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sábado, 16 de outubro de 2021

Descoberta carta para um Deus em tumba na Sérvia.

PESQUISADORES DESCOBREM CARTA DIRECIONADA À 'DEUS' DE 1.800 ANOS EM TUMBA NA SÉRVIA

Confeccionado em um papel de prata, a escritura religiosa estava dobrada e revelou uma impressionante mensagem para "os poderes superiores"

WALLACY FERRARI PUBLICADO EM 27/08/2020

A carta escaneada e transcrita com Deus como remetente
A carta escaneada e transcrita com Deus como remetente - Divlgação/Facebook/Causa Abierta/26.08.2020

Uma equipe de pesquisadores localizou uma suposta carta direcionada aos “poderes superiores” em uma tumba de uma garota no Oriente Médio. Contendo as letras gregas hi, teta, ni e ro — que pode ser interpretada como HRIS — a inscrição pode ser atribuída ao nome do fundador do cristianismo, podendo ser feita ou atribuída ao mesmo.

Confeccionada em uma lâmina de prata fina com 5,3 centímetros de comprimento, 3,5 de largura e apenas 1 milímetro de espessura, o artefato tinha sete dobras que, quando abertas, revelaram a mensagem. A tumba, encontrada no sítio arqueológico de Viminacio, na Sérvia, continha os restos mortais de uma menina com aproximadamente três anos de idade.

De acordo com o portal Novosti, havia outros dois sarcófagos, sendo todos confeccionados com chumbo para “proteger a falecida no outro mundo”. A mensagem direcionada a figura divina, por sua vez, poderia justificar a ida de uma pessoa tão jovem, sendo uma das inscrições mais antigas com o nome de Cristo já conhecida.

O diretor do Instituto Arqueológico Sércio, Miomir Korac, acrescentou que a leitura da palavra HRIS, ainda, deve ser certificada: "Há que considerar que o Cristianismo era diferente do de hoje, era um conjunto de seitas muito diversas e os gnósticos místicos, cujos anéis também foram encontrados, consideravam-se cristãos".

fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/historia-hoje/pesquisadores-descobrem-carta-direcionada-a-deus-de-1800-anos-em-tumba-na-servia.phtml

quarta-feira, 15 de abril de 2020

Torre de crânios de Nis, um dos mais macabros monumentos de guerra do mundo.

A TORRE DE CRÂNIOS DE NIŠ, UM DOS MAIS MACABROS MONUMENTOS DE GUERRA DO MUNDO

Com quase mil cabeças decapitadas e enfileiradas, a estrutura fúnebre do século 19 demonstra a brutalidade da história da independência da Sérvia
ISABELA BARREIROS PUBLICADO EM 15/04/2020
A Torre de Crânios de Niš, na Sérvia
A Torre de Crânios de Niš, na Sérvia - Wikimedia Commons
Muitos monumentos são construídos para demonstrar vitórias em guerras. Grandes estátuas, capelas e homenagens são alguns exemplos. No entanto, na cidade de Niš, na Sérvia, contou a história da Primeira Revolta Sérvia de uma maneira muito mais peculiar e macabra: no local, é possível visitar a Torre de Crânios de Niš, uma escultura com quase mil cabeças.
O conflito que gerou essa fúnebre estátua foi a Primeira Revolta Sérvia, que aconteceu entre os anos de 1804 e 1813. Naquele período, muitas batalhas foram travadas entre os sérvios e seu inimigo número 1, o Império Otomano. Contra a dominação turca, essa população iniciou uma batalha para formar um estado independente.
Inúmeras tropas rebeldes participaram da guerra, a maioria em menor número. Em um desses embates, para defender proteger a cidade estrategicamente vital de Niš, os sérvios se encontravam em poucos contra ao menos 36 mil guardas imperiais turcos. Quando o comandante Stevan Sindelić percebeu a situação em que se encontrava, tomou uma drástica decisão.
Sacrificando a si e aos seus soldados, o líder atirou em dos um barril de pólvora que estavam dentro de um local cheio da carga com o intuito de matar o matar o maior número possível de turcos e evitar que eles fossem capturados e torturados. Explodindo tudo, foi capaz de acabar com a vida de vários de seus inimigos, mas não conseguiu matar o general turco Hurshi Pasha.
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Pasha havia ficado indignado com o ato de rebeldia do sérvio. Por mais que conflitos fossem geralmente sangrentos, o final deste superou essas suposições: o general ordenou aos seus homens que, como ato de desprezo, mutilassem cruelmente os corpos dos rebeldes. Os rivais, já mortos, foram decapitados e tiveram sua pele descascada.
Depois de realizarem a prática brutal, os soldados enviaram os restos mortais remanescentes dos inimigos à corte imperial em Istambul. A atitude foi considerada uma “prova” de sua vitória na batalha travada. No entanto, isso não era tudo.
A Torre de Crânios de Niš.
Crédito: Wikimedia Commons

