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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2001
Livro: A Renascença e a individualidade, de Simmel.
Livro: A Renascença e a Individualidade.
História Moderna.
História Moderna.
1) Como em Simmel, a Renascença reforça a individualidade ?
Segundo Simmel, a Renascença produziu a individualidade, pois reaparecem os traços pessoais, desenvolve a liberdade pessoal, a singularidade própria e a auto - responsabilidade. Focaliza mais o eu interno do homem, pois apresenta a idéia voltada para o interno. As manifestações estavam começando e faltavam mais informações para eliminar as sombras e resquícios do medievo. O indivíduo percebe sofisticação da própria individualidade, vai reconhecer o valor interno e externo dele mesmo, da singularidade pessoal. A cultura moderna mostra o indivíduo livre, produto do liberalismo racional da Inglaterra e França.
2) Qual a dimensão explicativa da individualidade e da liberdade para entender o período moderno.
a) Como a continuidade conforme Delumeau.
Não houve corte com a Idade Média e o Renascimento. O qu houve foram aspectos que desenvolveram-se como: Homens que não pertenciam às classes dirigentes impuseram-se à admiração ou à atenção de todos, personalidades expandiram-se melhor, guerras sangrentas, dogmas e autoridade da Igreja Romana posta em causa, progresso econômico e aumento do luxo e a urbanização, crescente alastramento da cultura, sociedade menos móvel e mais hierarquizada, mais disciplinada e mais camponesa, desenvolvimento da arte do retrato e a afirmação das personalidades individuais e contestação de valores das hierarquias sociais.
Discussão da noção de nobreza, da legitimidade da autoridade do Estado. Emancipação do indivíduo, romantismo na arte e na literatura com temas melancólicos, amorosos, sofridos e sobretudo com o tema da morte. Inquietações e renovações, apego ao religioso contra o inferno de alguns e heresia de outros, assim como: divindades pagãs, exaltação da magia e da astrologia, a igreja com problemas que não consegue combater, implicações morais no destino do indivíduo, presença da astrologia nas artes sacras, favorecimento da expansão de personalidades fortes, crítica à astrologia, discussão sobre o livre arbítrio, afirmação de uma filosofia de liberdade e discussão das mentalidades nas sociedades do Ocidente.
b) Como a transição e ruptura conforme Simmel.
Rompe com o medievalismo que reprimia as características da individualidade. O individualismo torna-se realidade, impondo-se enfatizando o valor da sua própria singularidade. O individualismo se fundamenta da igualdade pela liberdade que expressava o ser mais profundo da humanidade. O homem deveria se conhecer, assim como conhecer seus direitos: de ser livre e igual.
Por: Professora Vanessa Candia.
sábado, 24 de fevereiro de 1990
Higiene no início da Idade Moderna.
Palácio de Versalhes, Paris, França.
Anos de 1600 a 1700.
Ao
se visitar o Palácio de Versailles, em
Paris, observa-se que o suntuoso Palácio não tem banheiros.
Na Idade Média, não existiam escovas de
dente , perfumes, desodorantes,
muito menos papel higiênico.
As
excrescências humanas eram despejadas pelas janelas.
Em
dia de festa a cozinha do palácio conseguia preparar banquete para l.500 pessoas sem a mínima condição de
higiene.
Vemos
nos filmes as pessoas sendo abanadas.A
explicação não está no calor, mas
no mau cheiro
que exalavam por
debaixo das saias
que eram feitas propositalmente para
conter os odores das partes
intimas já que
não havia adequada higiene.
Também não
havia o costume
de se tomar banho devido ao frio
e à quase inexistência de água
encanada. O mau cheiro
era dissipado pelo
uso do abanador.
Só
os nobres tinham lacaios para abaná-los, para dissipar o mau cheiro que o corpo e boca exalavam, além de também
espantar os insetos.
Quem
já visitou Versalies admirou
muito os jardins enormes e belos
que, na época, não eram simplesmente contemplados, mas
“usados” como vaso sanitário nas famosas baladas promovidas pela monarquia, porque lá também não havia
banheiros.
Na
Idade Média, a maioria dos casamentos
ocorria nos meses de junho (para eles o inicio do verão).
A
razão é simples: o primeiro banho do ano era tomado em maio; assim, em junho, o
cheiro das pessoas era ainda tolerável.
Entretanto, como os
Odores já começavam, a
incomodar, as noivas carregavam buquês,
junto ao corpo,
para disfarçar o mau cheiro.
Dai termos Maio
como o mês das Noivas ,
e a explicação da origem dos buquês de
noiva.
