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sábado, 20 de fevereiro de 2021

Telescópio Hubble captura uma espetacular imagem da "Galáxia Perdida"

ESPAÇO

O Telescópio Espacial Hubble conseguiu capturar uma imagem em alta resolução da galáxia NGC 4535. Localizada na constelação de Virgem, a cerca de 50 milhões de anos-luz da Terra, ela apresenta uma aparência nebulosa, quase fantasmagórica. Foi isso que levou o astrônomo Leland S. Copeland a apelidá-la de "Galáxia Perdida" na década de 1950.

As cores, incríveis e brilhantes, não são somente agradáveis à vista, mas também mostram a população de estrelas que habita o interior da galáxia espiral barrada (o termo define galáxias que apresentam uma banda central de estrelas brilhantes). As cores azuladas, localizadas entre os largos braços espirais da NGC 4535, mostram a presença de um grande número de estrelas mais jovens e quentes.



Além disso, os tons amarelados da “Galáxia Perdida” sugerem que sua área central abriga estrelas mais antigas e frias. Sua composição foi estudada como parte do projeto Física em Alta Resolução Angular em Galáxias Próximas (PHANGS), que tem como objetivo explicar os vínculos entre as nuvens de gás frio, a formação de estrelas e a propriedade das galáxias.


Fonte: NASA

Imagens: Shutterstock.com e NASA

nossa fonte: https://history.uol.com.br/noticias/telescopio-hubble-captura-uma-espetacular-imagem-da-galaxia-perdida

segunda-feira, 7 de dezembro de 2020

“Estrela de Belém”, a dos reis magos, será vista este mês após 800 anos.

 Publicado em 5 dezembro, 2020 10:18 am

O fenômeno raro poderá ser visto como um ponto de esperança em um ano tão difícil | Reprodução

Do DOL:

Uma estrela rara vai aparecer novamente após 800 anos no final do mês de dezembro de 2020. De acordo com astrônomos, o fenômeno inusitado é formado pela conjunção de dois planetas.

Segundo os especialistas, entre os dias 21 e 25 de dezembro, Júpiter e Saturno ficam mais próximos em oito séculos, formando um ponto de luz. Os alinhamentos entre os planetas, conhecidos como ‘conjunção’, são “bastante raros”. Mas essa conjunção é excepcionalmente rara por causa da proximidade dos planetas”. explicou o astrônomo da Rice University, Patrick Hartigan, em um comunicado. O astrônomo garante que próxima conjunção só poderá ser vista novamente em 15 de março de 2080.

Idade Média

A última vez que a estrela apareceu tão de perto, com uma separação visível de apenas 0,1 grau, foi na Idade Média: antes do amanhecer de 4 de março de 1226.

fonte: https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/estrela-de-belem-a-dos-reis-magos-sera-vista-este-mes-apos-800-anos/?fb

quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Astronomia.


Vista do interior da Estação Espacial Internacional.


Telescópio Hubble.


En primer lugar tenemos la Galaxia del Sombrero, llamada también M 104 en el catálogo Messier, distante unos 28 millones de años luz, se considera la mejor fotografía tomada por el Hubble.


En segundo lugar tenemos la fabulosa Nebula Mz3 llamada Nebulosa de la Hormiga por la apariencia que presenta a los telescopios, situada entre 3000 y 6000 años luz.


En tercer lugar nos aparece la Nebulosa del Esquimal NGC 2392, situada a 5000 años luz.


En quinto lugar se ha escogido la Nebulosa Hourglass situada a 8000 años luz, una preciosa nebulosa con un estrechamiento en la parte central.


En sexto lugar tenemos la Nebulosa del Cono, a 2.5 años luz.


En séptimo lugar encontramos un fragmento de la Nebulosa del Cisne situada a 5500 años luz de distancia, descrita como " un burbujeante océano de hidrógeno con pequeñas cantidades de oxígeno, azufre y otros elementos".


En octavo lugar una preciosa imagen denominada "Noche estrellada".


En noveno lugar, dos galaxias arremolinadas la NGC 2207 y la IC 2163 situadas a 114 millones de años luz.


En décimo lugar tenemos un fragmento de la Nebulosa Trífida, una cuna estelar a 9000 años luz.


Otras imágenes de Hubble.


Planeta enano 2003 UB 313 (Eris).


