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domingo, 5 de setembro de 2021

Encontradas 7 mil moedas da Idade Média, em fazenda na Hungria.

ENCONTRADAS 7 MIL MOEDAS DE PRATA DA IDADE MÉDIA ENTERRADAS EM FAZENDA NA HUNGRIA

Encontradas 7 mil moedas de prata da Idade Média enterradas em fazenda na Hungria-0
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Arqueólogos descobriram um tesouro medieval enterrado em uma fazenda na Hungria. Ao todo, eles encontraram quase 7 mil moedas de prata e 4 de ouro. Os especialistas acreditam que o dinheiro tenha sido escondido durante um ataque do Império Otomano à região.

Em 2019, já haviam sido encontradas 150 moedas antigas na mesma fazenda, situada no vilarejo de Újlengyel. Isso fez com que os arqueólogos desconfiassem que poderia haver outras no local. Em uma nova exploração, realizada em dezembro de 2020, eles se depararam com um vaso quebrado que continha as milhares de moedas.

Encontradas 7 mil moedas de prata da Idade Média enterradas em fazenda na Hungria - 1

Segundo especialistas do museu Ferenczy, as moedas foram enterradas por volta de 1520. Naquela época, seria possível comprar sete cavalos com aquela quantia. Pelos padrões de hoje, o valor seria suficiente para comprar um carro de luxo. A moeda mais antiga é um denário de prata (moeda romana) com a imagem do imperador romano Lúcio Vero, que governou de 161 a 169 d.C. As moedas mais novas datam da época de Luís II, que governou a Hungria e a Boêmia de 1516 a 1526.

Já as quatro moedas de ouro, que foram cunhadas durante o reinado de Matias I, que governou a Hungria de 1458 a 1490, estavam escondidas sob um forro de tecido contido no vaso. Como houve uma invasão dos otomanos à Hungria em 1526, os arqueólogos levantaram a hipótese de que o tesouro tenha sido enterrado para escondê-lo dos invasores.

Fonte: Live Science

Imagem: Museu Ferenczy/Divulgação

domingo, 21 de junho de 2020

Tesouro de Nagyszentmiklós.

MAIOR DESCOBERTA DA IDADE MÉDIA: 10 IMAGENS DO TESOURO DE NAGYSZENTMIKLÓS

Quase 10 toneladas de ouro foram desenterradas no Leste Europeu no século 18, revelando valiosos artefatos de origem desconhecida
ANDRÉ NOGUEIRA PUBLICADO EM 21/06/2020
Tigela com cabeça de touro
Tigela com cabeça de touro - Wikimedia Commons
Em 1799, encontraram na região de Banat, na Hungria, um dos mais valiosos e extasiantes tesouros medievais de toda a Europa: 23 vasilhames de ouro dentro de um baú de ferro. A descoberta foi feita em Nagy Szent-Miklós, hoje Romênia, pelo fazendeiro sérvio Neru Vuin.
Trata-se de um acúmulo de quase 10 toneladas de ouro, que ficaram conhecidos como Tesouro de Nagyszentmiklós, datado do final do século 8 (entre 795 e 803). Até hoje, os artefatos são estudados pelos cientistas, que se afundam cada vez mais em dúvidas sobre a origem daqueles pratos, assim como seus proprietários, seu uso e a razão de seu enterramento.
Detalhe de caso em ouro / Crédito: Wikimedia Commons

Disposição dos objetos em Viena / Crédito: Wikimedia Commons

Vaso com cabeça de ouro / Crédito: Wikimedia Commons

Os vasos de ouro possuem inscrições em uma língua ainda pouco conhecida do Leste Europeu, aumentando a dificuldade de compreender aquela cultura material. Além disso, há também trechos de grego e de runeiforme turco antigo.
Prato detalhado / Crédito: Wikimedia Commons

Fundo adornado de tigela / Crédito: Wikimedia Commons

Devido à quantidade de lacunas sobre nosso conhecimento em relação ao passado do Tesouro de Nagyszentmiklós, calorosos debates sobre suas bases históricas e empíricas são traçados entre historiadores e arqueólogos, sem que haja muita conclusão. Há quem alegue que se trata de um tesouro ávaro, e há os que afirmam que é uma obra dos búlgaros do século 9.
Vaso com detalhe / Crédito: Wikimedia Commons

Bacia com brilhantes / Crédito: Wikimedia Commons

Peças em museu / Crédito: Wikimedia Commons

As peças, porém, têm traços que indicam autores e mesmo datas de fabricação múltiplos. O que é fato é que o tesouro impressiona a todos que o vislumbram. Depois de descoberto, o ouro foi transferido para Viena, onde foi catalogado e exibido pelo Museu Kunsthistorisches.
Reprodução em desenho de marca em objeto com inscrissões em grego e turco antigo / Crédito: Wikimedia Commons

Bacia disposta em exposição / Crédito: Wikimedia Commons

sexta-feira, 1 de maio de 2020

Crânios deformados revelam a situação dos povos antigos, após a queda do Império Romano.