Os
banhos eram tomados numa única tina, enorme, cheia de água quente, e o
chefe da
família tinha o
privilégio do primeiro banho na água limpa.
Depois sem
trocar a água,
vinham os outros
homens da casa,
por ordem de idade, as mulheres
também por idade, e por
fim, as crianças.
Os
bebês eram os últimos a tomarem banho.
Quando
chegava a vez
deles, a água já estava tão suja
que era possível “perder” um bebê lá dentro.
É
por isso que existe a expressão
em inglês ”don´t
throw
the
baby out with the
bath
water”,
literalmente “Não jogue o bebê
fora junto com a água do banho”, que hoje usamos para os
mais apressadinhos.
Os
telhados das casas não tinham
forro e as vigas de madeira que os sustentavam eram o
melhor lugar para
os animais – cães , gatos, ratos
e besouros se aquecerem.
Quando chovia, as
goteiras forçavam os animais
pularem para o chão assim a nossa expressão “está chovendo canivete” tem
o equivalente em
inglês “it´s raining
cats
and
dogs” (está chovendo gatos e cachorros).
Aqueles
que tinham dinheiro possuíam pratos de estanho.Certos tipos de alimentos oxidavam
o material, fazendo com que
muita gente morresse envenenada.
Lembremo-nos
de que os hábitos higiênicos, da época, eram péssimos. Os tomates, sendo
ácidos, foram alimentos considerados, durante muito tempo venenosos.
Copos
de estanho eram usados para cerveja ou uísque. Essa combinação, às vezes,
deixava o indivíduo “no chão” (numa
espécie de narcolepsia induzida pela mistura da bebida alcoólica com oxido de estanho.
Alguém poderia
pensar que ele estivesse
morto, portanto recolhia o corpo e
preparava o enterro.
O corpo
era então colocado sobre a mesa
da cozinha por alguns dias e a
família ficava em volta,
em vigília, comendo e bebendo e
esperando para ver se o morto
acordava ou não.
Daí
surgiu o velório, que é a vigília junto ao caixão.
A
Inglaterra país de território pequeno, é onde nem sempre havia espaço para
se enterrarem todos
os mortos. Então os
caixões eram abertos,
retirados os ossos , colocados
em ossários, e
o túmulo usado
para outro cadáver.
As
vezes, ao abrirem os caixões, percebia-se que havia arranhões nas tampas,
pelo lado de
dentro, o que indicava que aquele morto, na verdade havia
sido enterrado vivo.
Assim
surgiu a idéia
de ao se fechar os caixões, amarrar
uma tira de
pano no pulso do defunto, passá-la por um buraco feito no caixão e amarra-la a um
sino.
Após
o enterro alguém ficava de plantão ao
lado do túmulo durante alguns dias. Se
o indivíduo acordasse,
o movimento de seu
braço faria o sino tocar e ele seria “ saved
by
de bell”, ou literalmente “salvo pelo gongo”, expressão
que utilizamos até os dias de hoje.
Fonte de arquivo pessoal.
quarta-feira, 21 de fevereiro de 1990
A Modernidade Definida por alguns autores.
História
Moderna.
1)
Destacar argumentos utilizados pelos autores compilados por Marques para
definir a Modernidade.
H. R.
Trevor Roper. Capta traços entre 1500-1800 da Renascença ao Iluminismo, para
ele, 300 anos foi um período de progresso, expansão marítima e territorial.
Revoluções que trouxeram um aprendizado para a sociedade, estabilidade
econômica e riqueza cultural aperfeiçoando o desenvolvimento intelectual. A
Inglaterra alcançou a liderança marítima. A França alcançou a liderança
comercial com exportação de produtos. Século das Luzes, Século das idéias
novas.
Francisco
José Calazans Falcon - a modernidade é complexa e não comporta datas. Idéias
mais claras. Fala da teoria do progresso onde surge a noção de uma História
Moderna. Período de transição do feudalismo ao capitalismo na Europa Ocidental.
Transformações econômicas, políticas, ideológicas, novas visões de mundo.
Emancipação do campo do conhecimento e das práticas de monopólio por um setor
privilegiado pela sociedade. O religioso fortaleceu-se por um lado e reformulou-se
por outro. Racionalismo - razão do homem na racionalidade do objeto.
Individualismo - do movimento renascentista que expressa um novo humanismo que
marca a ruptura do indivíduo com a sociedade tradicional, nova visão de mundo
nas sociedades ocidentais. Novos valores, do renascimento à ilustração.
Bertolt
Brecht - dramaturgo contemporâneo (1898 - 1956), usa a peça Galileu para falar
de modernidade. Desenvolvimento das ciências em oposição às crenças religiosas.
