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sexta-feira, 27 de agosto de 2021

O segundo maior lago da Bolívia se transformou em um deserto.

MEIO AMBIENTE
Especialistas acreditam que a situação do Lago Poopó é praticamente irreversível
Por: HISTORY Brasil

Após o lago Titicaca, que divide o Peru e a Bolívia, o Poopó é o segundo maior lago boliviano. Hoje, o espelho d’água deu lugar a um deserto, um fenômeno que os especialistas consideram praticamente irreversível. Mas quais seriam as causas do problema?

Lago Poopó virou deserto

Atualmente, pouco resta do Poopó, que já foi fonte de subsistência para a região de Oruro. Durante muito tempo, moradores da área pescavam no local e utilizavam suas margens para plantar. Mas o lago secou após décadas de desvio de água para atender às necessidades regionais de irrigação. O clima quente e seco também contribui para a provável irreversibilidade da situação.

Estudos indicam que a situação do lago piora a cada ano. Os especialistas afirmam que a região andina supera o aumento de temperatura médio mundial, especialmente durante o dia, gerando maior evaporação.

Os cientistas consideram que o lago Poopó já não é mais funcional, devido à seca ciclicamente frequente, o que inibe a proliferação da fauna e da flora locais. Enquanto isso, as comunidades que tradicionalmente viveram em suas margens estão abandonando o local." Nossas famílias decidiram sair da ilha, já que não podemos sobreviver sem água, já não há vida”, disse Benedicta Uguera, uma moradora da localidade de Untavi.


Fonte:  El País

Imagens: Lovisa Selander, via Wikimedia Commons e Chiliguanca, via flickr (CC BY-SA)

sábado, 31 de agosto de 2019

Museu dos Estados Unidos devolve múmia de "princesa" inca para a Bolívia.

CIVILIZAÇÕES PRÉ-COLOMBIANAS

Um museu dos Estados Unidos devolveu para a Bolívia uma múmia que estava em seu acervo há 129 anos. Os restos mortais pertenciam a uma menina inca que morreu com cerca de oito anos de idade e era conhecida como Ñusta (ou "princesa", no idioma Quechua). Apesar de seu nome, não há nada que comprove que ela era um membro da realeza.
A múmia de Ñusta havia sido doada em 1890 ao Museu da Universidade do Estado de Michigan pelo cônsul do Chile nos Estados Unidos. Ela era originária de uma região ao sul de La Paz, na Bolívia, e estava depositada em uma tumba de pedra. Junto dela havia vários apetrechos, como bolsas, um pequeno pote de barro, sandálias, miçangas, penas e vários tipos de plantas, como milho, feijão, gramíneas e coca.
"É possível que a garota fosse uma pessoa importante e que os objetos que estavam com ela tivessem uma importância sagrada, além de um propósito utilitário", disse William Lovis, professor emérito de antropologia da Universidade do Estado de Michigan. A iniciativa para a devolução da múmia partiu dele e teve o apoio da embaixada dos Estados Unidos na Bolívia. Wilma Alanoca, ministra da cultura boliviana, disse que seu país tem aumentado os esforços para recuperar artefatos arqueológicos retirados muitas vezes de forma ilegal de lá.
Testes de carbono indicam que a múmia data da segunda metade do século XV, antes do contato dos invasores espanhóis com os incas. Pesquisadores acreditam que a menina fazia parte de um grupo da etnia Aymara chamado Pacajes. Os especialistas levantam a hipótese de que ela pode ter sido vítima de um sacrifício para divindades incas. 
Imagem: Universidade do Estado de Michigan/Reprodução

domingo, 17 de dezembro de 2017

Ruínas de Tiwanaku ou Tiahuanaco - Bolívia.





Fonte: Revista Lugares Sinistros, Tiwanaku, páginas 46-49, São Paulo, sem data.


Lugares Sagrados - Tiahuanaco – Bolívia.


Lugares Sagrados - Tiahuanaco – Bolívia.


