Mostrando postagens com marcador Equador. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Equador. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Fósseis da Era do Gelo são encontrados no Equador.

FÓSSEIS DE 22 BICHOS-PREGUIÇA GIGANTES, DA ERA DO GELO, SÃO ENCONTRADOS NO EQUADOR

Restos dos animais de 20 mil anos, que tinham o tamanho de um elefante, estavam preservados no asfalto
FABIO PREVIDELLI PUBLICADO EM 04/05/2020
Pesquisadores analisando fósseis
Pesquisadores analisando fósseis - Divulgação
Os restos fósseis de 22 preguiças da Era do Gelo, de cerca de 20 mil anos, foram encontradas preservadas em um asfalto no Equador. Segundo os pesquisadores, os espécimes — que incluíam 15 adultos, cinco crianças e dois recém-nascidos ou fetos — foram desenterrados em um local chamado Tanque Loma, que fica na península de Santa Elena.
Pesando várias toneladas, as preguiças — da espécie Eremotherium laurillardi — tinham o tamanho de elefantes e eram capazes de se mover rapidamente com apenas duas pernas, ao contrário de seus parentes modernos.
Esqueleto montado de um Eremotherium laurillardi em exposição no Museu de Ciências Naturais de Houston / Crédito: Wikimedia Commons

Embora os restos tenham sido encontrados no asfalto, os especialistas acreditam que os animais não tenham morrido por ficarem presos em um poço de piche, mas sim por beberem água contaminada por suas próprias fezes.
Foi só então que uma infiltração de asfalto preservou os animais, que estavam juntos com os restos de um cavalo, um cervo e outros dois animais: um parecido com um elefante e outro com um tatu.
“Por muito tempo, todo mundo pensou no cenário clássico do Poço de Piche de La Brea, onde um grande herbívoro ficava preso no asfalto, depois um bando de carnívoros era atraído pelo animal preso e ficava preso também, depois os pássaros ficavam presos, os insetos ficariam presos etc”, explicou Emily Breasey, autora principal do estudo, curadora assistente e diretora de escavações do Poço de Piche de La Brea.
Esqueleto montado de uma preguiça gigante em exposição no Museu de Ciências Naturais da Carolina do Norte / Crédito: Wikimedia Commons

“Nada ficou preso no Tanque Loma! Os animais morreram em um ambiente aquático, como muitos outros locais fósseis, e os ossos foram preservados por sorte por infiltração de asfalto. Fiquei impressionado quando percebi isso pela primeira vez”.
As conclusões completas do estudo foram divulgadas em um artigo publicado na revista Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology.

segunda-feira, 16 de março de 2020

Pesquisadores encontram espécie de yeti sul americano.

PESQUISADORES ENCONTRAM ESPÉCIE DE YETI SUL-AMERICANO

Descoberto no Equador, a criatura era um ancestral dos bicho-preguiças atuais e pesavam cerca de uma tonelada
CAIO TORTAMANO PUBLICADO EM 16/03/2020
Representação gráfica da espécie encontrada
Representação gráfica da espécie encontrada - Agencia CTyS
Uma equipe conjunta entre pesquisadores argentinos e equatorianos encontraram, no Equador, restos do que pode ter sido uma espécie de “yeti” sul americano que viveu no continente 10 mil anos atrás.
A criatura, que é uma espécie de antecessor dos bicho-preguiça atuais, teria por volta de uma tonelada e contaria com garras imensas para se proteger. Encontrado na região montanhosa dos Andes, o focinho do yeti era adaptado para locais altos com baixas temperaturas.
O Oreomylodon wegneri, nome científico da espécie, foi apelidado de Milodonte da Montanha. Milodontes são um gênero extinto de preguiças gigantes que viveram na América do Sul entre 14 e 10 mil anos atrás. Existem registros de fósseis dos milodontes encontrados no Equador há mais de 100 anos, e todas suas ossadas foram capazes de construir praticamente um corpo inteiro da massiva criatura.
Fóssil do Milodonte da Montanha / Crédito: Agencia CTyS

Apesar disso, pesquisadores esperam descobrir muito mais sobre a espécie. Os estudiosos ainda acreditam que o yeti era herbívoro com um olfato extremamente apurado. Suas garras, possivelmente, estavam presentes tanto nas suas patas dianteiras como nas traseiras.

segunda-feira, 14 de outubro de 2019

O que está acontecendo no Equador.