Tempo antigo acabou, um novo tempo, agora. Dias que sempre se descobre algo.
Miguel
de Cervantes - (1547 - 1616), autor renascentista de Dom Quixote. "Sair da
cova" = despertar para a luz, para o novo tempo. "Cumprirás a tua
profissão cristã" = servindo à religião (cristianismo), expansão no
período.
San
Tiago Dantas - jurista que analisa Dom Quixote. O personagem sai em busca de
novas aventuras, novos desafios. Cervantes contribui para a formação do homem
moderno. Cavalaria como literatura e forma social estavam ultrapassados.
Nicolau
Maquiavel - (1469 - 1527) - o florentino escreve a peça Mandrágora. Uma nova
época, uma cultura que surgia (renascimento), crise da igreja, surgimento da
economia capitalista.
William
Shakespeare - (1564 - 1616), renascimento literário inglês, homem avalia e
conflitua com ele mesmo e com o mundo que o cerca. Humanismo - homem rompe
limites com a época medieval.
2)
Elabore um conceito de modernidade.
Caracteriza-se
pelo novo (Moderno).
Transição - do velho para o novo (crise
do feudalismo que surge o capitalismo). Novo mundo, novo homem, novas
tecnologias, novos conhecimentos, novas idéias.
Continuidade - da vida, dos projetos, das
pesquisas, das lutas, das conquistas, do progresso.
Ruptura - com o medieval, com o antigo,
com o velho.
Período
que sofreu um processo que foi desenvolvendo-se em todos os setores com
características diversificadas. Econômicas, social, políticas, religiosas e
etc.
Fonte:
MARQUES, A. M. BERTUTTI, F. C. FARIA, R. M. " O conceito de
modernidade". In: MARQUES. Et. Alli. 1989:09-21.
segunda-feira, 12 de fevereiro de 1990
Modernidade - A Europa do séc. XV.
OCIDENTE EUROPEU DO SÉCULO XV.
Um primeiro aspecto característico que o
ocidente vai sofrer será a expansão de mercado, o mercado pressupõe a alteração
econômica, aumentar as fronteiras pressupõe um signo de modernidade, a entrada
da circulação de dinheiro ao invés do privilégio da terra. Um segundo aspecto
considerado como característica e que será também signo de modernidade e também
culpado da crise, é o aspecto político da formação das monarquias nacionais.
Típico da Idade Média é a fragmentação de poder e territorial. Não existe um
poder unificado, não existe um território delimitado. O que existe são feudos e
reinos dominados pelo senhor que tem ao seu dispor os seus vassalos e os seus
exército, são poderes políticos fragmentados. A criação ou a necessidade de
reunir o poder nesta formação das monarquias nacionais surgem em função destes
senhores mercadores que precisam pagar menos tarifas, menos impostos para fazer
a transação econômica das suas mercadorias. Em função da expansão e da grande
burguesia que está cada vez mais se reforçando em seu poder, esta burguesa vai
pressionar os senhores feudais para ampliarem seus reinos e tornarem-se reis.
Agora é o momento de formação das monarquias, são as primeiras nações a
encaminharem ao processo de centralização política, são as que tem o comércio
desenvolvido como a Inglaterra, França, Portugal e Espanha. O processo de centralização
do poder político passa a ser também uma marca de modernidade. A Europa está se
preparando para entrar na modernidade em função do avanço do comércio, das
relações políticas e da necessidade interna.
O período da Idade Moderna será marcado por estas
características vinculado a expansão comercial, do surgimento do dinheiro, da
necessidade da riqueza na mercadoria e da necessidade de poder político
centralizado para organizar esta atividade econômica, como conseqüência
inevitável teremos a instauração da política mercantilista. Mercantilismo é o
desenvolvimento do comércio, uma política comercial com uma condição em que o
estado coordena a intervenção na economia. A burguesia necessita de um mercado
único, o poder centralizado, o estado vai comandar a economia e a burguesia
cresce, mas obedece ao estado, e de outra forma a burguesia fica sozinha.
A
crise do mercantilismo final resulta no liberalismo, quando o estado não
intervém mais na economia, a burguesia toma conta absoluta da atividade
econômica. Neste momento o maior signo do absolutismo é o que está se formando,
será o momento em que o estado passa a comandar e por isto a expansão de
mercado terá como conseqüência a expansão marítima por causa da necessidade de
novas matérias primas que são conseqüências das necessidades do estado, por que
na política do mercantilismo se organiza definitivamente que a riqueza não é
mais a quantidade de terras e sim a quantidade de portos. Porque é uma política baseada na moeda, o signo maior
da modernidade será a instauração da organização da política mercantilista.
