Mostrando postagens com marcador Homo Sapiens. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Homo Sapiens. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de março de 2022

Evidências do 1º Homo Sapiens da Europa são encontradas em caverna na França.


EVIDÊNCIAS DO 1º HOMO SAPIENS DA EUROPA SÃO ACHADAS EM CAVERNA FRANCESA
A última aparição dos neandertais que habitavam regiões da Eurásia é datada entre 40 e 42 mil anos atrás. Coincidentemente, registros encontrados na Itália e Bulgária sugerem que os Homo sapiens chegaram ao continente europeu entre 43 e 45 mil anos atrás.
A proximidade das datas leva os cientistas a acreditarem que a extinção da espécie ancestral está relacionada à chegada dos humanos modernos. Mas essa concepção pode estar errada.
Uma equipe liderada por pesquisadores da Universidade Toulouse-Jean Jaurès, na França, encontrou um dente de Homo sapiens na caverna francesa Grotte Mandrin, no Vale do Rhône, datado em 54 mil anos. O molar infantil é a evidência mais antiga de humanos modernos na Europa, e sugere que a espécie coexistiu por um longo período de tempo com os neandertais.
Isso porque, na mesma caverna, também foram encontrados oito dentes que pertenciam aos neandertais. Pode-se dizer que as evidências arqueológicas foram retiradas de diferentes camadas da terra, e cada camada indica uma época. O estudo completo foi publicado na revista Science Advances.
Os arqueólogos não sabem dizer se Homo sapiens e neandertais dividiram espaço na caverna, por exemplo. Porém, os achados sugerem que eles alternavam a ocupação.
Em 2010, a ciência descobriu que os humanos modernos carregavam uma pequena quantidade de DNA neandertal, o que indica que houve cruzamento entre espécies. Mas o molar francês ainda não passou por exame genético para conferir se ele é fruto da procriação entre grupos.
Além do dente, também foram encontradas na mesma camada ferramentas de pedra que parecem remeter ao Homo sapiens. Mesmo assim, há quem fique com um pé atrás frente a pesquisa.


 

sábado, 13 de junho de 2020

Arqueólogos descobrem pedaços de flecha de 48 mil anos no Sri Lanka.

ARQUEÓLOGOS DESCOBREM PEDAÇOS DE FLECHA DE 48 MIL ANOS NO SRI LANKA

Os objetos eram feitos com osso, pedra e dentes de animais caçados por Homo Sapiens
VANESSA CENTAMORI PUBLICADO EM 13/06/2020
Pedaços de flecha de 48 mil anos
Pedaços de flecha de 48 mil anos - Divulgação
Uma equipe internacional de pesquisadores desbravou a caverna Fa-Hien Lena, nas floretas úmidas do Sri Lanka, e fez um achado impressionante. Eles descobriram vários pedaços de flecha de 48 mil anos. Os objetos são feitos de osso, pedra e dentes de animais.
A descoberta representa a primeira evidência de caça com o uso de arco e flecha fora da África. Excluindo os estudos do continente africano, os achados mais antigos eram anteriormente de menos de 18 mil anos. 
Desta vez, as flechas encontradas trazem evidências de quais tipos de presas eram caçadas. Eram macacos pequenos e esquilos gigantes, segundo mostrou as pontas dos ossos. Os objetos, provavelmente, eram atirados em alta velocidade para atingir os animais, cujos ossos massacrados também foram descobertos. 
Contas achadas pelos arqueólogos no Sri Lanka / Crédito: Divulgação 

Mas, as descobertas ainda foram além. Os pesquisadores descobriram também instrumentos que parecem ter sido associados à pesca de água doce em córregos tropicais próximos, além de fibras coletadas para a fabricação de roupas. 
Segundo a líder do estudo, Michelle Langley, havia ainda indícios da produção de contas de concha. Elas eram "comercializadas a partir da costa, com uma idade semelhante a outros materiais de sinalização social encontrados na Eurásia e no sudeste da Ásia, há aproximadamente 45 mil anos", disse a pesquisadora. 
A ilha do Sri Lanka, onde foram feitos os achados, abriga os primeiros fósseis de nossa espécie, o Homo sapiens, no sul da Ásia. Também preserva evidências claras da ocupação humana fora da África, de 48 mil a 3 mil anos atrás. 

quarta-feira, 1 de abril de 2020

Crânio de 300 mil anos pode ser de hominídeo que viveu ao mesmo tempo que homo sapiens.