Cometa Halley.


M16: Nebulosa del Águila.


M57: Nebulosa del Anillo.


Nebulosa RCW 79.


NGC 2237: Nebulosa de la Roseta.


M42: Nebulosa de Orión.


Protoestrella.


Via Láctea (marcado nuestro Sol).


Agujero negro.


NGC 4414.




Sistema Solar que fiz com bolas de isopor.

Boa pesquisa.

segunda-feira, 11 de maio de 2020

Grande explosão de meteoro é avistada em cidades de Minas Gerais, São Paulo e Paraná.

METEOROS
Um clarão seguido de um estrondo chamou a atenção de moradores de algumas cidades brasileiras na madrugada de 8 de maio. O fenômeno foi percebido com maior intensidade em municípios de Minas Gerais como Patos de Minas, Lagoa da Prata e Divinópolis, mas também pôde ser observado em algumas localidades de São Paulo e do Paraná. Segundo especialistas, o espetáculo no céu foi causado pela queda de um meteoro muito luminoso, também chamado de bólido.
Análises preliminares da Rede Brasileira de Observação de Meteoros (BRAMON) apontam que o objeto seguiu uma trajetória de sul para norte, começando sua fase luminosa a cerca de 64 Km de altitude, entre Araxá e Uberaba. Depois disso, ele prosseguiu em direção ao nordeste a uma velocidade de 55,3 mil Km/h e explodiu a 30 Km de altitude nas proximidades da cidade de Tiros, no Triângulo Mineiro.
O meteoro se partiu quando entrou em contato com a atmosfera terrestre, o que provocou o barulho. De acordo com a BRAMON, imagens sugerem que alguns fragmentos chegaram ao solo. Segundo relatos da imprensa local, algumas pessoas se assustaram achando que um avião havia caído. 
Em entrevista ao portal BHAZ, Marcelo Zurita, diretor técnico da BRAMON, disse que se o meteoro não tivesse explodido antes de cair, poderia ter havido graves consequências. "Caso a atmosfera não tivesse fragmentado o meteoro, ele teria caído brilhando e provocaria um estrago muito grande. Mas eventos como este são muito raros", disse. Confira abaixo imagens da queda do meteoro:

Fontes: O Dia, BHAZ e BRAMON
Imagem: YouTube/BRAMON/climaovivo.com.br/Reprodução

Imagem de Júpter é divulgada por cientistas americanos.

BELEZA INTERESTELAR: IMPRESSIONANTE IMAGEM DE JÚPITER É DIVULGADA POR CIENTISTAS AMERICANOS.

A foto é uma das mais nítidas já capturadas por especialistas e revela detalhes sobre o grande corpo celeste
ALANA SOUSA PUBLICADO EM 11/05/2020
Imagem meramente ilustrativa de Júpiter
Imagem meramente ilustrativa de Júpiter - Divulgação
Um estudo feito pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, produziu uma impressionante imagem do gigante planeta Júpiter. Com o auxílio do Telescópio Gemini North, localizado no Havaí, a equipe publicou uma das fotografias mais nítidas que já se viu do corpo celeste.
Para alcançar tal nitidez, os cientistas utilizaram uma técnica chamada Lucky imaging, que consiste em combinar diversas imagens obtidas de exposições de alta velocidade. Criando assim uma única foto, em uma espécie de mosaico.
Imagem revelada de Júpiter / Crédito: Divulgação/ Gemini Observatory

Fazendo uso de infravermelho, foi possível capturar detalhes que o famoso Telescópio Hubble não conseguiria. A imagem irá servir também de objeto de estudo para os especialistas, que buscam compreender mais sobre as tempestades que ocorrem no planeta.
Júpiter é 300 vezes maior que a Terra e, leva 12 anos — equivalentes ao nosso planeta — para dar uma volta ao Sol. É marcado pela alta quantidade de gases que abriga, como hélio e hidrogênio.

segunda-feira, 27 de abril de 2020

NASA alerta para asteroide gigante que se aproximará da Terra em abril.

Uns dizem que é hoje 27 de abril, outros dizem que é dia 29, quarta feira.....


Será dia 29 de Abril.

