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quarta-feira, 6 de maio de 2020

Inscrições em pedras da Idade do Bronze são descobertas no Irã.

10 MIL INSCRIÇÕES EM PEDRAS DA IDADE DO BRONZE SÃO DESCOBERTAS NO IRÃ

O local pode ser considerado um museu a céu aberto, contendo representações de animais, agricultura e guerras
ISABELA BARREIROS PUBLICADO EM 06/05/2020
Petróglifos em Shahar Yeriseja, no Irã
Petróglifos em Shahar Yeriseja, no Irã - Divulgação
Inscrições feitas em rochas, também conhecidas como petróglifos, foram encontradas na cidade de Meshgin Shahr, no noroeste do Irã. No entanto, não foram poucas: são pelo menos 10 mil artefatos descobertos por arqueólogos.
Segundo o chefe da Organização do Patrimônio Cultural, Artesanato e Turismo de Meshgin Shahr, Iman-Ali Imani, a descoberta é muito importante para entender a história local. Ele afirma que as artes que remontam há milhares de anos confirmam que a região foi um dos habitats humanos mais antigos.
Um dos petróglifos encontrados em Meshgin Shahr / Crédito: Divulgação

Imani explica também que nunca foram encontrados tantos petróglifos juntos no Irã. Isso faz com que o sítio arqueológico próximo a Shahar Yeriseja seja um museu a céu aberto único, revelando diversas informações sobre os povos que viveram na região durante a Idade do Bronze.
As inscrições feitas nas pedras ilustram aspectos comuns na vida da população que habitou o local, como a importância dos animais, as tradições cultivadas por eles, a agricultura praticada e, além disso, as guerras travadas entre os diferentes grupos.

segunda-feira, 27 de abril de 2020

Arqueólogos encontram discos de cobre da Idade do Bronze, na Bulgária.

ARQUEÓLOGOS ENCONTRAM DISCOS DE COBRE DA IDADE DO BRONZE, NA BULGÁRIA

Segundo os especialistas, o artefato descoberto fornece informações sobre o comércio marítimo e mineração de metais
NICOLI RAVELI PUBLICADO EM 27/04/2020
Lingotes da Idade do Bronze em forma de disco
Lingotes da Idade do Bronze em forma de disco - Divulgação
Recentemente, um grupo de arqueólogos da Bulgária se deparou com um conjunto de blocos da Idade do Bronze em forma de discos durante explorações num naufrágio localizado próximo ao Mar Negro.
De acordo com os especialistas, o achado indica que o comércio marítimo já existia antigamente. Além disso, a teoria é reforçada devido a aparência dos artefatos, uma vez que são similares a blocos encontrados em antigos naufrágios na Turquia.
De acordo com o Museu Regional da História, localizado na cidade de Burgas, os artefatos foram localizados nas proximidades de Maslen Nos. A descoberta foi anunciada pela própria instituição através de uma palestra do arqueólogo Miroslay Klasnakov.
“Ao contrário dos lingotes (blocos) encontrados no interior da Bulgária, no entanto, relativamente longe a oeste da costa marítima, esses (de Maslen Nos) têm uma forma de disco e são encontradas apenas debaixo d'água”.
Maslen Nos, lcalizado no sudeste da Bulgária / Crédito: Divulgação

Além de ressaltar informações sobre o comércio marítimo entre as tribos da Bulgária e da Turquia, o pesquisador revelou que os artefatos oferecem dados sobre a mineração de metais durante a Idade do Bronze.

segunda-feira, 21 de outubro de 2019

Ferramentas da Idade do Bronze são encontradas em canteiro de obras.