CRÂNIO DE 300 MIL ANOS PODE SER DE HOMINÍDEO QUE VIVEU AO MESMO TEMPO QUE HOMO SAPIENS

A espécie pode ter pertencido a uma "população fantasma" que existiu na África em um período semelhante ao do antepassado humano
ISABELA BARREIROS PUBLICADO EM 01/04/2020
O crânio de 300 mil anos encontrado na África Central
O crânio de 300 mil anos encontrado na África Central - Divulgação/Museu de História Natural
Um crânio de 300 mil anos, que foi encontrado há quase um século, em 1921, no sul da África central, pode revelar a existência de uma população de hominídeos que viveu ao mesmo tempo que o Homo sapiens. Pesquisadores publicaram um novo artigo na revista cientifica Nature com suas considerações sobre a espécie que pode ter pertencido a uma "população fantasma" na África.
De acordo com os cientistas, o enigmático fóssil pode ter se desenvolvido na mesma época em que o Homo sapiens começou a evoluir no continente africano. Assim, o H. heidelbergensis africano pode ter cruzado com antigo H. sapiens, possivelmente transmitindo uma pequena quantidade de DNA aos atuais africanos ocidentais.
“Agora podemos identificar pelo menos três linhagens [Homo] distintas e contemporâneas na África, cerca de 300 mil anos atrás, mas ainda não sabemos se nossa ancestralidade estava em grande parte ou totalmente contida na parte de H. sapiens dessa variação”, explica o paleoantropólogo Chris Stringer, do Museu de História Natural de Londres.
Por meio do estudo, os especialistas sugerem que populações diferentes, em distintas partes da África, teriam se misturado para gerar o H. sapiens. Ainda assim, a paleoantropóloga María Martinón-Torres, do Centro Nacional de Pesquisa em Evolução Humana afirma que "mas neste momento a imagem ainda está embaçada", revelando a necessidade de novas pesquisas sobre o tema.

terça-feira, 25 de fevereiro de 2020

Pesquisador descobre a relação sexual mais antiga entre espécies humanas extintas.

PESQUISADOR DESCOBRE A RELAÇÃO SEXUAL MAIS ANTIGA ENTRE ESPÉCIES HUMANAS EXTINTAS

Um estudo de três anos apresentou um inédito cruzamento, que teria ocorrido entre duas espécies pré-históricas
CAIO TORTAMANO PUBLICADO EM 25/02/2020
Reconstrução de rosto de Homo erectus
Reconstrução de rosto de Homo erectus - Divulgação
O antropólogo americano Alan Rogers, passou três anos pesquisando e analisando sequências genéticas em DNA de fósseis dos ancestrais dos Homo sapiens, e descobriu a mais antiga relação sexual já existente entre nossos antepassados.
O heidelbergensis é uma espécie que deu origem aos Denisovanos (descobertos recentemente e que figuram na nossa cadeia evolutiva) e evoluíram até os Neandertais — com DNA de ambos em nossas células atuais. Essa espécie teria cruzado com uma versão mais antiga do homo erectus.
Eles são nossos parentes mais antigos na cadeia evolutiva — como se representassem nossos avós, levando em consideração que nossos pais seriam os Neandertais.
Portanto, o fruto da relação entre os dois teria adquirido o DNA do Homo erectus, fazendo parte dos genes dos Denisovanos e dos Neandertais, ainda não alcançando os Homo sapiens geneticamente, tornando-o assim um parente muito distante.

quinta-feira, 16 de maio de 2019

Etiópia, país da África.


Bandeira da Etiópia.

A Etiópia é um país da África. Também é chamada de Chifre da África. Um dos locais de origem dos Homo Sapiens. A Capital é Adis Abeda. As línguas faladas são o inglês e idiomas regionais. A população urbana é de 17% e a rural é de 83%. A expectativa de vida é de 52 anos. O governo é uma monarquia parlamentar. A moeda é o Birr. Os pontos turísticos mais conhecidos são: Parque Samien, Lago Tana, Blue Nile FalFasil, Ghebbi, etc. A comida é bérbere. A Etiópia é a antiga Abssínia, um dos países mias antigos do mundo. Também é a terra de origem do café. A população é tão diversificada em grupos de 86 idiomas ativos e 2 extintos. Lá tem a temperatura mais alta do planeta com 34º graus constantes.   

Boa pesquisa.

nossa fonte: bandeirasnacionais.com, mundoeducacional.bol

quinta-feira, 26 de novembro de 1992

Caverna Bacho Kiro: Homo Sapiens enfrentaram climas subárticos.

Caverna Bacho Kiro: primeiros grupos de Homo sapiens na Europa enfrentaram climas subárticos

Usando a análise de isótopos estáveis ​​de oxigênio do esmalte dentário de animais massacrados por humanos no local da Caverna Bacho Kiro, na Bulgária, os pesquisadores de Max Planck mostram que grupos humanos pertencentes a uma onda inicial de dispersão de nossa espécie na Europa foram enfrentaram condições climáticas muito frias enquanto ocupavam a caverna entre cerca de 46.000 e 43.000 anos atrás.

Caverna Bacho Kiro – interior, Bulgária. fonte

Vestígios arqueológicos na caverna Bacho Kiro representam atualmente os mais antigos remanescentes conhecidos do Paleolítico Superior Homo sapiens na Europa e, assim, abrem uma janela única para a época em que nossa espécie começou a se mover para fora do Levante e se estabelecer nas latitudes médias da Eurásia como parte de um fenômeno arqueológico denominado Paleolítico Superior Inicial.