ASTEROIDE COM METADE DO TAMANHO DO MONTE EVEREST SE APROXIMA DA TERRA, AFIRMA NASA

O apelidado 1998 OR2 possui 4 quilômetros de diâmetro e viaja a 31 mil quilômetros por hora
VANESSA CENTAMORI PUBLICADO EM 17/03/2020



Asteroide passando próximo à Terra
Asteroide passando próximo à Terra - Divulgação

Um asteroide de 4 quilômetros de diâmetro, que está se movimentando a 31 mil quilômetros por hora, deve passar mais próximo à Terra no próximo dia 29 de abril, segundo informações da Agência Espacial Norte-Americana (NASA). 
Mas não há motivo para pânico: o objeto, que se chama 1998 OR2, não irá colidir com o nosso planeta, mas sim se aproximar, e ainda assim ele passa longe. O asteroide vai ficar no máximo a 6,2 milhões de quilômetros de nós. 
A NASA reiterou que ainda está estudando outros asteroides para evitar que um deles possa entrar em choque com a Terra. Os objetos que estão mais próximos do nosso planeta são monitorados toda semana - mas nenhum por enquanto nos deu motivos para se preocupar. 



Asteroide no espaço / Crédito: Pixabay 

Só em 2019, a agência espacial descobriu mais de 19 mil asteroides e os colocou em sua Lista de Objetos Próximos à Terra. Nenhum deles é uma ameaça à sobrevivência humana. “Impactos [ diretos] de objetos grandes são bem menos frequentes (em uma escala de séculos ou de milênios”, explicou a NASA. 
Em comunicado, o gerente de projetos da agência espacial, Steven Pravdo, afirmou que a detecção do asteroide 1998 OR2 foi feita logo após técnicos da NASA terem instalado um novo sistema de computação e hardware. No mês passado, o aparato tecnológico aumentou a velocidade de rastreio dos objetos que passam próximo à Terra. 
Por outro lado, a agência espacial contou que o catálogo com todos os asteroides ainda está incompleto. Por isso, um evento não monitorado como o do Meteoro de Cheliabinsk, que passou a 27 mil quilômetros da Terra, em fevereiro de 2013, pode acontecer novamente.
Mas claro, melhorias desde então foram feitas, já que logo após o incidente a NASA criou o Escritório Planetary Defense Coordination para estudar dados de objetos com potencial de ameaça. 
Abaixo o mesmo assunto com fonte diferente.
ASTEROIDES



Recentemente, por meio de seu Centro de Estudos de Objetos Próximos à Terra, a NASA detectou um asteroide gigante que se aproximará da Terra em abril deste ano. De acordo com a agência espacial dos Estados Unidos, o impacto de um objeto espacial de grandes proporções como esse teria potencial para causar efeitos globais devastadores.
Segundo a NASA, o diâmetro estimado do asteroide oscila entre 2 e 4 quilômetros, e ele viaja pelo espaço a uma velocidade de 8,7 quilômetros por segundo. Isso aponta que ele estará mais próximo do nosso planeta em 29 de abril, passando a uma distância de "apenas" 6,29 milhões de quilômetros da Terra. No entanto, apesar de o asteroide 52768 (1998 OR2) ser perigoso, a probabilidade de que ocorra um impacto é bastante escassa. 
O asteroide foi classificado como um objeto potencialmente perigoso pois ele passará a uma distância considerada próxima da órbita da Terra. Apesar disso, a NASA afirma que não há motivo para pânico, pois o 52768 (1998 OR2) não está na lista de eventos com potencial impacto com a Terra (catálogo que reúne os objetos espaciais mais ameaçadores dos próximos 100 anos). Pelos critérios da agência espacial, são considerados "potencialmente perigosos" os objetos com mais de 140 m de diâmetro que se aproximam do nosso planeta a uma distância de 0,05 unidades astronômicas (ou 6 milhões de quilômetros). 
Em caso de impacto, asteroides do tipo podem desencadear tsunamis devastadores, terremotos e efeitos secundários que se estenderiam muito além da área de colisão. Há cerca de 66 milhões de anos, acredita-se que um asteroide de 10 km  de diâmetro tenha destruído os dinossauros e dois terços de toda a vida na Terra.
Fonte: CNN 
Imagem: Shutterstock.com

terça-feira, 7 de abril de 2020

Super Lua Rosa, é a maior do ano de 2020 e atinge a proximidade máxima da Terra..