FERRAMENTAS DA IDADE DO BRONZE SÃO ENCONTRADAS EM CANTEIRO DE OBRAS

Datado entre 800 e 900 a.C., grupo de 453 objetos é uma das maiores descobertas do Reino Unido
JOSEANE PEREIRA PUBLICADO EM 21/10/2019
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- LDRS
Um grupo de 453 ferramentas foi encontrado em um canteiro de obras em Havering, leste de Londres. A descoberta, que data entre 800 e 900 a.C., pertence à Idade do Bronze e será exibido no Museu de Docklands, em Londres.
"Isso aumenta imensamente a nossa compreensão da vida na Idade do Bronze", afirmou o órgão público Historic England. Batizado de Havering Hoard, o grupo de artefatos é o terceiro maior já encontrado no Reino Unido, e fará parte de uma exposição no próximo ano. Para os arqueólogos, o local pode ter sido um antigo local de troca de arsenais.
Crédito: LDRS
"As descobertas já nos ensinaram muito sobre essa era distante, e análises contínuas com divulgação pública significam que muito mais pessoas se beneficiarão dessa janela para o passado, graças a este exemplo de arqueologia bem-sucedida", afirmou Duncan Wilson, executivo-chefe da Historic England.
Crédito: LDRS
Segundo Roy Stephenson, do Museu de Londres, "Estamos emocionados por poder exibir esta descoberta importante pela primeira vez como peça central de uma grande exposição. A descoberta também levanta questões sobre por que esse tesouro foi enterrado dessa maneira e por que nunca foi recuperado. Essas perguntas e outras serão investigadas na exposição".

terça-feira, 8 de outubro de 2019

Homem encontra colar da idade do bronze que vale pelo menos 55 mil reais.

HOMEM ENCONTRA COLAR DA IDADE DO BRONZE QUE VALE PELO MENOS 55 MIL REAIS

Peça de ouro de 22 quilates foi encontrada a 13 centímetros do solo, em um campo remoto na Cumbria, Inglaterra
LETÍCIA YAZBEK PUBLICADO EM 08/10/2019

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- Crédito: Billy Vaughan/BNPS

O caçador de metais Billy Vaughan, de 54 anos, encontrou um colar de cerca de 4.000 anos em um campo remoto perto de sua cidade natal, Whitehaven, Cumbria, na Inglaterra.
Vaughan estava investigando o campo com seu detector de metais quando recebeu um sinal forte. A brilhante faixa de ouro estava localizada a cerca de 13 centímetros do solo.
“Minha primeira reação foi pensar que era um equipamento de escalada, ou talvez um acoplamento de um trator. Nunca pensei que pudesse ser ouro”, afirmou o homem.

Vaughan e sua descoberta / Crédito: Billy Vaughan/BNPS

Depois de mostrar a peça a um amigo, Vaughan foi a um joalheiro, que confirmou que tratava-se de um colar de mais de 300 gramas de ouro, o equivalente a 22 quilates.
“Ele disse que tinha um valor em ouro de 11.000 libras [aproximadamente 55.000 reais], mas valia muito mais por causa de sua idade e do que era. Fiquei atordoado e chocado. Ainda não consigo acreditar.”
Agora, um especialista do museu local irá verificar se a descoberta se encaixa como “tesouro” de acordo com a lei britânica. Nesse caso, Vaughan será legalmente obrigado a vendê-la a um museu por um preço estabelecido pelo Treasure Valuation Committee (Comitê de Avaliação de Tesouros).
Um objeto semelhante, encontrado em Norfolk em 2017 foi comprado por um museu local por 23.000 libras.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Espada de 3.200 anos é localizada em ilha na Espanha.

