança Trono – Altar. ( a igreja sustenta os objetivos do Rei, assim como ele sustenta a igreja – o que o Rei faz a igreja deixa, o que a igreja faz o Rei deixa, o rei exercendo o poder em nome de Deus.). será substituído pelo Iluminismo que leva ao Racionalismo, o que era patrimônio da igreja, passa a ser do estado (laiscização dos bens da igreja), essa perseguição de monarcas a estes religiosos é eliminar a ameaça de que eles dominem o poder, por terem desenvolvimento espiritual e influências maiores para que o povo aproxime-se com mais facilidade da igreja do que com o rei. Até 1750 isto é constante e permanente.
Iluminismo e Racionalismo – um monarca que além de ser rei, ele é um estudioso e sustenta o desenvolvimento de artistas assim passam a se ilustrar, este conhecimento vai ser o Racionalismo e vai tentar explicar-se, vai sustentar o liberalismo. Segue linearmente ao positivismo, condiciona-se o processo histórico. Segundo Augusto Comte, o pai do positivismo, a historiografia moderna aprofunda a crítica Racionalista, através de uma crítica rigorosa das fontes.
História Moderna – (+ ou – 1850), Marxismo e Materialismo Histórico – Mudança Social – Abordagem Global e Estrutural infra e super. No Sistema Econômico, infra estrutura dos meios de vida. A Super Estrutura - Instituições Políticas, Ideológicas, Religiosas.
Conceitos Históricos são para serem usado em várias situações no Marxismo como: Modo de Produção, organiza a infra estrutura usada em diferentes sociedades. Relações de Produção, parte do conceito econômico para explicar as relações de produção. Dialética, tese, antítese e síntese relacionando com os conceitos históricos, tudo que é material existe salário, trabalho, não tem nada sobre natural. Em qualquer uma destas circunstâncias sempre vão repetir e acontecer, sempre terá um chefe, um dono, um sistema econômico.
ESCOLA DOS ANNALES – Séc. XX – (1930) – o materialismo histórico vai renovar-se através da escola dos Annales, a historia total (política, religião, etc.), será uma história científica, interpretativa pelos conceitos, explicativa por fatos que podem ser comparados e preparados, a pesquisa dos Annales se amplia em objetos, técnicas, pesquisas e análises, um dos trabalhos que vai fundar os Annales – os reis TAUMA TURGOS – MARC BLOCH.
O tempo – precisa de mais recursos para estudar o tempo, A HISTÓRIA – PROBLEMA, novos objetos, novos problemas, novas abordagens. A NOVA HISTÓRIA.
Objeto – é o que se estuda, a história que limitava, o estudo sobre EX.: a religião, os reis, estuda-se os súditos dos reis, para se chegar aos objetos á que pensar em um problema e chegar a uma interpretação – esta é uma das histórias.
Abordagens – é como se chega a um problema.
Crítica – é o que não existia a proposta de demonstrar os novos conflitos, os novos problemas.
fonte: arquivo pessoal.
Aula da Prof. Vanessa.
“Fabricador de instrumentos de trabalho, de habitações, de culturas e sociedades, o homem é também agente transformador da história. Mas qual será o lugar do homem na história e o da história na vida do homem?”
Interpretação para produzir conhecimento – Problemas – Objeto – Metodologia – Fontes.
A história foi estudada em várias épocas, começando pela:
Pré-Clássica com Homero e Hesíodo.
Época Clássica com Heródoto de Halicarmassa (+ ou – 485, 425 aC).
Tucidides de Atenas (+ ou – 470, 400 aC).
Xenofonte (+ ou – 430, 354 a.C).
Éforo (+ ou – 408, 330 aC).
Teopampo (+ ou – 376, 320 aC).
Políbio de Magalópolis (+ ou – 201, 120 aC).
Historiografia Romana – no período Pré – Clássico, analistas registram tudo o que aconteceu durante o ano, um registro de dados e acontecimentos.
Na era clássica – salienta-se Caio Júlio Cesar – (100 – 44), contou como historiador as suas batalhas e conquistas. Fonte de informação que faz com que a história seja travestida. Gaio Salústio Crispo – (87-35), a história é uma imitação na medida em que tenta apresentar uma história política, onde o historiador quer explicar a sua Roma, interpretação da História de Roma. Cornélio Nepos – (94 – 24), falava da vida e escrevia sobre as pessoas, a história da vida dos grandes chefes, figuras ilustres, gregos; somente agora pode-se fazer história de uma pessoa que não é tão importante, antigamente apenas figuras ilustres. Marco Terêncio – (116 – 27), historiador, catador de documentos, erudito, conhece muito de tudo, escrevia enciclopédias sobre vários assuntos, enfatizava a informação e anulava a interpretação.
Tito Lívio – (59 aC – 12 dC), historiador romano importantíssimo, começou a escrever toda a história de Roma, escrevia tudo: religião, política, e etc... preocupava-se muito e enfatizava a história da política, política, política, preocupação patriótica que diz valorizar o passado, para mostrar ao presente como seu país era patriota. Tácito – (55 – 120 dC), historiador psicólogo, na medida que estuda internamente e considera valores morais, além de ser partidário em um sistema republicano, analista político e pessimista no presente, não é previsão, é um processo romano que está fragilizando o sistema político, criticando o presente.
