DOIS TRENS DO SÉCULO 19 SÃO RETIRADOS DE RIO NA NOVA ZELÂNDIA






Um novo estudo, assinado por cientistas da Universidade Anglia Ruskin, da Grã-Bretanha, apontou quais seriam os destinos nos quais as pessoas poderiam sobreviver a um eventual colapso da civilização. Essa catástrofe poderia acontecer devido a mudanças climáticas, a uma pandemia, a uma crise financeira ou a outro cataclismo. Segundo os pesquisadores, cenários do tipo não estariam distantes, pois a humanidade vive "um momento perigoso" que está relacionado à sociedade altamente interconectada e aos danos ambientais provocados pelo uso intensivo de energia.
Para avaliar os países mais bem preparados para enfrentar um colapso, os pesquisadores levaram em conta fatores como a capacidade de cultivar alimentos para a população; de proteger suas fronteiras da migração em massa indesejada; de produzir e distribuir eletricidade; e de manter um mínimo de manufaturas. Os locais que tiveram melhor avaliação ficam em regiões temperadas e principalmente com baixa densidade populacional ficaram no topo da lista de melhores lugares para se refugiar de uma catástrofe global.

Auckland, Nova Zelândia
De acordo com os pesquisadores, o melhor lugar para sobreviver a um colapso da civilização seria a Nova Zelândia. O país poderia passar relativamente incólume a uma catástrofe devido à sua energia geotérmica e hidrelétrica, terras agrícolas abundantes e baixa densidade populacional. Logo atrás na lista de locais com maior capacidade para enfrentar crises globais, estão a Islândia, o Reino Unido, a Tasmânia e a Irlanda.
Os cinco locais foram considerados os mais adequados para manter níveis mais elevados de "complexidade" social, tecnológica e organizacional dentro de suas próprias fronteiras em caso de colapso global. Todos eles são ilhas ou continentes insulares, o que significa que estão separados de grandes populações. Essas localidades também têm baixa temperatura e, portanto, enfrentam climas relativamente estáveis, apesar dos efeitos das mudanças climáticas.
Fontes: The Guardian e Daily Mail
Imagens: iStock