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quinta-feira, 5 de março de 2020

2 trens so século XIX são retirados de rio na Nova Zelândia.

DOIS TRENS DO SÉCULO 19 SÃO RETIRADOS DE RIO NA NOVA ZELÂNDIA

Após seis anos de esforços, as locomotivas inglesas bem preservadas, de 34 toneladas, foram extraídas de dentro d'água
ANDRÉ NOGUEIRA PUBLICADO EM 05/03/2020
Segunda locomotiva
Segunda locomotiva - Lumsden Heritage Trust
Após anos de esforços absurdos, duas locomotivas de origem inglesa, Classe V, foram retiradas de um rio, o Oreti, onde foram encontradas, na Nova Zelândia. As máquinas são de 1885 e estavam consideravelmente preservadas e deram grande trabalho, pois pesam 34 toneladas.
Os veículos foram desenvolvidos para a estrada de ferro New Zealand Rail, empresa neocolonial cuja fábrica estava em Manchester. Sua operação abrangia mercadorias e passageiros em viagens domésticas, mas a máquina acabou se tornando obsoleta em tamanho e preço de custeio, sendo aposentada em 1927.
Locomotiva Classe V / Crédito: Lumsden Heritage Trust

Então, os objetos foram lançados dentro do rio como forma de descarte, ficando por lá até o início desse ano. A primeira locomotiva, que necessitou de anos de estudos para que fosse levada à superfície, foi recuperada em janeiro, enquanto a extração da segunda ocorreu apenas na virada de fevereiro para o mês de março.
Em menos de dois meses, os objetos já se tornaram ponto turístico da região. Colocadas uma ao lado da outra, sob supervisão do Conselho Patrimonial da área (Lumsden), as máquinas já atrairam uma série de viajantes ingleses. Os responsáveis pelo órgão pretendem empreender um profundo trabalho de restauração e conservação dos trens.

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Fóssil de pinguim com a altura de uma pessoa é encontrado na Nova Zelândia.


A espécie tinha 1,6 metro de altura e costumava nadar nos oceanos do hemisfério sul do planeta há milhões de anos
15/08/2019 - POR REDAÇÃO GALILEU


CROSSVALLIA WAIPARENSIS TINHA O TAMANHO DE UMA PESSOA: CERCA DE 1,6 METROS (FOTO: CANTERBURY MUSEUM).

Na cidade de Waipara, na Nova Zelândia, arqueólogos encontraram fósseis de uma nova espécie de pinguim gigante (Crossvallia waiparensis) que viveu há milhões de anos, durante o período conhecido como Paleoceno, entre 65 e 55 milhões de anos atrás. O animal tinha o tamanho de uma pessoa (1,6 metro) e pesava 80 quilos— índice 4 vezes superior ao pinguim-imperador, maior espécie viva atualmente. 
Ao jornal The Guardian, a curadora do Canterbury Museum, Vanesa De Pietri, contou que a descoberta do fóssil é uma evidência das proporções bem avantajadas desses pinguins ancestrais. Após analisarem os ossos que seriam das pernas dos pinguins gigantes, os pesquisadores notaram que as patas ajudavam as aves a nadarem. Depois de um tempo, os pinguins teriam deixado os oceanos do hemisfério sul com a chegada de outros animais como focas e baleias, que representavam grande competição no ecossistema marinho.

A-L: OSSOS DAS PERNAS DO PINGUIM CROSSVALLIA WAIPARENSIS M‒O: RESTOS DO ÚMERO ESQUERDO ( UM OSSO QUE SE LOCALIZA NO BRAÇO ) (FOTO: VANESA DE PIETRI ET AL).

“A partir daquela época, eles evoluíram rapidamente”, explicou o curador Paul Scofield, ao canal BBC. “As temperaturas da água na Nova Zelândia eram ideais naquele tempo, cerca de 25ºC, sendo que agora é de 8ºC.”
Quando a espécie recém-descoberta ainda vivia, a Nova Zelândia era unida geologicamente à Austrália. Alguns cientistas suspeitam que essa união também englobava a Antártida. Essa relação foi descoberta através das similaridades entre espécies das duas regiões. No caso do pinguim gigante, ele é parecido com o Crossvallia unienwillia, cujos fósseis foram encontrados na Antártida no ano 2000.
Nossa fonte: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/Arqueologia/noticia/2019/08/fossil-de-pinguim-com-altura-de-uma-pessoa-e-encontrado-na-nova-zelandia

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Ossos de pinguim maior que seres humanos são encontrados na Nova Zelândia.