LUA

Superlua Rosa brilhará no céu nesta terça: satélite atinge proximidade máxima da Terra

A noite desta terça-feira (7/4) promete um espetáculo no céu. A partir das 18h50, vai acontecer o fenômeno conhecido como Superlua Rosa. Isso ocorre quando, simultaneamente, o satélite se encontra na sua fase cheia e quando está mais próximo da Terra em sua órbita elíptica.
Durante a ocorrência do fenômeno, o satélite parecerá mais brilhante e até 7% maior do que a lua cheia "normal". A lua aparentará estar maior porque estará em seu ponto mais próximo da Terra em 2020 (356.907 km). Essa proximidade também deve interferir no comportamento das marés, que devem ficar mais altas ou mais baixas que a média, dependendo da região do planeta.
Apesar do nome, a lua não ficará cor-de-rosa. O fenômeno foi batizado assim em referência a flores do gênero Phlox, que florescem nos Estados Unidos e Canadá no início da primavera no hemisfério norte. O termo foi criado por antigas tribos indígenas norte-americanas.
Já a expressão "superlua" foi cunhada em 1979. Ela se refere a uma lua nova ou cheia que ocorre dentro de 90% do perigeu, seu ponto mais próximo da Terra. Em 31 de outubro,  ocorrerá o oposto: a lua cheia coincidirá com o apogeu, seu ponto mais distante da terra. Na ocasião, o satélite parecerá 13,8% menor do que a média.

Fontes: Space.com e Observador
Imagem: Shutterstock.com
Abaixo o mesmo tema com fonte diferente.

SUPERLUA ROSA: FENÔMENO QUE ACONTECE NESTA SEMANA É A MAIOR SUPERLUA DE 2020

O espetáculo iluminará os céus de modo único entre os dias 7 e 9 de abril
VANESSA CENTAMORI PUBLICADO EM 06/04/2020
Imagem da Lua
Imagem da Lua - NASA
A Lua irá proporcionar um verdadeiro espetáculo entre os dias 7 e 9 de abril (terça e quinta-feira), quando ela irá se apresentar como o fenômeno da Superlua Rosa. O nosso satélite natural estará tão brilhante e estonteante que será a maior superlua de 2020. 
Vale lembrar, porém, que a Lua não estará literalmente rosa. Na verdade, a expressão Superlua Rosa foi dada em homenagem à uma planta selvagem dos Estados Unidos, a Phlox Subulata — uma espécie rosada que floresce nesta época do ano.
Mesmo assim, o fenômeno promete ser imperdível, já que o céu estará bem mais iluminado do que o normal. A Superlua Rosa começará no dia 7, quando a Lua entrará no perigeu, ou seja, assim que sua órbita se aproximar da Terra.
Nessa situação de perigeu, ela ficará cerca de 15% maior e 30% mais brilhante do que quando está no apogeu — ponto mais distante da trajetória da Lua ao redor da Terra. Desse modo, o céu fica bem mais iluminado com o brilho do luar. 
Superlua fotografada pela NASA / Crédito: NASA 

O perigeu é um fenômeno normal, que ocorre a cada 28 dias. Só que o diferencial da superlua é que nela essa aproximação acontece exatamente quando a Lua está cheia. Já quando falamos em uma Superlua Rosa, diferentemente de apenas uma superlua, a visão é bem maior e mais iluminada. Isso porque a Lua está bem mais próxima da Terra do que em outras luas cheias. 
O auge do fenômeno da Superlua Rosa irá acontecer na quarta-feira, 8, quando a Lua estará cheia em sua totalidade. Para acompanhar, o ideal é que você esteja em um ponto alto ou com visão livre do horizonte. Seu espetáculo particular será bem mais grandioso, já que a Lua parece bem maior quando colocada em contraste com edifícios e árvores que estão à frente.
Mas, também é possível observar a superlua quanto ela estiver alta no céu, com um efeito um pouco mais reduzido. O segredo é olhar para o cosmos a partir do lado leste, desde onde ocorre o pôr do sol, assim você não perde a Superlua Rosa.

terça-feira, 10 de março de 2020

Cientistas detectam a maior explosão registrada no universo desde o Big Bang.