INSURREIÇÃO POPULAR: ENTENDA O QUE ESTÁ ACONTECENDO NO EQUADOR

Unidades populares e grupos indígenas estão comandando o levante que desestabilizou o governo de Lenin Moreno
ANDRÉ NOGUEIRA PUBLICADO EM 14/10/2019
None
Reprodução

Desde o dia 3 de outubro de 2019, o Equador passa por uma crise política e uma insurreição generalizada, em que milhares de pessoas estão marchando por melhores condições de vida e garantia de direitos. Em um processo quase revolucionário, a insurreição popular equatoriana é auto-organizada e envolve tanto grupos de esquerda quanto unidades populares e nações indígenas.
O que está ocorrendo é consequência da experiência áustera e neoliberal do atual presidente do país, Lenin Moreno e de seu antecessor, Rafael Correa, do partido Alianza País. O corte de direitos, as medidas antipopulares, o fim de subsídios econômicos básicos e a elevação do preço da gasolina deram palco para a insatisfação popular.
O estopim desse fenômeno ocorreu com a audaciosa decisão de Moreno de firmar um pacto com o FMI, através do Decreto 833, para acessar um empréstimo de 4,2 bilhões de dólares, o que exige ao país um pacote de reformas liberais e o provável enfraquecimento da moeda nacional.
Desde o estopim do dia 3, os movimentos indígenas tem tomado a frente das marchas que ocupam as cidades e declaram o fim das reformas antipopulares. Diversos núcleos de decisão alternativos estão sendo criados, em nome de um poder vindo de baixo. Durante o processo, parte do Exército Equatoriano, ligado às pautas legalistas e populares, se aliou à revolta, fazendo parte da proteção dos insurreicionistas contra a polícia.
Logo no início, foi convocada uma greve geral responsável por desestabilizar o governo de Lenin Moreno. As marchas em direção à capital aumentam e as estradas estão sendo obstruídas pela força das mãos organizadas.
Perdendo gradativamente as bases políticas e perante os levantes revolucionários, Lenin Moreno reparou o perigo de se manter em Quito. Entretranto, no dia 8 de outubro, ele oficialmente transferiu a capital para Guayaquil, distante dos núcleos insurrecionados.
Em menos de dois dias, o principal braço indígena do movimento tomou Quito. Com a tomada a capital, os manifestantes invadiram o prédio da Assembleia Nacional, casa do legislativo, e declararam o nascimento do Parlamento de los Pueblos.
Hoje, o país está dividido entre as unidades federativas adeptas ao processo revolucionário e as que ainda estão aliadas ao presidente eleito. Moreno, em Guayaquil, decretou Estado de Sítio e a militarização da segurança, além de declarar um toque de recolher na capital, que tem gerado violência entre policiais e manifestantes.
Agora, os movimentos internos do país estão realizando acordos mútuos para cogitar no encerramento dos protestos e retomada da normalidade política, mas ainda há muito o que se discutir. Ao mesmo tempo, foi instaurada uma comissão de busca pela paz no Equador, mediada pela ONU.

quarta-feira, 16 de dezembro de 1992

Repúblicas Andinas: Povos e Países 21.





Fonte: Repúblicas Andinas. Coleção: Povos e Países 21, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1973.

Repúblicas Andinas ou América Andina, são um conjunto de países que são cortados pela Cordilheira dos Andes. São eles: A Bolívia, o Chile, a Colômbia, o Equador, o Peru e a Venezuela.

