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quinta-feira, 29 de julho de 2021

Manaus, capital no Estado do Amazonas.

Manaus é a capital do estado do Amazonas. 





Rio Amazonas.


Rio Amazonas.


Rio Amazonas.





O aeroporto de Manaus (MAO), chama-se Eduardo Gomes.







A Pororoca no Rio Amazonas, um fenômeno natural produzido pelo encontro das correntes fluviais com as águas oceânicas. O nome pororoca origina-se do Tupi. 



Manaus.


Foi homologado o tombamento do Centro Histórico de Manaus. A publicação da portaria está no Diário Oficial da União, que foi um reconhecimento do conjunto urbano. O Iphan já trabalhava em prol da proteção e do desenvolvimento do centro histórico. O conjunto está acautelado desde 2012, diante da decisão favorável do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural. A próxima etapa será a inscrição do centro histórico de Manaus em 2 livros do tombo: o Arqueológico, Etnográfico e Paisagístico e o Histórico. A Portaria inclui Manaus no rol das cidades históricas do Brasil, avalia o Ministro Gilson Machado.

fonte: iphan.gov.br


Teatro Amazonas.


Teatro Amazonas.

Boa pesquisa.



 

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Em 1542, por uma mudança de rota, Francisco de Orellana encontrou o Rio Amazonas.

POR UMA MUDANÇA DE ROTA, FRANCISCO DE ORELLANA ENCONTROU O RIO AMAZONAS, HÁ 478 ANOS

Após se separar de Gonzalo Pizarro, o espanhol seguiu as afluentes do enorme rio sul-americano e o nomeou graças a um povo nativo
PAMELA MALVA PUBLICADO EM 13/02/2020
Representação dos barcos espanhóis usados em expedições
Representação dos barcos espanhóis usados em expedições - Wikimedia Commons
Após sua chegada à América Latina, os irmãos Pizarro dominaram territórios do Império Inca, como os atuais Equador e o Peru. Alguns anos mais tarde, em 1541, Gonzalo Pizarro foi declarado governador de Quito, a capital equatoriana.
Com o poder em mãos, ele construiu barcos e juntou tropas para, com a ajuda de seu tenente Francisco de Orellana, procurar a cidade de Eldorado e o país da canela. Os dois seguiram juntos na expedição e, em março daquele ano, marcharam pelos Andes.
Mesmo depois que cruzaram todas as montanhas, Gonzalo achou que sua exploração já era um completo desastre e decidiu mudar de direção. Com menos da metade de seus homens à disposição, foi para o Norte, enquanto Francisco seguiu em frente, em 1542.
O Rio Amazonas visto do espaço / Crédito: Wikimedia Commons

Uma vez separados, foi Orellana quem fez a maior descoberta: deu de cara com o gigante Rio Amazonas, no dia 13 de fevereiro. Com quase 7.000 km de extensão, o rio sul-americano brilhou aos olhos dos espanhóis.
Nesse encontro, Francisco batizou a enorme corrente de Río de Orellana. Terminação que mudaria em pouco tempo, graças aos povos nativos. Pouco depois da descoberta, a expedição de Orellana foi atacada por guerreiros liderados por mulheres.
Os espanhóis rapidamente compararam os nativos latino-americanos às Amazonas, as grandes guerreiras da mitologia grega. Assim, Francisco imaginou que o mais lógico seria nomear o rio com o que achavam que a tribo representava. Criou então, o nome do Rio Amazonas.

sábado, 28 de dezembro de 2019

Pentesileia, a guerreira amazona que virou sinônimo de força feminina.