O processo como nossa espécie se dispersou em novos ambientes naquela época representa um importante ponto de viragem evolucionário que, em última análise, levou o Homo sapiens a povoar todos os continentes e a uma grande diversidade de zonas climáticas e ambientes. Os mecanismos que facilitaram as ondas iniciais de expansão permanecem debatidos, mas a maioria dos modelos baseados na correlação de sítios arqueológicos com arquivos climáticos espacialmente distantes indicou até agora que grupos humanos dependiam de condições climáticas mais quentes para se espalharem em novos ambientes mais ao norte. .

Usando evidências diretamente das camadas arqueológicas da caverna de Bacho Kiro, a equipe de Max Planck foi agora capaz de mostrar que os humanos têm suportado condições climáticas muito frias, semelhantes às típicas do norte da Escandinávia atual, por vários milhares de anos.

“Nossas evidências mostram que esses grupos humanos eram mais flexíveis em relação aos ambientes que usavam e mais adaptáveis ​​a diferentes condições climáticas do que se pensava”, diz a autora principal Sarah Pederzani, pesquisadora do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva e da Universidade de Aberdeen.

Jean-Jacques Hublin, diretor do Departamento de Evolução Humana do Instituto Max Planck, acrescenta: “Usando esses novos insights, novos modelos da disseminação de nossa espécie pela Eurásia agora precisarão ser construídos, levando em consideração seu maior grau de flexibilidade climática. “

Materiais arqueológicos da caverna Bacho Kiro na Bulgária

Usando diretamente materiais arqueológicos, como os restos de herbívoros massacrados por humanos, para gerar dados climáticos, a equipe de pesquisa do paleoclima – liderada por Pederzani e Kate Britton, também pesquisadora do Instituto Max Planck de Antropologia Evolutiva e da Universidade de Aberdeen – foi capaz para estabelecer um registro muito robusto das condições climáticas locais que se relacionam especificamente com os tempos em que os humanos habitavam a Caverna Bacho Kiro.

“Esta técnica permite uma atribuição mais segura do contexto climático local em comparação com a correlação cronológica mais comumente usada entre dados arqueológicos e arquivos climáticos de diferentes localidades que formaram a base de grande parte da pesquisa existente sobre adaptabilidade climática humana – ela realmente nos dá uma visão sobre como era a vida ‘no chão’ ”, diz Britton.

As escavações atuais na caverna Bacho Kiro da temporada de 2021 estão desenterrando novos artefatos das ocupações neandertais do Paleolítico Médio. A Camada Paleolítica Superior I inicial pode ser vista como uma faixa escura no perfil do sedimento. As escavadeiras estão usando máscaras e luvas para minimizar a contaminação de amostras que são coletadas regularmente para análises moleculares. Crédito: MPI-EVA / Tsenka Tsanova

“No entanto, devido à natureza demorada da análise e à dependência da disponibilidade de restos de animais em particular, estudos de isótopos de oxigênio ou outras formas de gerar dados climáticos diretamente de sítios arqueológicos permanecem escassos durante o período de tempo em que o Homo sapiens se  espalhou pela primeira vez Eurásia “, acrescenta Pederzani. Na verdade, este estudo de Max Planck é o primeiro estudo conduzido no contexto do Paleolítico Superior Inicial e poderia, portanto, produzir tais resultados surpreendentes.

Registro altamente resolvido de temperaturas anteriores abrangendo mais de 7.000 anos

Pederzani passou um ano conduzindo trabalhos de laboratório, desde a perfuração de séries de pequenas amostras dos dentes dos animais até a preparação química úmida e espectrometria de massa de razão de isótopos estáveis ​​para obter todos os dados necessários.

“Através dessa análise intensiva de tempo que incluiu um total de 179 amostras, foi possível obter um registro altamente resolvido das temperaturas anteriores, incluindo verão, inverno e estimativas de temperatura média anual para ocupações humanas abrangendo mais de 7.000 anos”, diz Pederzani.

As escavações renovadas na caverna Bacho Kiro renderam um rico registro arqueológico da atividade humana na caverna, incluindo os restos de ocupações que representam a ocorrência mais antiga conhecida do Homo sapiens do Paleolítico Superior  na Europa. Depósitos na parte inferior do local continham um grande número de ossos de animais, ferramentas de pedra, pingentes e até fósseis humanos e formaram a base do estudo climático para investigar as condições ambientais que os humanos experimentaram quando se espalharam pela primeira vez no sudeste da Europa a partir do Levante.

Fonte – Phys.org

Papel

Fonte : ancientpages

Tradução : Fatos Curiosos

quarta-feira, 8 de abril de 1992

Restos de Homo sapiens foram encontrados na Península Ibérica.


Os restos mortais de uma fêmea atribuída a H. sapiens, que vivia no nordeste da Península Ibérica no final do Paleolítico Superior, há cerca de 14.000 anos, foram encontrados no sítio Cova Gran de Santa Linya (La Noguera, Lleida). A datação por carbono 14 dos sedimentos no receptáculo natural em que seus restos mortais foram descobertos indica que a mulher viveu há cerca de 14.000 anos.

fonte: fatos curiosos.

Boa pesquisa.