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sábado, 15 de agosto de 2026

Atualização sobre a Guerra entre Estados Unidos e Israel x Irã.

 


A Guerra teve o início marcado em 13 de junho de 2025, mas os antecedentes ocorreram bem antes dessa data. 

ANTECEDENTES:

As animosidades entre os países iniciaram numa luta política entre as lideranças de Israel e o Irã com vários antecedentes como: a destruição de aliados do Hezbollah no Líbano; forças iranianas operando na Síria em apoio ao governo de Bashar al-Assad, mais o acordo nuclear. Todos esses agravantes ameaçam a segurança de Israel desde 16/02/1985. 

O Irã aumentou o apoio a Síria e ao Hezbollah. Israel tentou parar o apoio com o envio de armas ao Hezbollah. 

Ocorreu a Guerra do Líbano em 2006. 

Ocorreu o conflito Gaza - Israel em julho de 2006. Israel tentou travar o desenvolvimento do programa nuclear iraniano.

A GUERRA CIVIL DA SÍRIA.

A Guerra Civil da Síria em 2011, levou a vários incidentes de troca de fogo nas fronteiras que antes eram pacíficas. Em 2014, Israel aumenta a segurança militar nas fronteiras, temendo uma invasão. Em várias ocasiões da Guerra Civil Síria, Israel foi suspeito de apoiar ataques contra o Hezbollah e alvos iranianos nos territórios da Síria e do Líbano. Em 2015, o Hezbollah ataca forças israelitas. Em março de 2017, a Síria lançou mísseis antiáereos em direção a territórios controlados pelos israelitas. Em fevereiro de 2018, aviões israelitas foram abatidos pela defesa aérea da Síria. Israel afirma um ataque de drone iraniano ter violado o espaço aéreo israelita. Israel é conhecido como inimigo ideológico do Irã. A Faixa de Gaza, dominada pelo Hamas, tem sido tratada como satélite do Irã. 
   
GUERRA DE GAZA: ISRAEL - HAMAS (2023).

O Hamas, da Faixa de Gaza, coordenou uma série de atentados nas áreas fronteiriças de Israel, num sábado de feriado judaico, marcando o início de uma nova guerra. Quase 50 anos após o início da Guerra do Yom Kippur de 6/10/1973. Israel chamou de Sábado Negro. De Gaza foram disparados 4.300 foguetes e grupos invadiram o território atacando um festiva de música e bases militares. Civis, crianças e soldados israelenses foram levados como reféns para a Faixa de Gaza. 44 nações do mundo denunciaram o ato como terrorista. Países árabes e muçulmanos, como o Qatar, Arábia Saudita, Kuwait, Síria, Irã e Iraque, culparam Israel pelo ataque.

ATAQUES ENTRE ISRAEL - IRÃ (2024).

Em 1 de abril, Israel bombardeou o prédio consular iraniano na Síria. Em 13/4/2024, o Irã lançou ataques com mísseis e drones contra Israel. Foi o primeiro ataque direto iraniano contra os israelenses. Em 19 de abril de 2024, os israelenses atacaram o Irã e a Síria, com mísseis e pequenos drones.

A FORMAÇÃO DOS LADOS. 

Os Estados Unidos, o reino Unido, a França e a Jordânia, interceptaram drones iranianos para defender Israel. 

A Síria abateu interceptadores israelenses. Iranianos da Síria também atacaram Israel. O Iêmen declarou apoio ao Irã.

AUMENTO DA TENSÃO.   

A tensão aumenta com os assassinatos: do líder político do Hamas Ismail Haniyeh, em 31/07/2024, no Irã; e do comandante do Hezbollah, no Líbano. O Irã e o Hezbollah prometeram retaliação e em 1º de outubro, o Irã lançou mísseis contra Israel.

 ATAQUES ENTRE ISRAEL - IRà(2025).

Israel atacou um dia depois do prazo final, dado pelo Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com o intuito de promover um acordo, que impedisse o Irã, de construir bombas nucleares.

Em 13 de junho de 2025, Israel lançou ataques contra o Irã, com o objetivo de impedir a expansão do programa de desenvolvimento nuclear iraniano. A operação chamada de Operação Leão Ascendente comandada pelas Forças de Defesa de Israel, atacaram importantes instalações militares, nucleares e residenciais no Irã. O Irã iniciou a retaliação chamando de Operação Promessa Verdadeira III, lançando mísseis balísticos e drones contra instalações militares, de inteligência e áreas residenciais israelenses. Israel matou lideres militares, cientistas, civis e um grupo de ativistas do Irã. Também danificaram instalações de urânio. O Irã respondeu com ataques por meio de mísseis e drones, matando somente civis. 

