Mostrando postagens com marcador Tailândia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tailândia. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 26 de maio de 2020

Pinturas rupestres de 3.000 anos foram encontradas na Tailândia.

PINTURAS RUPESTRES DE 3.000 ANOS FORAM ENCONTRADAS EM CAVERNA NA TAILÂNDIA.

As marcações pré-históricas retratam seres humanos em atividades cotidianas e serão estudadas por arqueólogos do país
ANDRÉ NOGUEIRA PUBLICADO EM 26/05/2020
Ser humano retratado na caverna
Ser humano retratado na caverna - Divulgação
Na Tailândia, uma série de pinturas datadas entre 2 e 3 mil anos atrás foi encontrada no Parque Nacional Sam Roi Yot, em Prachuap Khiri Khan, numa colaboração entre a administração local e arqueólogos profissionais. As imagens pré-históricas se destacam por sua cor bem conservada.
Pintura rupestre / Crédito: Divulgação

Caverna Ban Phu Noi / Crédito: Divulgação

A descoberta foi anunciada pela arqueóloga Kannika Premjai e encontrada na caverna Ban Phu Noi, retratando seres humanos em diversas atividades corriqueiras, como a caça com arco. As iconografias se estendem num mural de 3,8 metros (altura) por 7 (comprimento), na região da foz da caverna.
Pintura rupestre / Crédito: Divulgação

Pintura rupestre / Crédito: Divulgação

Premjai trabalha na exploração de 20 cavernas da rede local. “Algumas das pinturas são bastante claras, mas outras foram destruídas por manchas de calcário. Estamos examinando-os para obter informações mais claras”, colocou ela ao The Nation Thailand.

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Estudo descobre ruínas de metrópole medieval.

Um complexo urbano no entorno do templo de Angkor Vat no Cambodja foi 3 vezes maior que o que se suspeitava, de acordo com uma equipe internacional de arqueólogos que rastreou o subsolo com a ajuda de radares da Nasa, revela um estudo publicado nesta segunda-feira nos Estados Unidos.

A cidade construída ao redor de Angkor, que foi a capital do império Khmer(região atual do Camboja, parte da Tailândia. Essa cultura foi influenciada pelos Indus e Chineses, trazida por conquistadores e comerciantes), entre os séculos IX e XVI, se estendia sobre quase 1.000 km2. Esta superfície seria, portanto, a maior mostra de desenvolvimento urbano da era pré-industrial, superando de longe cidades maias, como a de Tkal na Guatemala.

Este complexo tinha o potencial de alimentar uma população de 500 mil pessoas, de acordo com autores deste estudo divulgado na Academia Nacional americana de Ciência.

Os arqueólogos tentaram estabelecer delimitações de urbanização no entorno de Angkor, na província de Siel Reap, a partir dos anos 50. Mas estas pesquisas se tornaram mais difíceis devido às construções residenciais e à exploração agrícola moderna.

Em 2000, este grupo de arqueólogos cambojanos, franceses e australianos, pediu à Nasa, a agência espacial americana, ajuda neste projeto de seus radares dos satélites em órbita.

As imagens fornecidas, que são capazes de penetrar no subsolo, permitiram encontrar os traços dos antigos caminhos, de canais e de bacias.

Ao se combinarem as imagens do radar com as de aviões e as informações topográficas, estes arqueólogos puderam determinar a localização de milhares de bacias hidrográficas, além de 74 templos.

Eles concluíram que a rede de canais de irrigação permitiria suprir as necessidades dos cultivos de arroz que se estendiam de 20 a 25 km ao norte e ao sul de Angkor até o lago Tonle Sap.

Estes trabalhos também permitiram encontrar os indícios que apontam para a confirmação da teoria segundo a qual um desastre ambiental teria provocado o afundamento da civilização Kmere no 14° século.

A superpopulação, o desmatamento e a erosão do solo cultivável combinados com as inundações poderiam ter tido conseqüências catastróficas para esta população medieval, explicaram os autores deste estudo. 21 de novembro de 2008.
fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/interna/0,,OI1827174-EI295,00.html