ESPADA DE 3.200 ANOS É LOCALIZADA EM ILHA NA ESPANHA

Pesquisadores encontraram a arma por acaso próxima a um enorme monumento feito com pedras
ISABELA BARREIROS PUBLICADO EM 19/09/2019.
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- Crédito: Diario de Mallorca
Arqueólogos descobriram uma espada de 3.200 anos, datada da Idade do Bronze, na ilha espanhola de Mallorca, na Espanha. Eles estavam preparando o local para a abertura de um museu quando encontraram o artefato.
No sítio arqueológico Talaiot del Serral de ses Abelles, existe um megálito, um grande monumento feito de pedra, conhecido na região como talayot. Os pesquisadores encontraram a espada perto dessa construção, que revela um pouco mais sobre a cultura local.
Um exemplo de talayot / Crédito: Reprodução
Jaume Deya e Pablo Galera, os principais exploradores da ilha, disseram que a descoberta foi uma grande surpresa. Segundo eles, a arma parece ter sido deliberadamente deixada no megálito. Esse fato levou os especialistas a pensarem que o objeto foi usado como oferenda.
A partir dessa análise, os arqueólogos poderão investigar se o local era usado com intuitos religiosos e cerimoniais, entendendo mais sobre como as pessoas da época se relacionavam com o monumento.

terça-feira, 13 de agosto de 2019

Tumba de 3.400 anos é encontrada na Grécia com 20 esqueletos.

TUMBA DE 3.400 ANOS É ENCONTRADA NA GRÉCIA COM 20 ESQUELETOS

Artefatos como figurinos e panelas de barro também foram descobertos nas sepulturas
ISABELA BARREIROS PUBLICADO EM 13/08/2019
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- Crédito: Reprodução
Escavações na cidade de Corinto, na Grécia, revelaram esqueletos e artefatos que pertenceram à Idade do Bronze, por volta dos anos de 1400 e 1200 a.C.
As tumbas estavam repletas de ossos. Em uma delas, foram descobertas duas sepulturas que parecem ser as primeiras abrigadas no local, e 14 outros esqueletos que foram movidos de outros túmulos antigos para o local.
Crédito: Reprodução

A cobertura da outra tumba está perdida — ela provavelmente desabou durante o período Micênico. Mesmo assim, dentro dela havia três outros túmulos com seus respectivos esqueletos.
Crédito: Reprodução

Além disso, as descobertas também identificaram outros tesouros antigos. Foram encontrados figurinos, panelas de barro, jarros, bacias e outros pequenos artefatos como botões.

sábado, 28 de outubro de 2017

Texto de 3 mil anos confirma a existência dos míticos "povos do mar".

TEMIDOS MARINHEIROS NAVEGARAM PELO MEDITERRÂNEO 1.200 ANOS ANTES DE CRISTO. 

Há mais de 3 mil anos, na Anatólia (atual território da Turquia), existiu Mira, uma das várias cidades que formavam o reino de Arzawa, uma confederação de reinados cujas origens remontam ao ano 1.430 a.C..

Recentemente, especialistas conseguiram decifrar uma lousa de pedra muito antiga, que contém descrições sobre o que muitos historiadores consideravam uma narrativa mitológica: a história dos “povos do mar”.
Decifrar esse texto foi possível graças ao empenho dos pesquisadores, que tiveram que entender e interpretar o luvita, ou lúvia, uma língua morta que era falada na região ocidental da península anatoliana.


A inscrição narra a ascensão do rei Kupanta-Kurunta ao trono de Mira, depois da morte de seu pai, o rei Mashuittas. Nela, é enfatizado o controle que ele exerceu sobre Troia e a conquista de uma cidade localizada no atual território de Israel.

Os chamados “povos do mar” representam uma misteriosa confederação de marinheiros, que atacaram o Antigo Império do Egito, entre outras regiões do Mediterrâneo Oriental, no final da Idade do Bronze, entre os anos 1.200 e 900 a.C..

Fonte e imagens: INFOBAE
nossa fonte: https://seuhistory.com/noticias/texto-de-3-mil-anos-confirma-existencia-dos-miticos-povos-do-mar

domingo, 11 de março de 2012

Arqueólogos descobrem área residencial da Idade do Bronze.


Arqueólogos descobriram área residencial de milhares de anos na Coréia do Sul. Foto: EFE.


O Instituto de Investigação do Patrimônio Cultural Han Baek foi o responsável pela divulgação da descoberta. Foto: EFE.


A área descoberta data da Idade do Bronze, cerca de 3 mil anos a.C. Foto: EFE.