PENTESILEIA, A GUERREIRA AMAZONA QUE VIROU SINÔNIMO DA FORÇA FEMININA

Filha de Ares e irmã de Hipólita, ela teve papel fundamental na Guerra de Troia — mas teve um trágico fim nas mãos de Aquiles
FABIO PREVIDELLI PUBLICADO EM 28/12/2019
Cabeça de Pentesileia
Cabeça de Pentesileia - Getty Images
As Amazonas eram uma raça lendária de mulheres guerreiras que viviam em algum lugar na região do Mar Negro — algumas fontes diferem da localização exata. Por serem muito conhecidas, existem diversas histórias populares sobre o grupo.
A mais famosa entre elas é a que diz que as Amazonas não permitiam que nenhum homem vivesse no acampamento. A visitação só era autorizada uma ver por ano para que eles se relacionassem sexualmente com as guerreiras.
As meninas, que nasciam dessa relação, eram treinadas para manter a linhagem. Já os garotos, quando não eram entregues aos pais, eram sacrificados ou deixados à própria sorte.
Batalha das Amazonas / Crédito: Getty Images
Outra história que chama a atenção é a que fala da relação entre as Amazonas e o arco e flecha. Dizem que o apreço delas pelo equipamento era tão grande que as guerreiras cortavam um de seus seios para facilitar no manejo do instrumento.
As Amazonas tinham várias rainhas famosas, sendo Pentesileia uma das mais conhecidas. Por sua ligação com o pai e por seu desejo de conflito, Plínio a credita como a inventora do machado de guerra.
Pentesileia
Vista com muito respeito por sua bravura, habilidades com armas e sabedoria, a rainha Pentesileia liderou as Amazonas para Tróia na luta contra os gregos. Filha de Ares, deus da guerra, com Otreta, ela era irmã de Antíopa, Melanipe e Hipólita (conhecida por possuir um cinturão mágico, cuja obtenção foi o nono dos Doze Trabalhos de Hércules).
Ela governou as Amazonas durante os anos da Guerra de Tróia, optando, durante a maior parte da batalha, ficar longe do conflito. No entanto, depois que Aquiles matou Hector, Pentesileia decidiu que era hora das Amazonas intervirem, e o grupo foi em socorro dos Troianos — que eram, afinal, companheiros anatólios.
Estátua de Pentesileia / Crédito: Wikimedia Commons
Destemida, ela atravessou as fileiras gregas, destruindo seus soldados. "A feroz Pentesileia, cinto de ouro preso sob o seio exposto, lidera suas linhas de batalha das Amazonas com seus crescentes escudos de luz ... uma guerreira, uma donzela que ousa lutar com os homens”, escreveu o poeta Virgílio sobre ela.
Embora Pentesileia fosse uma guerreira feroz, sua vida chegou ao fim nas mãos de Aquiles, que se encantou com a ferocidade e força da guerreira. Enquanto ele era atraído por ela com a intenção de encará-la como oponente, ele se apaixonou. Porém, era era tarde demais.
Aquiles a derrotou. Acredita-se, que depois disso, Térsites removeu os olhos da Amazona com uma espada. O ato enfureceu Aquiles que o matou sem pestanejar. Após a morte de Térsites, começou uma grande disputa pelo corpo da guerreira.
Diomedes, primo de Térsites, conseguiu recuperar o corpo de Pentesileia e, após jogá-lo atrás de sua carruagem, o arremessou no rio. Então, Aquiles teria achado o corpo e feito um enterro adequado. Algumas histórias dão conta de que o herói grego foi acusado de necrofilia com o corpo da Amazona e que, inclusive, ela teria dado luz à um filho dele algum tempo depois.
Ânfora de Exekias representando Aquiles e Pentesileia / Crédito: Getty Images
Apesar de sua relevância, a história de Pentesileia não é contada na Ilíada — que termina com o funeral de Hector, antes que as Amazonas chegassem para vingar sua morte. A trajetória delas só seria narrada no épico perdido Etiópida.
A vida e a morte de Pentesileia foram trágicas. Ela é retratada como uma guerreira corajosa e feroz que foi profundamente afetada por ter assassinado acidentalmente sua irmã Hipólita com uma lança. Mas apesar disso tudo, Pentesileia tornou-se sinônimo da força feminina.

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

Encontrados restos mortais de "guerreira amazona" que pode ter inspirado mito grego.

DESCOBERTA ARQUEOLÓGICA
Arqueólogos encontraram os restos mortais de uma guerreira que morreu há cerca de 2500 anos em uma batalha na Armênia. Seus ossos apresentavam sinais de inúmeros ferimentos, inclusive uma ponta de flecha alojada no fêmur. Os especialistas acreditam que mulheres como ela podem ter inspirado o mito grego das amazonas. 
A sepultura foi encontrada em 2017 nas terras altas da Armênia, onde o Reino de Urartu floresceu entre os séculos IX e VI a.C. A mulher foi enterrada com inúmeros pertences, como vasos de cerâmica e joias. Inicialmente, acreditava-se que os restos mortais pertenciam a uma jovem de 20 e poucos anos que ocupava uma alta posição social no reino. Mas um exame mais detalhado do esqueleto revelou uma história diferente.
Um grupo de pesquisadores liderados por Anahit Khudaverdyan, da Academia Nacional de Ciências da República da Armênia, descobriu que a mulher possuía uma estrutura muscular semelhante a de pessoas que se submetem a intensos treinamentos físicos. Pontos de ligação muscular da parte superior do corpo indicam "considerável atividade de trabalho". As evidências sugerem que ela provavelmente era uma arqueira treinada acostumada a puxar as fortes cordas de um arco.
As análises também indicam que ela apresentava glúteos pronunciados, que os pesquisadores acreditam serem o resultado de treinamentos militares, incluindo a montaria de cavalos. Outras características marcantes do esqueleto são as várias evidências de ferimentos. Além da ponta de flecha alojada na perna esquerda, ela apresentava marcas produzidas por pelo menos duas armas diferentes: um machado e uma espada. Segundo os cientistas, isso indica que ela vivia um cotidiano de interações violentas.
De acordo com a mitologia grega, as amazonas eram integrantes de uma antiga nação de guerreiras situada no Cáucaso, nas proximidades da atual Armênia. Os autores do estudo sugerem que as mulheres que lutavam em batalhas no Reino de Urartu podem ter servido de inspiração para essas lendas. 

