Mostrando postagens com marcador Império Khmer. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Império Khmer. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Mahendraparvata, cidade perdida do Império Khmer é encontrada.

MAHENDRAPARVATA, CIDADE PERDIDA DO IMPÉRIO KHMER, É ENCONTRADA

Com análises de solo, arqueólogos revelam detalhes que podem mudar nosso conhecimento sobre o Império
ANDRÉ NOGUEIRA PUBLICADO EM 16/10/2019
Angkor Wat, na região da cidade
Angkor Wat, na região da cidade - Wikimedia Commons
A antiga cidade cambojana de Mahendraparvata, que serviu como uma das capitais angkorianas por seis séculos, durante o Império Khmer, foi localizada em Angkor Wat.
Desde 2013 arqueólogos registravam evidências da cidade em sítios pelo país, realizando explorações inicias nas ruínas, mas apenas agora, com uma varredura territorial e técnicas de levantamento no solo, foi possível achar a malha urbana dessa icônica cidade do século 9.
O projeto para essa pesquisa foi financiado pela Archeology and Development Foundation e por um fundo europeu. A descoberta foi divulgada pela revista Antiquity, como conclusão de toda uma análise arqueológica do Khmer.
Reconstrução da malha atravessando o monte Phnom Kulen de Siem Reap / Crédito: Sydney Morning Herald
A identificação das áreas urbanas planejadas pela varredura revelou uma malha de cerca de 50 km quadrados, sendo a primeira grande cidade do império. A cidade antecede territorialmente o complexo de templos Angkor Wat e possui uma vasta rede de vias e quarteirões.
Foram identificadas diversas estruturas de instalações cívicas e religiosas, santuários, lagoas, um sistema de barragem para gerenciamento hídrico, um centro administrativo, um palácio real e uma pirâmide de natureza templária.
Mapa de localização de Mahendraparvata / Crédito: Antiquity
A descoberta está gerando grande debate com relação à forma de ocupação do espaço e a noção de “cidade hidráulica” predominante entre arqueólogos. Além disso, relatou-se que a cidade não tem uma área central separada para a elite, o que é "totalmente único" no Khmer.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Estudo descobre ruínas de metrópole medieval.

Um complexo urbano no entorno do templo de Angkor Vat no Cambodja foi 3 vezes maior que o que se suspeitava, de acordo com uma equipe internacional de arqueólogos que rastreou o subsolo com a ajuda de radares da Nasa, revela um estudo publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

A cidade construída ao redor de Angkor, que foi a capital do império Khmer(região atual do Camboja, parte da Tailândia. Essa cultura foi influenciada pelos Indus e Chineses, trazida por conquistadores e comerciantes), entre os séculos IX e XVI, se estendia sobre quase 1.000 km2. Esta superfície seria, portanto, a maior mostra de desenvolvimento urbano da era pré-industrial, superando de longe cidades maias, como a de Tkal na Guatemala.

Este complexo tinha o potencial de alimentar uma população de 500 mil pessoas, de acordo com autores deste estudo divulgado na Academia Nacional americana de Ciência.

Os arqueólogos tentaram estabelecer delimitações de urbanização no entorno de Angkor, na província de Siel Reap, a partir dos anos 50. Mas estas pesquisas se tornaram mais difíceis devido às construções residenciais e à exploração agrícola moderna.

Em 2000, este grupo de arqueólogos cambojanos, franceses e australianos, pediu à Nasa, a agência espacial americana, ajuda neste projeto de seus radares dos satélites em órbita.

As imagens fornecidas, que são capazes de penetrar no subsolo, permitiram encontrar os traços dos antigos caminhos, de canais e de bacias.

Ao se combinarem as imagens do radar com as de aviões e as informações topográficas, estes arqueólogos puderam determinar a localização de milhares de bacias hidrográficas, além de 74 templos.

Eles concluíram que a rede de canais de irrigação permitiria suprir as necessidades dos cultivos de arroz que se estendiam de 20 a 25 km ao norte e ao sul de Angkor até o lago Tonle Sap.

Estes trabalhos também permitiram encontrar os indícios que apontam para a confirmação da teoria segundo a qual um desastre ambiental teria provocado o afundamento da civilização Kmere no 14° século.

A superpopulação, o desmatamento e a erosão do solo cultivável combinados com as inundações poderiam ter tido conseqüências catastróficas para esta população medieval, explicaram os autores deste estudo. 21 de novembro de 2008.
fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1827174-EI295,00.html

sábado, 3 de abril de 1993

Os Khmers, povo imperial do Camboja.


Fonte: Gregório VII. Coleção: Grandes Personagens da História Universal, Volume 6, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1970.