 


 

terça-feira, 15 de dezembro de 1992

Repúblicas Andinas: Povos e Países 22.





Fonte: Repúblicas Andinas. Coleção: Povos e Países 21, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1973.

Repúblicas Andinas ou América Andina, são um conjunto de países que são cortados pela Cordilheira dos Andes. São eles: A Bolívia, o Chile, a Colômbia, o Equador, o Peru e a Venezuela.


 

sexta-feira, 18 de setembro de 1992

Arqueólogos encontram estranho símbolo em uma “cancha” inca do Equador.

INCAS
Também foram descobertos dois esqueletos humanos e vasilhas da fase de transição entra o período incaico e a colônia espanhola
Por: HISTORY Brasil

Arqueólogos identificaram dois esqueletos humanos e peças de cerâmica correspondentes à época de transição do período incaico e a colônia espanhola, na localidade equatoriana de Mulaló, província de Cotopaxi. Os restos estavam dentro de um conglomerado de terra e argila, que funcionava como base para residências e fortificações, mais conhecido como “cancha”. Mas o que chamou a atenção dos pesquisadores foi um estranho símbolo gravado em artefatos que também foram escavados no local.

Letra misteriosa

A descoberta foi feita por moradores da região durante obras de um sistema de irrigação. Além dos vestígios humanos, foram encontradas vasilhas clássicas da cultura inca. Algumas delas são decoradas com uma cruz e uma misteriosa letra “W”, que até o momento não foi relacionada a nenhum nome em particular. É a primeira vez que um símbolo como esse é descoberto. 

Os especialistas acreditam que os artefatos e restos humanos datam do período entre os anos de 1450 e 1540. De acordo com o arqueólogo Esteban Acosta, o local era possivelmente usado pelos incas como cemitério. 

Estima-se que os esqueletos tenham sido sepultados na mesma época, mas até agora não foi possível confirmar nada a respeito deles. Os pesquisadores afirmam que a descoberta pode trazer informações sobre os hábitos e modos de vida durante o período intercolonial andino. 

Fontes: RT e Cotopaxi Notícias

Imagens: iStock e Fundação Atacama/Reprodução

domingo, 24 de fevereiro de 1991

A Independência do Equador.


A Independência do Equador.

Depois de dominada a massa indígena, foi inicialmente distribuída como mão de obra sobre o regime que os espanhóis chamavam encomienda. Houve uma produção artesanal na região da serra e dali saíram mercadorias para o polo Alto Peru. As reformas burbônicas do século XVIII, terminaram por liquidar esse artesanato, já bastante castigado pelo declínio do mercado ao qual enviava seus excedentes. No Brasil, como no resto da América espanhola, o problema do poder político mobilizou também os grupos economicamente mais poderosos. Os extratos sociais abaixo deste, pretendiam algo mais ou muito mais. Parece evidente que nos fins do século XVIII a maioria dos aristocratas estava conspirando ou disposta a conspirar. Na época, foi intérprete das ideias de emancipação que estavam abrindo caminho, o Doutor Eugênio de Santa Cruz, indivíduo de origem humilde, que graças a bons protetores e decidido esforço, formara-se em medicina, jurisprudência e direito canônico. Tropas dos vice-reinos enviadas para impor a ordem, excederam se em suas atitudes e provocaram a reação de populares que de repente viam-se roubados e assaltados sem haver tido parte nos negócios da fracassada junta de aristocratas. Houve uma assembleia de pessoas importantes, convocada pela autoridade colonial e estabeleceu-se um tipo de acerto. Formou-se uma Junta Superior de Governo, que de certo modo, era um prolongamento da, de 10 de 1809. Bolivar pretendia conseguir a anexação de Quito e Guaiaquil a Colômbia, mas a Junta de governo de Guaiaquil aceitou apenas colocar-se (sob a proteção da Colômbia).