Em 21/06/25, os Estados Unidos entra na Guerra atacando o Irã, bombardeando 3 instalações nucleares.

Em 23/06/25, o Iêmen entra na guerra ao lado do Irã. O Irã promete resposta após ataques dos Estados Unidos. O Irã ataca bases americanas no Catar e no Iraque.

A Guerra dos Drones entre os Estados Unidos e Israel contra o Irã.

Os Estados Unidos e Israel, entraram em guerra contra o Irã, após uma tensão.

Os Estados Unidos entram na guerra contra o Irã afirmando que o objetivo principal é impedir, que o país tivesse uma arma nuclear. O presidente americano chamou o conflito de necessário para a segurança dos Estados Unidos e do Mundo livre.

Com o monopólio do petróleo venezuelano, os USA, não dependem do petróleo gerado no Oriente Médio. A guerra foi uma resposta a 47 anos de violência do Irã e seus aliados para com o mundo. Os Estados Unidos, relembram desde um bombardeio ocorrido, a 40 anos atrás, num quartel de fuzileiros navais. “Para esses terroristas, ter armas nucleares, seria uma ameaça intolerável.” (Trump).

O presidente americano tentou chamar outros países para a guerra, convocando-os e cobrando posturas e posições. O restante dos países não se pronunciou quanto ao conflito. Os países que tiveram envolvimento, entraram no conflito porque foram atacados ou invadidos por ataques aéreos, terrestres ou marítimos.

O Irã continuou a comercializar petróleo com os chineses. Estes têm, uma certa proximidade, mas não houve manifestação em relação a guerra.

Em 28/02/26, um ataque coordenado entre os USA e Israel, matou o líder supremo iraniano Ali Khamenei, em Teerã (capital do Irã). Outras autoridades extremistas também foram mortas. Navios foram destruídos, assim como o sistema de defesa aéreo, aviões e alvos militares. O Irã, em retaliação, fechou o Estreito de Ormuz, após ataques e tensões na região. ocasionando impacto significativo no fluxo global de petróleo. A guarda revolucionária ameaçou incendiar navios que tentassem passar. esse problema causou um bloqueio de 20% do petróleo mundial, causando altas nos preços dos combustíveis e produtos derivados de petróleo, assim como nas importações e exportações. 

Em retaliação, o regime dos Aiatolás, fez ataques contra os países da região. Atingiram os Emirados Árabes Unidos, a Arábia Saudita, o Catar, Bahrein, Kwait, Jordânia, Iraque e Omã.

Em 11/03/26, O conflito também se expandiu para o Líbano. Israel ataca com mísseis a capital Beirute. O Hezbollah, grupo armado extremista, apoiado pelo Irã, atacou em contra partida, o território israelense. Israel realizou ofensivas aéreas contra o Hezbollah. Centenas de pessoas morreram no Líbano.

O conselho do Irã elegeu Mojtaba Khamenei, (filho de Ali Khamenei), como sucessor a líder supremo do Irã, para dar continuidade a tensão e repressão. O presidente americano demonstrou descontentamento e classificou como um erro.

O Irã ameaçou com ataques históricos e devastadores os Estados Unidos.

Ocorre a disparada nos preços dos barris de petróleo. Consequentemente, pode haver aumento no setor de combustíveis e até a falta deles, em algumas cidades do mundo.

O conflito se estendeu ao Estreito de Ormuz, principal canal de saída e abastecimento de petróleo e demais matérias do Oriente Médio. Com a interrupção e até fechamento do canal, o fluxo é completamente afetado.

Relatos indicam que Mojtaba sobreviveu aos bombardeios e assumiu novamente o comando do regime. Alireza Arafi foi nomeado para liderar o conselho interino durante a transição de poder.

A guarda revolucionária tenta manter o controle político e militar enquanto enfrente superioridade militar americana e israelense.

Em 1/04/26, Trump faz um pronunciamento televisivo para declarar que a guerra contra o Irã, está perto do final. Afirmou ter matado grande parte dos líderes extremistas e acabado com o arsenal de guerra e de defesas armamentistas e frotas marítimas do Irã. Também afirma ter extinguido o arsenal de desenvolvimento nuclear. Ressaltando que a nova ordem iraniana teve tudo destruído para ser reconstruído e que esta liderança deve ser mais aberta ao diálogo. Também afirmou que a abertura do Extreito de Ormuz será normalizada dentro de poucos dias onde poderá se comemorar o final do triste conflito. O presidente americano diz que os objetivos de guerra no Irã estão quase concluídos e o país não é mais uma ameaça para o mundo.

03/04/26 – O Irã abate um caça americano. Continua a mesma situação de ataques e bombardeios.