ESPAÇO
Uma equipe de cientistas observou evidências da maior explosão acontecida no universo desde o Big Bang. Eles acreditam que a enorme quantidade de energia liberada tenha sido originada por um buraco negro supermassivo em um aglomerado de galáxias denominado Ofiúco, localizado a cerca de 390 milhões de anos-luz da Terra. Estima-se que a explosão tenha liberado cinco vezes mais energia do que qualquer outro fenômeno semelhante observado anteriormente.
Há algum tempo os cientistas acreditavam que havia algo de errado em Ofiúco, um aglomerado gigante de galáxias misturadas com gás quente e matéria escura, unidas pela gravidade. Durante as observações, os cientistas haviam detectado uma borda curvada que chamava a atenção ao redor de Ofiúco. Em um primeiro momento, eles especularam que poderia se tratar da parede de uma cavidade gerada por um buraco negro de dimensões nunca antes vistas em uma das galáxias centrais. Durante as observações seguintes, com radiotelescópios de baixa frequência, foi descoberto que a curvatura realmente tratava-se de uma cavidade cheia de radioplasma, confirmando assim a teoria do buraco negro. 
De acordo com os pesquisadores, essa explosão supera em cinco vezes a registrada em outro aglomerado de galáxias conhecido como “MS 0735+4”, detentora do "recorde" anterior de liberação de energia. Para descrever a explosão em termos humanos, a doutora Simona Giacintucci, do Laboratório de Pesquisa Naval dos Estados Unidos, líder do estudo, comparou o evento à erupção do vulcão Santa Helena, nos Estados Unidos, que reduziu a elevação do cume de sua montanha de 2950 m para 2549 m e o substituiu por uma cratera de 1,6 km de largura em forma de ferradura. "A diferença é que você pode colocar uma fileira de 15 galáxias como a Via Láctea na cratera", disse ela.
Melanie Johnston-Hollitt, coautora do estudo, ajuda a explicar a magnitude do evento. "Para dar uma outra dimensão; (a cavidade) tem cerca de um milhão e meio de anos-luz de diâmetro. Portanto, o buraco criado no espaço circundante do plasma quente de raios-X levaria um milhão e meio de anos para ser atravessado", afirmou. Acredita-se que a explosão gigantesca já tenha chegado ao fim. Agora, de acordo com a equipe de pesquisa, são necessárias mais observações para entender melhor o que ocorreu.

Fontes: BBC e Deutsche Welle
Imagem: Shutterstock.com

quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Haveria uma explicação científica para o aparecimento da estrela de Belém?


ASTRONOMIA
A Bíblia relata que um grupo de magos do Oriente chegou a Belém para adorar o menino Jesus logo após seu nascimento, tendo sido guiados por uma estrela. Grant Mathews, professor de Astrofísica Teórica e Cosmologia da Universidade de Notre Dame (Estados Unidos), estudou esse enigma e concluiu há alguns anos que “a estrela” era, na realidade, um alinhamento planetário incomum ocorrido no ano 6 a.C.
"Astrônomos, historiadores e teólogos estudam a questão da 'Estrela de Natal' há muitos anos", disse Mathews. “Onde e quando ela apareceu? Com o que ela se parecia? Das bilhões de estrelas lá fora, quais dentre elas brilhavam com mais intensidade naquele dia? Por meio da astrofísica moderna é que estamos tentando explicar um dos maiores eventos astronômicos da história", completou.
Matthews chegou à teoria do alinhamento planetário ao estudar registros históricos, astronômicos e bíblicos. Segundo ele, naquela ocasião o Sol, Júpiter, a Lua e Saturno estariam alinhados na constelação de Áries, um fenômeno considerado raro. Como os reis magos possivelmente eram sacerdotes zoroastristas, eles teriam interpretado esse alinhamento como um sinal dos céus. "Os magos teriam avistado o céu do Oriente e reconhecido que aquilo simbolizava um nascimento real na Judeia", teorizou o cientista.
Como Matthews afirmou, ele não foi o primeiro a tentar explicar a ocorrência da estrela de Belém pelo ângulo da astronomia. No século XVII, o alemão Johannes Keppler já havia apresentado uma teoria parecida com a dele. Durante séculos, outros cientistas especularam que o fenômeno poderia ter sido uma chuva de meteoros, o cometa Halley ou até mesmo o planeta Vênus.

Imagem: Shutterstock.com

quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Asteroide gigante passará "raspando" pela Terra perto do Natal.