Quando aqueles tiverem com sua organização na política mercantilista, estarão
instaurados na Idade Moderna para completar a passagem para a modernidade,
teremos como complemento para a necessidade de mercado e a política
mercantilista são os avanços técnico - científicos.
Quem promove é a monarquia
nacional, a mais interessada na expansão de mercado. O centro destes avanços
científicos estarão na Península Ibérica e em Portugal. A nação centralizou seu
poder e passou a investir em descobertas para a navegação. O rei interessado
vai investir em materiais e condições para estas descobertas. Este processo do
avanço de conhecimento vai propiciar ao longo do renascimento este conjunto de
características intelectuais, políticas e econômicas da modernidade que
permanece do século XV ao século XVIII.
Toda a fronteira da França com a
Espanha terá como característica maior o comércio terrestre. A França em função
da proximidade com a Alemanha e outras nações, têm facilidade de comércio e por
isso a França vai entrar tarde no comércio marítimo. E quando ela entra, os
mercados já estarão tomados por Portugal, Espanha e parte da Inglaterra. A
Inglaterra pelo mesmo motivo da Península Ibérica. Estas condições sobre a Europa
como um todo não se aplicam quantitativamente ao que seria a Espanha durante
este processo das pressões do Ocidente europeu como um todo.
História Moderna – 1500 – 1800.
Os
sinais de modernidade podem ser notados pelos aspectos da Formação das
Monarquias Nacionais, pela Política Mercantilista, pela Expansão de Mercado,
pela Ascensão da Burguesia e pelas Inovações Culturais seguido do Humanismo.
O
comércio mais a expansão de mercado juntamente com a burguesia, desenvolvem
novos aspectos. A necessidade de expansão da burguesia força a formação das
monarquias e a centralização de poder político e a necessidade de intervenção
na economia e na política mercantilista. Os sinais característicos do período
moderno são: a transição, a continuidade e a ruptura. As características do
mundo moderno aparecem, é que em pouco tempo acontecem muitas coisas enquanto
que anteriormente, em muito tempo aconteciam poucas coisas. A hermenêutica do
processo histórico mostra um conjunto de idéias, interpretações que visam um
objeto, lei, texto, etc; pelos aspectos de transição, continuidade e ruptura.
A transição provocada por ruptura: existem cortes e o que passa a existir
não segue a mesma ordem, ou seja, rompe com aspectos do passado, deixa de
existir e não volta como era antes.
Transição e Continuidade, não rompe totalmente com padrões,
permanece a essência do antigo após a transição.
Exemplo de Portugal.
Em
1383 – 85, dá-se a Revolução de Avis, começa o processo de ascensão, por
vencerem uma guerra interna seguido da subida ao trono de João de Avis. O poder
torna-se mais centralizado e Portugal inaugura o período moderno, onde vai
atuar nos princípios da modernidade.
Para
o autor Maffesoli, aspectos do
lento esforço da modernidade, como exemplo: o da unificação, onde a História é
linear. A sociedade é racional e o conceito é a realidade. (Texto de 1996).
Autor contemporâneo que critica a grande continuidade. Sociólogo francês, p/
ele o fato de ser linear é que causa a conseqüência. Nada muda. Não existe mudança, é uma eterna repetição. A sociedade
ficou racional no momento do apogeu da religiosidade. O conceito real explica
teoricamente sobre o real. Até o século XVIII, não se criava nada de novo, o
mundo viu-se com estes aspectos, sem criar fantasias.
Para
o autor Bermann, tudo é
autotransformação. Critica a modernidade, p/ ele, ser moderno é encontrar-se
num ambiente que promete aventura, poder, alegria, crescimento e transformação.
(texto de 1986. condição pós-moderna) Tudo
muda. Designa um conjunto de experiências compartilhadas por homens e
mulheres. Cada transição apresenta muitas formas de ruptura.
O conceito de Modernidade e contemporaneidade.
Na história tradicional o que marca a modernidade são as grandes navegações e os descobrimentos. A sensação de que o tempo passa rápido, o dia não deu para nada, é um fenômeno típico da modernidade. Cada vez mais, as engrenagens andam rapidamente. Um mundo em constante transformação e mudança na mentalidade. O homem do renascimento sente-se trepidante frente ao homem da idade média. Com o renascimento, a reforma, etc. Há um prestígio para com as línguas nacionais. O intelectual medieval comunica-se em latim. O estudante medieval percorre a universidade, vai atrás e estuda a língua que não entende. Ele torna-se universal. Ocorre o renascimento, a reforma, a contra-reforma, o concílio de Trento, na transição para a Idade Moderna. O mediterrâneo é o centro das navegações. A missão missionária vai junto com essas navegações.
