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quarta-feira, 29 de junho de 2022

Fósseis encontrados na África do Sul reacendem debate sobre a origem da humanidade.

Fósseis encontrados na África do Sul reacendem o debate sobre a origem da humanidade

Restos mortais descobertos no local considerado o "berço" da nossa espécie são um milhão de anos mais velhos do que se imaginava
POR HISTORY CHANNEL BRASIL EM 30 DE JUNHO DE 2022 ÀS 19:21 HS
Fósseis encontrados na África do Sul reacendem o debate sobre a origem da humanidade-0

O conjunto de cavernas Sterkfontein, na África do Sul, fica situado em uma área considerada como "o Berço da Humanidade". Lá, foram descobertos diversos fósseis de hominídeos do gênero Australopithecus, ancestrais da nossa espécie. Agora, novas análises feitas em ossos fossilizados encontrados no local reacendem o debate sobre a origem dos humanos.

Mais velhos que "Lucy".

Usando uma nova técnica da datação, pesquisadores constataram que os fósseis encontrados na caverna conhecida como "Member 4" têm entre 3,4 e 3,6 milhões de anos. Ou seja, eles são um milhão de anos mais antigos do que se imaginava. Um estudo sobre o tema, assinado por Darryl Granger, professor na Universidade de Purdue, nos Estados Unidos, foi publicado no periódico científico PNAS.

Crânio de australopiteco
Imagem: José Braga; Didier Descouens, via Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

A descoberta indica que os hominídeos já estavam no sul da África ao mesmo tempo em que também habitavam a África Oriental. Até agora, os cientistas consideravam o fóssil de "Lucy" como o mais antigo exemplar de australopiteco. Estima-se que ela tenha vivido há cerca de 3,2 milhões de anos na região da Etiópia, onde seus ossos fossilizados foram encontrados em 1974.

De acordo com os pesquisadores, a nova datação mostra que o Australopithecus existia em Sterkfontein quase um milhão de anos antes do aparecimento do Paranthropus e do Homo, dando mais tempo para que eles evoluíssem no Berço da Humanidade. Isso coloca os hominídeos daquele local no centro da história da evolução dos humanos primitivos.

IMAGENS
 
JASON HEATON E RONALD CLARKE, EM COOPERAÇÃO COM O MUSEU DE HISTÓRIA NATURAL DITSONG/DOMÍNIO PÚBLICO
fonte: history.uol.com.br

sexta-feira, 24 de maio de 2019

África do Sul, país da África.


Bandeira da África do Sul.

África do Sul é um país da África. Rico em minérios. Destacam-se na produção de carvão mineral, manganês, ferro, cobre, platina, diamante, ouro e urânio. O povo tem o costume de usar panos coloridos amarrados em volta do corpo e acessórios feitos com miçangas coloridas. Os principais pontos turísticos são: Parque Nacional Kruger, A Reserva Hluhluwe Umfolozi e a Orla de Victória.

Boa pesquisa.

nossa fonte: www.feup.pt.com.br

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Descoberta cidade perdida na savana da África do Sul.

DESCOBERTA CIDADE PERDIDA NA SAVANA DA ÁFRICA DO SUL

As estruturas de até 600 anos estavam escondidas por uma densa camada de vegetação, revelada por laser aéreo
ALANA SOUSA PUBLICADO EM 06/02/2019
Reprodução da cidade de Kweneng, na África do Sul
Reprodução da cidade de Kweneng, na África do Sul - Reprodução
Analisando bilhões de disparos de luz contra o solo, com o chamado lidar (palavra que une “light” e “radar”, um radar de luz – laser), arqueólogos descobriram uma cidade perdida na África do Sul, no que hoje é a Reserva Natural Suikerbosrand. A cidade descoberta, chamada Kweneng, foi uma capital próspera nos anos de 1400, até que foi destruída e abandonada.
A cidade, que está escondida sob uma espessa camada de vegetação, já havia sido descoberta em 1968, por Revil Mason, diretor aposentado de pesquisa arqueológica da Universidade Witwatersrand, mas só agora os arqueólogos perceberam o real tamanho do lugar, dado como três vezes maior do que antes, com aproximadamente 20 quilômetros quadrados.
Os restos da cidade de Kweneng, na África do Sul;Karim Sadr
Karim Sadr, professor de arqueologia da Universidade de Witwatersrand, na África do Sul, foi um dos líderes da pesquisa, e contou ao Live Science, que “como eles não tinham uma língua escrita, descobertas como essa podem lançar luz sobre a vida das pessoas e, talvez, sobre a arquitetura que elas usaram e como montaram cidades”.
Sobre a razão que levou ao declínio da cidade, Sadr conta que foi por causa de guerras civis, na década de 1820. Entretanto, não está claro se o conflito imediatamente declarou a sentença de morte da cidade. Isso porque algumas das estruturas remanescentes datam entre 1825 e 1875.
Os pesquisadores documentaram os restos estruturais da cidade perdida  Karim Sadr
Cada complexo da estrutura, cerca de 800 a 900 compostos ao todo, poderia ter abrigado poucas famílias. Entre 5.000 e 10.000 pessoas provavelmente viveriam lá durante o pico da cidade em 1820.
Para os pesquisadores, a descoberta é uma janela excitante para o passado da região da África Austral, que ainda é amplamente desconhecida.

Com informações de Live Science e Africa News

quarta-feira, 15 de dezembro de 1993

Selo da África do Sul.


República do Sul da África.
Republiek Van Suid a Afrika.
Republic of South África 2 1/2c - 1961.
Grott Constantina - R$ 20,00.

Boa pesquisa.


 

quinta-feira, 31 de dezembro de 1992

África do Sul: Povos e Países 36.





Fonte: África do Sul. Coleção: Povos e Países 36, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1973.

 

quarta-feira, 30 de dezembro de 1992

África do Sul: Povos e Países 35.





Fonte: África do Sul. Coleção: Povos e Países 35, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1973.