Como essa é a história da Torre de Crânios de Niš, é possível adivinhar onde foram parar os crânios desses soldados sérvios. Sim, Hurshi Pasha mandou, ainda, que seus homens construíssem um monumento que consistia basicamente em ordenar as cabeças decapitadas dos inimigos em uma torre.
A tradição se tornou marca registrada dos otomanos: para que não desafiassem seu poder, os otomanos edificavam construções enormes com os restos de seus opositores apenas nesse intuito. Foi assim que surgiu a famosa escultura que contém crânios.
O poeta francês Alphonse de Lamartine descreveu a estrutura em um de seus escritos da década de 1830. "Vi uma grande torre erguendo-se no meio da planície, branca como o mármore pariano. Descobri que as paredes eram compostas por fileiras regulares de crânios humanos. Em alguns lugares, partes de cabelos ainda pendiam e acenava, como líquen ou musgo, com cada sopro de vento. Que os sérvios mantenham esse monumento! Ele sempre ensinará a seus filhos o valor da independência de um povo, mostrando-lhes o preço real que seus pais pagaram por ele”.
Com quase quatro metros e meio de altura e cerca de quatro de largura, o monumento inicialmente ostentava 952 crânios humanos. Em 56 fileiras de 17 caveiras cada uma, a macabra torre está na entrada principal da cidade, demonstrando logo de cara o que acontecera na região.
Construída ao fim daquele embate, em 1809, a estátua foi nomeada de “élele Kula”, que na tradução literal quer dizer “torre da caveira”. No topo, está colocado o crânio do comandante Stevan Sindelić, protagonista da última ação do conflito e símbolo das atrocidades cometidas durante a guerra pela independência sérvia.
Hoje, porém, o local está um pouco diferente de como foi deixado por Pasha no início do século 19. Muitas das famílias, em luto pela perda, retiraram a parte restante do esqueleto de seus entes queridos da famosa e fúnebre estátua. Atualmente, restam cerca de 60 crânios no monumento. Além disso, o governo sérvio construiu uma capela nas proximidades do monumento em 1892.

segunda-feira, 13 de abril de 2020

Arqueólogos acreditam ter encontrado antigos navios romanos na Sérvia.

ARQUEÓLOGOS ACREDITAM TER ENCONTRADO ANTIGOS NAVIOS ROMANOS NA SÉRVIA

Atualmente as expedições para confirmar as origens das embarcações, estão paradas por causa da pandemia de coronavírus
PENÉLOPE COELHO PUBLICADO EM 13/04/2020
Navios descobertos por mineradores na Sérvia
Navios descobertos por mineradores na Sérvia - Divulgação
Recentemente, profissionais de uma mina de carvão na Sérvia se depararam com uma descoberta surpreendente: possíveis navios de 1.300 anos da era romana, que estavam enterrados na lama de um antigo rio, foram localizados.
A mina de Kostolac fica perto da antiga cidade romana de Viminacium, onde uma base do esquadrão dos navios de guerra foi estabelecida, no rio Danúbio. Os barcos estavam cobertos por uma camada de cascalho a mais de 15 metros de profundidade, enterrados por lama, o que conservou as peças em boas condições durante anos.
A maior embarcação evidenciou ainda mais a procedência romana: ela parece ter sido construída com as mesmas técnicas utilizadas na época, mas, infelizmente foi danificada por equipamentos de mineração. Os outros dois navios menores, esculpidos em um tronco de árvore, combinam com as descrições dos transportes que foram usados por grupos Eslavos para efetuar ataques na fronteira romana através do rio Danúbio.
O arqueólogo Miomir Korac, diretor do Instituto Arqueológico e chefe do Projeto de Ciência Viminacium, disse que sua equipe coletou boa parte das peças do navio maior e que eles pretendem reconstruí-lo. O objetivo é entender um pouco mais sobre como esses meios de transporte funcionavam na época.
Para ter certeza da datação dos navios, algumas amostras foram enviadas para um laboratório que realiza análises em madeiras, porém, a pandemia de Covid-19 atrasou esse processo. As respostas sobre a origens dos navios ficarão no ar, até que a pesquisa possa voltar à tona.

terça-feira, 10 de maio de 1994

Estêvão Duchan, Rei dos Balcãs.


Rei dos Balcãs e outras regiões, como a Bulgária, Albânia e parte da Grécia. Imperador dos Sérvios e dos Gregos.

Fonte: Filipe O Belo. Coleção: Grandes Personagens da História Universal, Volume 28, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1970.

 

sexta-feira, 19 de março de 1993

Balcãs: Povos e Países 47.





Fonte: Balcãs. Coleção: Povos e Países 47, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1973.

Os Bálcãs, Balcãs, ou ainda península balcânica é o nome histórico e geográfico para designar a região sudeste da Europa que engloba a Albânia, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Grécia, Macedônia do Norte, Montenegro, Sérvia, o autoproclamado independente Kosovo, a porção da Turquia no continente europeu (a Trácia Oriental), bem como partes da Croácia, da Romênia e da Eslovênia. 

Fonte do texto: wikipédia.

 

quinta-feira, 18 de março de 1993

Balcãs: Povos e Países 48.





Fonte: Balcãs. Coleção: Povos e Países 48, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1973.

Os Bálcãs, Balcãs, ou ainda península balcânica é o nome histórico e geográfico para designar a região sudeste da Europa que engloba a Albânia, Bósnia e Herzegovina, Bulgária, Grécia, Macedônia do Norte, Montenegro, Sérvia, o autoproclamado independente Kosovo, a porção da Turquia no continente europeu (a Trácia Oriental), bem como partes da Croácia, da Romênia e da Eslovênia. 

Fonte do texto: wikipédia.