segunda-feira, 21 de setembro de 2026
Edição Histórica sobre a Revolução Farroupilha.
sexta-feira, 29 de maio de 2026
Livro: Revolução Farroupilha: a História, os heróis e os símbolos. De: Roberto Marchetti.
O livro "Revolução
Farroupilha: a história, os heróis e os símbolos", de Norberto
Marchetti (lançado originalmente em 2011), é uma obra de caráter informativo e
didático que busca sintetizar os dez anos de conflito (1835-1845) no Rio Grande
do Sul.
Diferente de
tratados puramente acadêmicos, o autor organiza o conteúdo para facilitar a
compreensão dos elementos que formaram a identidade gaúcha. A obra estrutura-se
em três pilares principais:
1. A
História e as Causas
- Marchetti detalha o
descontentamento da elite estancieira com as altas taxações
imperiais sobre o charque, que perdia competitividade para o
produto importado do Uruguai e Argentina.
- O livro narra o desenrolar
militar desde a invasão de Porto Alegre em 20 de setembro de 1835 até
o Tratado de Poncho Verde, que selou a paz em 1845.
2. Os
Heróis
- O autor dedica espaço
considerável aos perfis biográficos de líderes centrais, como:
- Bento Gonçalves: O principal articulador e
líder da revolta.
- Giuseppe e Anita Garibaldi: O casal que simbolizou a
conexão internacional dos ideais republicanos.
- Antônio de Souza Netto: O proclamador da República
Rio-Grandense.
- A narrativa destaca a bravura e o
sacrifício pessoal dessas figuras, reforçando a ideia do "espírito de
bravura" gaúcho.
3. Os
Símbolos
- Este é um diferencial da obra,
que explica a origem e o significado de elementos como a bandeira
tricolor (verde, vermelho e amarelo), o brasão e
o hino oficial.
- O autor também conecta esses
elementos históricos às tradições contemporâneas, como a Semana
Farroupilha, que mantém viva a memória do conflito como um marco
cultural.
Análise
Crítica
A obra é frequentemente recomendada para leitores que buscam um panorama
abrangente e visual da revolução. Embora não aprofunde tanto em revisões
críticas recentes — como o papel controverso dos Lanceiros Negros — ela cumpre
o papel de ser um guia acessível sobre a historiografia oficial e o legado
cultural da guerra.
Livro: História do Rio Grande do Sul. De: Moacyr Flores.
O livro "História
do Rio Grande do Sul", de Moacyr Flores, é
considerado uma obra clássica e didática fundamental para compreender a
formação do estado gaúcho. Publicado originalmente na década de 80 e atualizado
em diversas edições por editoras como a Martins Livreiro, o texto funciona como um manual
abrangente que evita o rigor acadêmico excessivo para focar em uma linguagem
acessível e realista.
Principais
Temas e Estrutura
A obra
organiza a trajetória do estado em painéis cronológicos e temáticos que
abrangem desde o período pré-colonial até a contemporaneidade:
- Povos Nativos e Reduções: Análise das culturas indígenas
e o impacto das missões jesuíticas, incluindo o processo de destruição
destas.
- Formação Portuguesa: Detalha a ocupação lusitana no
extremo sul e as disputas territoriais com a Espanha.
- Período Monárquico: Foca em temas como a Revolução Farroupilha — especialidade do autor —
e o papel de estancieiros e charqueadores.
- Imigração e Colonização: Estuda a chegada de alemães e
italianos e como isso alterou a estrutura socioeconômica gaúcha.
- República e Política: Examina o desenvolvimento da
sociedade burguesa e os movimentos políticos no estado.
Características
da Obra
- Didatismo: O livro originou-se das aulas
de História Regional ministradas pelo autor na PUCRS, mantendo um tom
educativo ideal para estudantes e o público em geral.
- Análise Crítica: Flores busca traçar relações
entre eventos de diferentes épocas, fugindo de uma narrativa meramente
linear ou ufanista.
- Relevância Historiográfica: É citada em diversas
plataformas, como Skoob e Amazon, como uma síntese interpretativa que ajuda a
consolidar a identidade cultural do Rio Grande do Sul
sábado, 26 de março de 2022
Mergulhadores localizaram o navio presídio da Revolução Farroupilha afundado em Porto Alegre.

MERGULHADORES LOCALIZAM NAVIO PRESÍDIO DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA AFUNDADO EM PORTO ALEGRE
Na quarta-feira (23), uma equipe mergulhou no navio Presiganga, afundado no Rio Jacuí no período da Revolução Farroupilha, estando ele a aproximadamente 150 metros da ponte do vão móvel, em Porto Alegre.
Presiganga eram os navios presídio utilizados pelos governos brasileiro e português nas décadas de 1830 a 1860 e administrados pela Marinha. Seu nome teria origem no termo inglês “press-gang” (grupos que recrutavam marinheiros à força entre a população), que foi abrasileirado para “presiganga” no Rio de Janeiro.
Em 1830, o Presiganga que foi alvo desta expedição no Rio Jacuí recebeu alguns alemães suspeitos de conspirarem contra o governo, entre eles o major Otto Heise. Recebeu tanto os imperiais presos na tomada de Porto Alegre, quanto os revolucionários presos na sua retomada. Entre os imperiais presos, estava o major Manuel Marques de Souza, futuro conde de Porto Alegre.

Do lado republicano, foram logo em seguida presos Pereira Coruja e Vicente Ferreira Gomes. Para lá, também foram enviados nomes como Jerônimo Gomes Jardim, Onofre Pires, Pedro Boticário e até Bento Gonçalves, entre outros farroupilhas. Até cidadãos norte-americanos suspeitos de auxiliarem os rebeldes, como Frederic Engerer, sócio do cônsul norte-americano em Porto Alegre, tiveram o mesmo destino.
O local do naufrágio havia sido identificado pelo antropólogo Marlon Borges Pestana em agosto de 2020 e, nesta semana, uma expedição utilizando sonares especiais cedidos pela Equinautic no Cisne Branco foi até lá, conseguiu efetivar o mergulho e recuperar alguns artefatos, como uma espada do período farrapo. Agora, o fato está sendo relatado à Marinha do Brasil para emissão de autorização para os próximos mergulhos. O navio Presiganga está acomodado no fundo do Rio Jacuí com a proa para o Sul, tem aproximadamente 60 metros de comprimento e sua parte superior está a aproximadamente 4 metros da superfície.
Capitaneado por Flávio Longaray Ramirez, a expedição contou como os mergulhadores José Amadeu Silva De Freitas Freitas e Geraldo Senna, que além também navegam pelas águas do Guaíba, Lagoa dos Patos e pelo Brasil. (O Sul)
fonte: poa24hrs.com.br
domingo, 1 de março de 2020
Revolução Farroupilha: Em 1845, o fim da guerra contra o Império do Brasil.
REVOLUÇÃO FARROUPILHA: 175 ANOS DO FIM DA GUERRA CONTRA O IMPÉRIO DO BRASIL


terça-feira, 27 de janeiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
quinta-feira, 20 de setembro de 2001
Como surgiram as comemorações farroupilhas?
nossa fonte: KRAMER, Elva Verlang, História de Porto Alegre. São Paulo: FTD, 2001.


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