Lugares Sagrados - Tiahuanaco – Bolívia.


Lugares Sagrados - Tiahuanaco – Bolívia.

domingo, 19 de dezembro de 1993

Selos da Bolívia.


Correos de Bolívia. 5$b. 
Ano del centenário del litoral cautivo.
18 - 26 - IV - 79. - La Paz - 1979.
XVIII período de sesiones de Cepal.
Organizado por NN. UU. Y Min. 
Planeamiento Y Coordinacion de Bolívia.
R$ 20,00.


Correos de Bolívia - 10$b - la papelera S.A.
1ºs juegos deportivos Cruz del Sur - en La Paz.
Bolívia 3/12/novembro - 1978.
Dib. Luis A Aranda - Ginástica.
R$ 50,00.

Boa pesquisa.

 

quarta-feira, 6 de janeiro de 1993

A Cidade de Potosí, na Bolívia.


O desaparecimento das montanhas e suas riquezas na América Latina
No clássico livro As Veias Abertas da América Latina, o jornalista uruguaio Eduardo Galeano, afirmava que, no continente latino americano , a “riqueza da terra”, em muitas ocasiões, contrariando a hipoteca da determinação geográfica, significou também a “miséria do homem”.( Francisco
I - Potosi- Bolívia
Situada na Cordilheira dos Andes à altitude de 3967 metros, é uma das cidades mais altas do mundo e já foi considerada a cidade mais populosa do mundo . No século XVII, devido a exploração da prata, a cidade de Potosi foi comparada a Paris, devido à riqueza que circulava em suas ruas.
A verdade é a lenda misturaram-se na história dessa cidade . Segundo a lenda um pastor de lhamas perdeu um dos seus animais no anteplano. Procurou se animal todo o dia, sem sucesso. Com a aproximadade da noite se abrigou em uma das encostas do Cerro Rico. Ao acender uma fogueira, percebeu que algo brilhava entre as brasas. Pela manhã ele descobriu que o fogo havia fundido a prata que estava na superfície e misturada com as cinzas. A história conta que o Cerro Rico tinha tanta prata, que este mineral podia ser encontrado a olho nu, no solo.
Desde então essa montanha teria sido explorada pormihares de pessoas.
Primeiro foram os espanhóis em 1546. Em 1611, Potosi era a maior produtora de prata no mundo e sua população superava grandes capitais europeias. Nessa época 80%
No entanto, em 1825, parte da prata tinha se esgotado e sua população diminuído bastante.
No começo do século XX , a exploração do estanho se incrementou pela demanda mundial e como consequência, Potosi voltou a experimentar um crescimento importante.
A extração da prata começou a realizar com o trabalho indígenas. Muitos acabaram morrendo por doenças, acidentes com soterramento e queda das alturas que levou um padre que viveu à época , Frei Domingo de Santo Tomás, escrever: “Não é a prata o que se envia à Espanha, é o suor e sangue dos índios.
Potosi tem um vasto patrimônio arquitetônico. A Catedral de São Lourenço, a Casa da Moeda e a Universidade Tomás Frias, são admirados mundialmente e em 1987 passaram a ser Patrimônio Mundial da Unesco









Boa pesquisa.

 

quarta-feira, 16 de dezembro de 1992

Repúblicas Andinas: Povos e Países 21.





Fonte: Repúblicas Andinas. Coleção: Povos e Países 21, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1973.

Repúblicas Andinas ou América Andina, são um conjunto de países que são cortados pela Cordilheira dos Andes. São eles: A Bolívia, o Chile, a Colômbia, o Equador, o Peru e a Venezuela.

 


 

terça-feira, 15 de dezembro de 1992

Repúblicas Andinas: Povos e Países 22.





Fonte: Repúblicas Andinas. Coleção: Povos e Países 21, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1973.

Repúblicas Andinas ou América Andina, são um conjunto de países que são cortados pela Cordilheira dos Andes. São eles: A Bolívia, o Chile, a Colômbia, o Equador, o Peru e a Venezuela.