Ossos de pinguim maior que seres humanos são encontrados na Nova Zelândia


Com informações de ScienceAlert.
Pesquisadores encontraram ossos de uma espécie até então desconhecida de pinguins na Nova Zelândia. Os restos mortais dessa espécie eram tão grandes que os especialistas tiveram dificuldades em identificar a qual animal pertenciam.
A espécie foi nomeada Kumimanu biceae, e poderia medir incríveis 1,65 metros de altura quando em pé, e 1,77 metros de largura ao nadar. Estima-se que esses pinguins tenham vivido há 56-60 milhões de anos. O peso dessas criaturas poderia chegar aos 100kg. Ainda assim, a espécie recém descoberta não é maior entre os pinguins. Isso porque os Palaeeudyptes klekowskii podiam medir até 2 metros de altura, e pesar 115kg.

G Mayr/Senckenberg Research Institute

Mas se esta espécie não é a maior já descoberta, ela pelo menos ostenta o título de espécie mais antiga de “pinguim gigante” descoberta na história, de acordo com o curador do museu Te Papa, Alan Tennyson, que encontrou a primeira parte do esqueleto em 2004. “Trata-se de um pinguim que desafia o maior fóssil já encontrado até então no Paleoceno, e pode indicar que o gigantismo entre pinguins chegou logo depois de que esses pássaros se transformaram em nadadores incapazes de voar”, escreveram os pesquisadores por trás da descoberta.
Os ossos encontrados por Tennyson estava em meio a uma série de rochas em Otago, na Nova Zelândia. O trabalho de retirar os ossos da pedra não foi fácil, e commeçou apenas em 2015. O nome da nova espécie, Kumimanu, significa “pássaro monstruoso” na língua do povo Maori (nativos da Nova Zelândia).
“(Esse animal) deve ter sido muito impressionante, maior que muitas pessoas, muito sólido e musculoso, capaz de suportar frequentes mergulhos para capturar suas presas. Não era uma ave que pudesse ser capturada viva. Era provavelmente mais forte que muitos humanos”.
A pesquisa foi publicada no Nature Communications.

nossa fonte: https://climatologiageografica.com/ossos-de-pinguim-maior-que-seres-humanos-sao-encontrados-na-nova-zelandia/

domingo, 9 de julho de 2017

Esplanadas rosadas. Oitava maravilha do mundo é encontrada de pois de 131 anos.

NOTICIAS

quarta-feira, 13 de janeiro de 1993

Austrália e Nova Zelândia: Povos e Países 43.




Fonte: Austrália Nova Zelândia. Coleção: Povos e Países 43, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1973.

terça-feira, 12 de janeiro de 1993

Austrália e Nova Zelândia: Povos e Países 44.





Fonte: Austrália Nova Zelândia. Coleção: Povos e Países 44, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1973.

 

domingo, 10 de maio de 1992

Estudo aponta o melhor local para sobreviver ao colapso da civilização.

CATÁSTROFES
Para os pesquisadores, a humanidade corre riscos reais de enfrentar uma grande catástrofe global
Por: HISTORY Brasil

Um novo estudo, assinado por cientistas da Universidade Anglia Ruskin, da Grã-Bretanha, apontou quais seriam os destinos nos quais as pessoas poderiam sobreviver a um eventual colapso da civilização. Essa catástrofe poderia acontecer devido a mudanças climáticas, a uma pandemia, a uma crise financeira ou a outro cataclismo. Segundo os pesquisadores, cenários do tipo não estariam distantes, pois a humanidade vive "um momento perigoso" que está relacionado à sociedade altamente interconectada e aos danos ambientais provocados pelo uso intensivo de energia.

Melhores locais para enfrentar uma catástrofe global

Para avaliar os países mais bem preparados para enfrentar um colapso, os pesquisadores levaram em conta fatores como a capacidade de cultivar alimentos para a população; de proteger suas fronteiras da migração em massa indesejada; de produzir e distribuir eletricidade; e de manter um mínimo de manufaturas. Os locais que tiveram melhor avaliação ficam em regiões temperadas e principalmente com baixa densidade populacional ficaram no topo da lista de melhores lugares para se refugiar de uma catástrofe global.


Auckland, Nova Zelândia

De acordo com os pesquisadores, o melhor lugar para sobreviver a um colapso da civilização seria a Nova Zelândia. O país poderia passar relativamente incólume a uma catástrofe devido à sua energia geotérmica e hidrelétrica, terras agrícolas abundantes e baixa densidade populacional. Logo atrás na lista de locais com maior capacidade para enfrentar crises globais, estão a Islândia, o Reino Unido, a Tasmânia e a Irlanda.

Os cinco locais foram considerados os mais adequados para manter níveis mais elevados de "complexidade" social, tecnológica e organizacional dentro de suas próprias fronteiras em caso de colapso global. Todos eles são ilhas ou continentes insulares, o que significa que estão separados de grandes populações. Essas localidades também têm baixa temperatura e, portanto, enfrentam climas relativamente estáveis, apesar dos efeitos das mudanças climáticas.

Fontes: The Guardian e Daily Mail

Imagens: iStock