Mostrando postagens com marcador Tenochtitlán. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Tenochtitlán. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 13 de agosto de 2019

A queda do Império asteca: há 500 anos, Hernán Cortés tomava Tenochtitlán.

 A QUEDA DO IMPÉRIO ASTECA: HÁ 500 ANOS, HERNÁN CORTÉS TOMAVA TENOCHTITLÁN

Com táticas brutais, o conquistador tomou o controle da majestosa cidade e deu início à colonização espanhola na região

VINÍCIUS BUONO PUBLICADO EM 13/08/2019

Retrato do conquistador Hernán Cortés
Retrato do conquistador Hernán Cortés - Domínio Público/ Creative Commons/ Wikimedia Commons

Há exatos 500 anos, em 13 de agosto de 1521, acontecia o Cerco de Tenochtitlán, episódio que marcou o término da conquista do Império Asteca pela Espanha e o início da colonização da América pelo país ibérico.

Um povo nativo da América Central, os Astecas viviam como uma confederação de cidade-estado que jurava lealdade ao imperador, cuja influência política se estendia por toda a região. Sua capital, Tenochtitlán, era uma das maiores cidades do mundo à época.

Situada no meio do Lago Texcoco, a suntuosa cidade possuía um enorme sistema de aquedutos e canais, além de belos palácios, templos e mercados. Sua população era composta por aproximadamente 300 mil habitantes devotos ao imperador.

Antes de chegar à capital do império em 1519, o conquistador espanhol Hernán Cortés, fez diversas alianças com os povos indígenas subjugados pelos Astecas. Tomou, também, a nativa Malinche como amante, sendo que ela o auxiliava na tradução e na comunicação com os indígenas. Até hoje, o nome da moça é sinônimo de traição no México. 

Ao chegarem, os espanhóis foram bem recebidos pelos Astecas. Embora essa visão seja disputada por historiadores, por muito tempo acreditou-se que os nativos tenham interpretado a chegada dos europeus como o retorno do deus-serpente Quetzalcoatl.

Os relatos de que teria sido tratado como divindade veio do próprio Cortés, em cartas ao rei Carlos V. Usando disso, ele iniciou a conquista do império, prendendo Montezuma em seu próprio palácio e tornando-se, de fato, o governante da gigantesca cidade.

Conquista de Tenochtitlán / Crédito: Domínio Público/ Creative Commons/ Wikimedia Commons

 

Por dois anos, diversas batalhas se sucederam. Apesar da longa distância, os espanhóis eram tecnologicamente mais avançados, possuíam as alianças feitas por Cortés, o que aumentava seu exército, e tinham a seu favor um dos fatores mais cruéis: a guerra biológica. O sistema imunológico nativo não estava habituado às doenças europeias como a varíola, e muitos foram dizimados dessa forma.

Apesar de eventualmente terem expulsado os espanhóis da cidade na chamada Noite Triste, o destino dos Astecas estava selado. Dizimados pela varíola, abandonados pelos povos que antes dominavam e enfrentando um inimigo cuja tecnologia era superior, era só questão de tempo até que os conquistadores voltassem.

E assim eles fizeram, com um contingente ainda maior. Em 13 de agosto de 1521, após três meses de um longo e violento cerco, Tenochtitlán foi finalmente tomada. Sobre suas ruínas, iniciava-se a construção da Cidade do México, marcando o início da colonização da América pelos espanhóis.

fonte: https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/historia-queda-do-imperio-asteca.phtml

sexta-feira, 30 de agosto de 1991

Tenochtitlán era a capital do Império Asteca.


Tenochtitlán era a capital do Império Mexica (asteca), hoje Cidade do México.
A cidade ficava no topo do Lago Texcoco, composta por dezenas de ilhas artificiais. Ao longo dos séculos, o lago foi drenado pelo governo colonial espanhol, deixando apenas pequenos lagos espalhados pela cidade. Em 1518, Tenochtitlán continha 800.000 habitantes de diferentes povos e línguas.
Com seus canais de água, lembrava Veneza, onde os habitantes se moviam em canoas (não havia cavalos na América). As estradas eram longas e retas, conectando uma extremidade da cidade à outra. As ilhas proporcionavam o cultivo de milho, feijão e abóbora, numa técnica conhecida como chinampas, usada até hoje pelos povos mesoamericanos.
Os principais templos e edifícios religiosos eram feitos de pedra e cal, pintados em cores diferentes que carregavam significados religiosos. Eram palcos de cerimônias, festas e sacrifícios religiosos.
Em 1487, foi registrado que cerca de 22.000 mesoamericanos foram sacrificados no templo durante 96 horas. Todas as semanas, a cidade abrigava o mercado de Tlateloco, onde 50.000 compradores e vendedores reuniam e comercializavam objetos, alimentos e animais. O soldado espanhol Bernal Díaz del Castillo escreveu quando visitou Tenochtitlán: “Aqui as cores das vestimentas são tão vastas quanto as da Espanha e em tons tão finos. Há boticários, onde se vendem remédios, líquidos, barbearias e até restaurantes. ” Em 1519, o espanhol Hernán Cortés iniciou campanhas militares para roubar o ouro da cidade, fazendo alianças com outros povos inimigos dos mexicas. Após um cerco de 2 anos, privando Tenochtitlán de água e comida e despejando roupas infestadas de varíola na cidade, Cortés e os espanhóis ocuparam a cidade em 1521. Mesmo discordando da invasão do México, a Espanha concordou em incorporar o México ao Vice-Reino da Nova Espanha. Devido às constantes inundações na cidade, os espanhóis drenaram o Lago Texcoco até seu desaparecimento. Sendo construída sobre sedimentos macios sobre um lago drenado, a Cidade do México está agora visivelmente afundando.


Essa é Tenochtitlan, a capital do império asteca. Ela era uma grande cidade com uma população estimada em 140 mil habitantes. O local foi construído em uma ilha artificial no meio de um lago. Ele era conectado à costa por três caminhos elevados e tinha enormes pirâmides, aquedutos, jardins flutuantes e canais, isso tudo feito ainda no século 12. No entanto, foi destruída pelos espanhóis em 1521.


Fonte: National_arqueologia e imagem geopizza.


 

terça-feira, 9 de janeiro de 1990

Atividade sobre Tenochtitlán.



Nossa fonte: livro de História do 6º ano, Coleção Projeto Araribá, pág. 56.

Boa pesquisa.