Imagens: Anahit Khudaverdyan, et al/Academia Nacional de Ciências da República da Armênia/Reprodução

terça-feira, 6 de junho de 2017

8 histórias de mitos que na verdade existiram.

8 histórias de mitos que na verdade existiram.

HISTÓRIA |  6 de junho de 2017 por Géssica Veloso
Mito é uma narrativa utilizada por gregos antigos para explicar fatos da realidade e fenômenos da natureza, as origens do mundo e do homem, que antes não eram compreendidos por eles. Os gregos utilizavam símbolos, deuses, heróis e até personagens sobrenaturais na demonstração.
Porém, o que provavelmente você não sabia é que algumas lendas contatadas como mitos são verdadeiras, pois de fato aconteceram ou existira. A Fatos Desconhecidos foi atrás e descobriu 8 histórias de mitos que na verdade existiram. Entre elas estão a Torre de Babel, os contos sobre os dragões e lobo-gigante que viveram na Terra. Essas e outras história você confere abaixo. 

1 – Cila e Caríbdis

Na mitologia grega, Cila era uma bela ninfa que acabou se transformando em um monstro marinho, já Caríbdis era uma criatura marinha protetora do mar. Porém, no Estreito de Messina, que separa a península Itálica da ilha da Sicília, já foi encontrado Caribdis, e cardumes que vivem no local também podem ter inspirado Cila.

2 – Tribos femininas Amazonas

O historiador grego Heródoto já narrava em suas obras sobre a história de tribos femininas as chamadas Amazonas que viviam sem homens, chegaram a ser capturadas, porém, fugiram, e acabaram sofrendo um naufrágio, mas sobreviveram. Elas lutaram contra um grupo de homens que tinha a linguagem iraniana e essas mulheres acabaram se casando com eles após prometerem que suas filhas seriam encorajadas a serem guerreiras.
Recentemente, arqueólogos encontraram sepulturas antigas de mulheres mortas com os ossos todos danificados por causa da guerra. Elas chegaram a serem enterradas com espadas, punhais e todos os artefatos que utilizam durante na batalha. Portanto, elas não foram uma lenda.

3 – Imoogi

Imoogi ou Imugi é uma criatura mitológica coreana que se parece com dragões e grandes serpentes. As lendas contavam que eles viviam em cavernas e sobreviviam por mil anos. O que, provavelmente os coreanos não sabiam é que de fato existia um espécie de serpente que viveu há cerca de 60 milhões de anos e tinha 14 metros de comprimento. A Titanoboa pesava mais de uma tonelada e poderia engolir um homem.

4 – Torre de Babel

A Torre de Babel é mencionada na Bíblia no livro de Gênesis e teria sido construída por descendentes de Noé após o Dilúvio. Porém, segundo historiadores, o local de fato existiu e se chamava Etemenanki, nome de um templo dedicado ao deus Marduque na cidade de Babilônia, destruído por Alexandre, o Grande.

5 – Dragão

Geralmente as histórias que incluem dragões são vistas como mitos, porém, o que poucos sabem é que de fato existiu a Megalania, uma espécia de lagarto gigante. Ele habitava na Austrália e entrou em extinção há cerca de 40 mil anos. Alguns historiadores relatam que o animal, parente do dragão-de-komodo, media cerca de oito metros de altura e pesava quase 2 toneladas. Além disso, a saliva da Megalania era venenosa e podia provocar a morte nas pessoas.

6 – Lobo-gigante

Esse animal é um mamífero extinto da família Canidae que habitou a América do Norte há cerca de 10 mil anos durante o pleistoceno, período quaternário que ocorreu entre 1,8 milhão a 11.000 anos atrás. Nessa época, o lobo-gigante viviam ao lado do homem, porém, morreram após a mega fauna, que antes tinham, entrar em extinção.

7 – Kraken

Kraken é uma espécie de calamar, conhecidos por ameaçar os navios no folclore nórdico, e até certo tempo era visto como algo místico. Porém, recentemente um Kraken foi encontrado no oceano do sul. Estima-se que o animal tenha 14 metros de altura e o bico e olhos sejam maiores que o de um calamar.

8 – Berserkers

Berserkers foram guerreiros nórdicos ferozes que haviam jurado fidelidade ao deus viking Odin. Eles já apareceram em poemas noruegueses e durante anos foram temidos, pois antes das batalhas despertavam uma fúria terrível. Porém, segundo historiadores, os Berserkers de fato existiram, e essa fúria era sentida devido algumas drogas alucinógenas que tomavam e os deixavam destemidos.
FONTE(S) Listeverse
IMAGENS Projeto quartzo azulGoblin punchWallpaperEvolução SelvagemSword lordCleofasDeviant artUm pouquinho de cada lugarListverse
nossa fonte: http://www.fatosdesconhecidos.com.br/8-historias-de-mitos-que-na-verdade-existiram/