Jesuítas vão a China, propostas dos jesuítas ao papado, pois são a primeira civilização milenar e convencidos de que são os melhores do mundo. OIs chineses não consideravam o culto católico, para eles era um desprestígio, não queriam a igreja católica na igreja chinesa. Não entenderam o problema de comunicação.
O latim contribuiu para a igreja e favoreceu a difusão cultural, também funcionou como língua de comunicação universal. A imposição do francês, no século XVII, XVIII até 1914, também foi responsável pela difusão cultural.
O homem moderno quando queria dizer que algo era careta, dizia que era gótico. Essa recuperação surge com o romantismo no século XIX, depois do século das luzes XVIII e depois da renovação científica, rural e mais urbana. O rural mais urbano é uma cidade pequena que não tem vida própria e a sua existência só faz sentido no conjunto. Nenhuma delas é principal, nem a rural, nem a urbana.
O ruralismo europeu composto pelo povoado, fundamental nesta paisagem. Estes não estão distantes da igreja. Gerando uma mudança de classes. O nobre tem a sua fazenda, mas também desfruta da vida na cidade. Geralmente o dono não vivia na propriedade rural. Um grupo se sentia privilegiado. A burguesia era rica e vivia melhor do que os outros, podiam não ter tanto prestígio social como a nobreza tinha, mas tinham dinheiro.
No século XVIII, ocorre um crescimento demográfico. A igreja possui um bispo e orador famoso. A burguesia não queria chegar perto dos esfarrapados. Quem vivia nas cidades via aquela gente mal vestida. As pessoas que trabalham no campo geralmente viviam em aldeias. De pé nochão, comendo mal, descreve o que vê no campo, um olhar de quem tem um outro modo de vida.
Fonte de arquivo pessoal. Aula da Prof. Vanessa.
O conceito de Modernidade e contemporaneidade.
Na história tradicional o que marca a modernidade são as grandes navegações e os descobrimentos. A sensação de que o tempo passa rápido, o dia não deu para nada, é um fenômeno típico da modernidade. Cada vez mais, as engrenagens andam rapidamente. Um mundo em constante transformação e mudança na mentalidade. O homem do renascimento sente-se trepidante frente ao homem da idade média. Com o renascimento, a reforma, etc. Há um prestígio para com as línguas nacionais. O intelectual medieval comunica-se em latim. O estudante medieval percorre a universidade, vai atrás e estuda a língua que não entende. Ele torna-se universal. Ocorre o renascimento, a reforma, a contra-reforma, o concílio de Trento, na transição para a Idade Moderna. O mediterrâneo é o centro das navegações. A missão missionária vai junto com essas navegações.
Jesuítas vão a China, propostas dos jesuítas ao papado, pois são a primeira civilização milenar e convencidos de que são os melhores do mundo. OIs chineses não consideravam o culto católico, para eles era um desprestígio, não queriam a igreja católica na igreja chinesa. Não entenderam o problema de comunicação.
O latim contribuiu para a igreja e favoreceu a difusão cultural, também funcionou como língua de comunicação universal. A imposição do francês, no século XVII, XVIII até 1914, também foi responsável pela difusão cultural.
O homem moderno quando queria dizer que algo era careta, dizia que era gótico. Essa recuperação surge com o romantismo no século XIX, depois do século das luzes XVIII e depois da renovação científica, rural e mais urbana. O rural mais urbano é uma cidade pequena que não tem vida própria e a sua existência só faz sentido no conjunto. Nenhuma delas é principal, nem a rural, nem a urbana.
O ruralismo europeu composto pelo povoado, fundamental nesta paisagem. Estes não estão distantes da igreja. Gerando uma mudança de classes. O nobre tem a sua fazenda, mas também desfruta da vida na cidade. Geralmente o dono não vivia na propriedade rural. Um grupo se sentia privilegiado. A burguesia era rica e vivia melhor do que os outros, podiam não ter tanto prestígio social como a nobreza tinha, mas tinham dinheiro.
No século XVIII, ocorre um crescimento demográfico. A igreja possui um bispo e orador famoso. A burguesia não queria chegar perto dos esfarrapados. Quem vivia nas cidades via aquela gente mal vestida. As pessoas que trabalham no campo geralmente viviam em aldeias. De pé nochão, comendo mal, descreve o que vê no campo, um olhar de quem tem um outro modo de vida.
Fonte de arquivo pessoal. Aula da Prof. Vanessa.
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