Hoje, a área faz parte da cidade coreana de Hwacheon. 07 de dezembro de 2010. Foto: EFE.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/fotos/0,,OI141714-EI238,00-.html

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Arqueólogos encontram esqueleto de 5 mil anos em caverna.


Os arqueólogos acreditam que o esqueleto encontrado em Burgos tenha cerca de 5 mil anos. Foto: Reuters.

Arqueólogos anunciaram nesta sexta-feira a descoberta de um esqueleto de uma mulher com cerca de 5 mil anos. Os cientistas afirmam que os restos mortais foram encontrados durante escavações na montanha Atapuerca, em Burgos, no norte da Espanha. As informações são da Reuters.

Ainda de acordo com os cientistas, o esqueleto foi enterrado na caverna El Mirador, durante a Idade do Bronze. 26 de junho de 2010.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI4523145-EI8147,00-.html

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Arqueólogos acham restos de casal que pode ter morrido na Guerra de Troia.

Sítio arqueológico fica no noroeste da Turquia. Escavações são lideradas por especialista da Universidade de Tubingen. 


Casal pode ter sido enterrado 400 anos depois em um cemitério naquilo que os arqueólogos chamam de Troia 6 ou Troia 7, diferentes camadas das ruínas de Troia (Foto: Reuters)

Arqueólogos encontraram restos de um homem e uma mulher que podem ter morrido por volta de 1200 a.C., na época da lendária guerra de Troia, disse nesta terça-feira (22) o professor alemão Ernst Pernicka, da Universidade de Tubingen, que comanda escavações no sítio arqueológico do noroeste da Turquia. Pernicka afirmou que os corpos foram achados próximos de uma linha de defesa dentro da cidade, construída no final da era do Bronze.

Isso pode ajudar a comprovar que a parte baixa de Troia no final da era do Bronze era maior do que se imaginava, alterando as percepções dos acadêmicos a respeito da cidade descrita na "Ilíada", de Homero.

"Se os restos forem confirmados como sendo de 1200 a.C., isso iria coincidir com o período da guerra de Troia. Essa gente foi sepultada perto de um fosso. Estamos conduzindo um teste de radiocarbono, mas a descoberta é eletrizante", disse Pernicka.

A antiga Troia, na entrada do estreito de Dardanelos, relativamente próximo da zona sul de Istambul, foi encontrada na década de 1870 pelo empreendedor e arqueólogo alemão Heinrich Schliemann.

Pernicka disse que cerâmicas encontradas perto dos corpos, que estavam sem as partes inferiores, eram confirmadamente de 1200 a.C., mas que o casal pode ter sido enterrado 400 anos depois em um cemitério naquilo que os arqueólogos chamam de Troia 6 ou Troia 7, diferentes camadas das ruínas de Troia.

Antiga Troia, na entrada do estreito de Dardanelos, foi encontrada na década de 1870. Dezenas de milhares de turistas visitam anualmente as ruínas de Troia, onde uma enorme réplica de madeira do famoso cavalo de Troia está exposta ao lado de várias ruínas escavadas.

domingo, 6 de junho de 2010

Encontrados objetos de culto de 3,5 mil anos dentro de pedra em Jerusalém.


Encontrados objetos de culto de 3,5 mil anos dentro de pedra em Jerusalém capital de Israel.
Especialista mostra escultura de um rosto que era utilizada em cerimônias religiosas na Idade do Bronze, em Jerusalém. Foto: AP.

Autoridades responsáveis pela conservação de antiguidades de Israel apresentaram um rosto em cerâmica datado do período conhecido como a idade do Bronze (3.300 a. C. até 700 a. C.) que foi encontrado dentro de uma pedra oca. O objeto foi achado durante escavações de um gasoduto na região de Tel-Qashsish.

O rosto, que arqueólogos estimam ter cerca de 3.500 anos de idade, era usado durante cerimônias religiosas. Junto a ele foram encontrados uma centena de vasos antigos. As informações são da agência AP. 06 de junho de 2010.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/.../0,,OI4476392-EI238,00-.htm