Epígonos – foi um período em que a política fica parada, passam a retomar as histórias, momento em que a história universal passa a servir no nosso presente.
Bárbaros – história local – que viviam em todas as fronteiras de Roma, histórias locais explicam-se por outros motivos, Militarismo, Unidade Administrativa, Centralização Política, pela Grécia e Roma possuírem isso é que atraía os ataques bárbaros, a partir daqui acontece a decadência do Império Romano, encerra-se a Idade Média.
Historiografia na Idade Média – Baixo Império com Paulo Orósio e Fulgêncio ambos praticando histórias universais e na Alta Idade Média - Compêndios com Públio Ânio Floro (séc. II) e Marcos Juniano Justino (séc. II e III), e as Crônicas com Otão de Frysing (Alemão), Geoffroi de Villehardovim (Francês), Jean Froissant (Francês) e Fernão Lopes (Português). Humanismo.
Historiografia Renascentista (XIV – XVI), o homem é o centro do universo onde a religião, a política e etc... vai se desenvolver. A centralização na mão de um Rei, chama-se renascimento por que vem das trevas, a cultura vem dos mosteiros, tudo passa a mudar, buscando na Grécia novas críticas com objetivo de criar novo padrão historiográfico onde o novo traz novas interpretações. Filosofia humanista por se preocupar com o homem e o que ele faz. Um mundo que desenvolve-se intelectualmente e trás avanço técnico e científico, toda a pesquisa era interpretada com desvirtuar moral, o momento histórico tem diferentes acontecimentos que mudam e se sucedem, o mundo de agora é muito maior do que o de antes. O grande nome da historiografia é Nícolas Maquiavel.
Historiografia Apologética – Mathias Vlavich (1520 – 1575), e César Barônio (1538 – 1607).
Signos da Modernidade ( séc. XV – XVIII).
Centralização do Poder (Monarquia Absolutista).
Converte-se para despotismo esclarecido, o rei busca apoio com ministros, assessores. O rei se apaga dando espaço ao 1º ministro que jura fidelidade, e ele não se preocupa mais, mas o poder continua centralizado.
Crescimento do Comércio (Mercantilismo).
O sistema de mercantilismo continua mas a burguesia quebra a aliança com o rei, no Séc. XIX leva ao surgimento do liberalismo.
Avanço Técnico e Científico.
Aumento da circulação e do consumo do conhecimento através das enciclopédias no Séc. XVIII.
Aliança Trono – Altar. ( a igreja sustenta os objetivos do Rei, assim como ele sustenta a igreja – o que o Rei faz a igreja deixa, o que a igreja faz o Rei deixa, o rei exercendo o poder em nome de Deus.). será substituído pelo Iluminismo que leva ao Racionalismo, o que era patrimônio da igreja, passa a ser do estado (laiscização dos bens da igreja), essa perseguição de monarcas a estes religiosos é eliminar a ameaça de que eles dominem o poder, por terem desenvolvimento espiritual e influências maiores para que o povo aproxime-se com mais facilidade da igreja do que com o rei. Até 1750 isto é constante e permanente.
Iluminismo e Racionalismo – um monarca que além de ser rei, ele é um estudioso e sustenta o desenvolvimento de artistas assim passam a se ilustrar, este conhecimento vai ser o Racionalismo e vai tentar explicar-se, vai sustentar o liberalismo. Segue linearmente ao positivismo, condiciona-se o processo histórico. Segundo Augusto Comte, o pai do positivismo, a historiografia moderna aprofunda a crítica Racionalista, através de uma crítica rigorosa das fontes.
História Moderna – (+ ou – 1850), Marxismo e Materialismo Histórico – Mudança Social – Abordagem Global e Estrutural infra e super. No Sistema Econômico, infra estrutura dos meios de vida. A Super Estrutura - Instituições Políticas, Ideológicas, Religiosas.
Conceitos Históricos são para serem usado em várias situações no Marxismo como: Modo de Produção, organiza a infra estrutura usada em diferentes sociedades. Relações de Produção, parte do conceito econômico para explicar as relações de produção. Dialética, tese, antítese e síntese relacionando com os conceitos históricos, tudo que é material existe salário, trabalho, não tem nada sobre natural. Em qualquer uma destas circunstâncias sempre vão repetir e acontecer, sempre terá um chefe, um dono, um sistema econômico.
ESCOLA DOS ANNALES – Séc. XX – (1930) – o materialismo histórico vai renovar-se através da escola dos Annales, a historia total (política, religião, etc.), será uma história científica, interpretativa pelos conceitos, explicativa por fatos que podem ser comparados e preparados, a pesquisa dos Annales se amplia em objetos, técnicas, pesquisas e análises, um dos trabalhos que vai fundar os Annales – os reis TAUMA TURGOS – MARC BLOCH.
O tempo – precisa de mais recursos para estudar o tempo, A HISTÓRIA – PROBLEMA, novos objetos, novos problemas, novas abordagens. A NOVA HISTÓRIA.
Objeto – é o que se estuda, a história que limitava, o estudo sobre EX.: a religião, os reis, estuda-se os súditos dos reis, para se chegar aos objetos á que pensar em um problema e chegar a uma interpretação – esta é uma das histórias.
Abordagens – é como se chega a um problema.
Crítica – é o que não existia a proposta de demonstrar os novos conflitos, os novos problemas.
fonte: arquivo pessoal.
Aula da Prof. Vanessa.

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