ESPAÇO
Um asteroide gigante de cerca de 610 m de diâmetro irá passar "raspando" pela Terra pouco depois do Natal. De acordo com a NASA, o meteoro CH59 estará mais próximo do nosso planeta no dia 26 de dezembro. Nesse dia, a rocha espacial estará a uma distância de 0,05 unidades astronômicas, ou 6 milhões de quilômetros.
O CH59 viaja pelo espaço a uma velocidade de 44.172 km/h. O asteroide é maior do que o edifício Empire State e a Torre Eiffel. Qualquer objeto desse é uma ameaça em potencial à Terra. O impacto causaria milhões de mortes e provocaria destruição em grande escala.
Na escala da NASA, meteoros como o CH59 são classificados como Asteroides Potencialmente Perigosos e Objetos Próximos da Terra. Em caso de impacto, eles podem desencadear tsunamis devastadores, terremotos e efeitos secundários que se estenderiam muito além da área de colisão. Há cerca de 66 milhões de anos, acredita-se que um asteroide de 10 km  de diâmetro tenha destruído os dinossauros e dois terços de toda a vida na Terra.
Apesar disso, não há motivos de preocupação a respeito do CH59. Paul Chodas, diretor de um departamento da NASA chamado de Centro de Estudos de Objetos Próximos, disse que o asteroide está "próximo" da Terra em escalas astronômicas, embora não em termos humanos. Em seu ponto mais próximo, o meteoro estará 19 vezes mais distante do que a Lua está do nosso planeta.
Fontes: Newsweek e Express
Imagens: Shutterstock.com e NASA/Reprodução

domingo, 1 de dezembro de 2019

Nova imagem mostra o cometa interestelar que se aproxima da Terra.


ESPAÇO

Astrônomos da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, conseguiram capturar uma imagem do cometa interestelar 2I/Borisov, descoberto em agosto passado. Trata-se do primeiro cometa interestelar registrado na história da ciência. Apenas um outro objeto interestelar foi identificado até hoje, o misterioso Oumuamua.
Segundo os cálculos astronômicos, sua trajetória alcançará o ponto mais próximo do Sol durante os primeiros dias de dezembro, e ele estará mais próximo que nunca da Terra no final do mesmo mês. Depois, continuará sua viagem aos confins do Sistema Solar. 
Por meio de uma ilustração, os astrônomos demonstraram o gigantesco tamanho do cometa interestelar em relação à Terra. Sua cauda mede aproximadamente 160 mil quilômetros, ou seja, é mais de 12 vezes maior que a longitude média do diâmetro terrestre.  

Fonte:  El País

segunda-feira, 11 de março de 2019

Asteroide que extinguiu dinossauros gerou tsunami de 1600 metros de altura.

METEOROS
Pesquisadores dos Estados Unidos realizaram várias simulações computadorizadas para descobrir que o mesmo asteroide que acabou com os dinossauros, há 65 milhões de anos, também gerou um gigantesco tsunami de 1600 metros de altura, que varreu todo o planeta Terra. O meteoro Chicxulub, responsável pelo cataclismo, tinha 14 quilômetros de diâmetro e caiu na atual região do golfo do México.
Agora, especialistas da Universidade de Michigan simularam o impacto em diversos modelos computadorizados para avaliar o que aconteceu durante os 10 minutos posteriores ao evento. Assim, puderam estabelecer que o asteroide afundou a 1.500 metros de profundidade, gerando uma explosão tão imensa que a água demorou para invadir a área terrestre, movendo-se primeiro até o fundo da cratera formada e depois se tornando uma violenta onda de colapso.
O tsunami se movimentou por todo o oceano, alcançando uma velocidade de 143 quilômetros por hora na região do golfo do México, durante as primeiras 24 horas. Os efeitos da onda inicial se estenderam pelo Oceano Atlântico, enquanto suas réplicas alcançaram alturas de 14 metros no Oceano Pacífico.
O asteroide também provocou ondas de choque e lançou uma grande quantidade de poeira para a atmosfera. As partículas bloquearam os raios do sol durante anos, matando as plantas e os animais que se alimentavam delas.
Fonte: Live Science 
Imagem: Shutterstock.com
nossa fonte: https://seuhistory.com/noticias/asteroide-que-extinguiu-dinossauros-gerou-tsunami-de-1600-metros-de-altura