CRÂNIOS DEFORMADOS REVELAM A SITUAÇÃO DOS POVOS ANTIGOS, APÓS A QUEDA DO IMPÉRIO ROMANO

A necrópole encontrada na Hungria deixa indícios sobre a migração europeia da época
PENÉLOPE COELHO PUBLICADO EM 01/05/2020
Crânio de mulher adulta deformado
Crânio de mulher adulta deformado - Divulgação
Segundo um estudo publicado na última quarta-feira, 29, pela revista científica PlosOne, um grupo de pesquisadores encontraram 51 crânios aparentemente deformados, no cemitério de Mözs-Icsei dűlő, localizado ao sul da Hungria.
Essa descoberta revela curiosidades sobre os povos que viveram por volta do século 5, em um período de grande migração na Europa. Naquela época, a população local passava por uma transformação cultural após a queda do império. Novos grupos estrangeiros chegavam naquela região em busca de refúgio.
Já que os hunos invadiram a Europa Central e os romanos abandonaram as províncias da Panônia, localizada na atual Hungria. Para entender melhor a mudança cultural e populacional repentina, os arqueólogos resolveram pesquisar a fundo o cemitério de Mözs-Icsei dűlő.
Para os arqueólogos, aquela população enterrou ao menos três gerações. De todas as ossadas descobertas no cemitério, uma pequena parcela corresponde aos fundadores locais, os pesquisadores chegaram a essa conclusão devido às sepulturas de estilo romano.
Crânio encontrado no cemitério de Mözs-Icsei dűlő / Crédito: Divulgação 

Crânios deformados.
Foram analisados mais de 50 crânios de homens, mulheres e até crianças. Segundo os especialistas, eles estavam deformados devido à prática do uso de bandagens, possivelmente atribuída à era paleolítica. Uma tradição iniciada na Ásia, ainda no século 2 a.C, chegando em terras europeias e na Hungria, por volta do século 5.
A grande maioria das caveiras pertencia a grupos povos estrangeiros que provavelmente estabeleceram-se naquela região durante o período de migração. Os cientistas utilizaram de novas tecnologias de ponta para realizarem as investigações, com objetivo de entender os movimentos daquele povo, depois do período de caos com a queda de Roma.
As pesquisas continuam na Hungria, porém, até agora os especialistas chegaram a uma conclusão, para eles, pelo menos uma comunidade inteira surgiu naquela região, após o fim do império. Os pesquisadores descobriram uma comunidade antiga bem diversa, composta por grupos culturais distintos.

quinta-feira, 21 de abril de 1994

Matias Corvino, Rei da Hungria.


Rei da Hungria, venceu os turcos, dominou a Boêmia, fez conquistas e ampliou o território e o império. Impulsionou a civilização húngara e adentrou ao Renascimento dando destaque na cultura e nas artes ao reino.

Fonte: Leonardo. Coleção: Grandes Personagens da História Universal, Volume 18, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1970.

 

terça-feira, 30 de março de 1993

Santo Estêvão, 1º Rei da Hungria, converteu os húngaros ao Cristianismo e foi canonizado.


Fonte: Gregório VII. Coleção: Grandes Personagens da História Universal, Volume 6, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1970.

 

domingo, 17 de janeiro de 1993

Europa Oriental: Povos e Países 29.





Fonte: Europa Oriental. Coleção: Povos e Países 29, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1973.

A divisão entre Europa Oriental (ou Europa do Leste) e a Europa Ocidental ficou bem visível depois da divisão deste continente entre o bloco socialista e o capitalista, delimitada pela simbólica Cortina de Ferro. É considerada a Europa Oriental desde a fronteira germano-polonesa (germano-polaca), Hungria, Eslovênia, Croácia; até os montes Urais, divisão natural entre Europa e Ásia. O termo delimita duas regiões complementares, já que existiam duas "Europas Orientais"; uma com conotação geográfica e outra, política (do qual excluímos a Grécia), equivalendo à antiga área de influência da URSS.

Fonte deste texto: wikipédia.

 

sábado, 16 de janeiro de 1993

Europa Oriental: Povos e Países 30.





Fonte: Europa Oriental. Coleção: Povos e Países 30, Enciclopédia Semanal Ilustrada. Abril Cultural, São Paulo, 1973.

 A divisão entre Europa Oriental (ou Europa do Leste) e a Europa Ocidental ficou bem visível depois da divisão deste continente entre o bloco socialista e o capitalista, delimitada pela simbólica Cortina de Ferro. É considerada a Europa Oriental desde a fronteira germano-polonesa (germano-polaca), Hungria, Eslovênia, Croácia; até os montes Urais, divisão natural entre Europa e Ásia. O termo delimita duas regiões complementares, já que existiam duas "Europas Orientais"; uma com conotação geográfica e outra, política (do qual excluímos a Grécia), equivalendo à antiga área de influência da URSS.

Fonte deste texto: wikipédia.