04/04/26 – USA resgata o primeiro piloto do caça abatido pelo Irã. Continua a mesma situação de ataques e bombardeios.

05/04/26 – USA resgata o segundo piloto do caça abatido pelo Irã. Continua a mesma situação de ataques e bombardeios.

06/04/26 – Israel mata o chefe da inteligência da guarda revolucionária. Trump diz que USA podem derrotar o Irã em uma noite. Que poderia ser no dia seguinte. Irã chamou ameaças de Trump de delirantes. Preço do petróleo sobe mais por causa das ameaças de Trump. USA e Irã rejeitaram um cessar fogo de 45 dias proposto por mediadores.

07/04/26 - Dia que termina o prazo dado pelo presidente dos USA, para a abertura do Estreito de Ormuz. Sob ameaça de explosão em usinas de energia, Trump afirma que atacará o país ferozmente se for necessário. Trump ameaça o Irã dizendo que a civilização morrerá inteira. ONU rejeita o uso da força para a abertura. O Irã corta a comunicação com os USA.

Uma série de produtos passa pelo estreito e isso impacta no mundo. Pássa 20% de gás, 20% de petróleo, entre outros. Muitos países estão sendo prejudicados com esse fechamento, China, Japão, Índia, entre outros.

Conversas para o acordo de paz iniciam na sexta feira dia 10/04/26. Trump afirma que suspensão está condicionada  abertura completa do Estreito de Ormuz. Petróleo despenca após Trump suspender ataques ao Irã.

08/04/26 - USA e Irã tinham acordado um cessar fogo de 15 dias e abertura do Extreito de Ormuz. O Irã não seria atacado e abriria o extreito. O acordo valeria a partir do dia 10/04/26 e seria mediado em Islamabad, no Paquistão.

O extreito chegou a ser aberto, e duas embarcações passaram, mas logo foi fechado devido aos ataques de Israel ao Líbano. A defesa diz que o Líbano não estava no acordo. O Irã rebate e fecha o extreito porque quer incluir o cessar fogo ao Líbano.

Os USA ameaçam explodir uma usina de energia e acabar com a população numa noite. Pessoas fizeram uma corrente humana emtorno da usina termoelétrica. O irã cortou a comunicação com os USA. 

Trump suspende ataques ao Irã por 2 semanas, perante promeça de abertura segura e total do Estreito de Ormuz. Irã confirma a passagem segura por 2 semanas. Trum diz que o cessar fogo, é uma medida de 2 lados. Israel e Líbano concordam com termos do acordo. A exportação brasileira para o Oriente Médio cai 26%, desde o início da guerra. Trump diz que decisão de adiar o ultimato foi após conversas com o Paquistão. Irã ataca Israel com míssel após o acordo.

10/04/26 - Ocorre um encontro em Islamabad, capital do Paquistão. Após 21 hrs de conversas intensas, termina sem acordo entre os USA e o Irã. 

As delegações de negociação deixaram o país no domingo dia 12/04, mantendo o impasse sobre os pontos que não concordam. O vice-presidente dos USA afirmou que os negociadores iranianos recusaram aceitar os termos de Washington. O irã se recusa a assumir o compromisso de abandonar a busca e o desenvolvimento de armas nucleares. O Irã afirma que a negociação não avançou porque as exigências americanas são excessivas, concordaram em alguns pontos e rejeitaram outros pontos; mas não expecificaram nenhum ponto principal, para a finalização da guerra. 

14/04 - Em Washington, nos USA, representantes do Líbano e de Israel acordam sobre um cessar fogo. O Líbano tem o problema com as eleições israelenses. A agencia japonesa nikey contou que o chanceler da China fazendo contato com o chanceler do Irã. A China precisa que o preço do petróleo caia, pois pra ela, que produz, precisa vender. A China precisa vender, então ela pressiona o Irã. A China armou o Irã, vendeu o satélite para poder furar o bloqueio com os USA, para atacar bases americanas. O Líbano não tem poder nenhum. Benjamin Netanyahu, ministro de Israel, pode perder o apoio dos Ortodoxos, por isso, ele tem cautela, pra não cair no poder do congresso. A guerra no Líbano tem a função de extrema direita para conseguir territórios, mas não tem ligação maior com o Irã. O Irã tem ligação maior com a China e não pode desobedecer a China. O Líbano é um caldeirão político. O presidente libanês teve espaço na casa branca, porque tem interesse em manter controle. O Líbano é um conjunto de muitos grupos políticos. Os poderes não são construídos. São poderes diferentes, que constituem esses muitos grupos. É mias difícil conseguir a paz no Líbano do que no Irã.  

15/04 - Os USA anuncia um bloqueio naval completo no Estreito de Ormuz. O Irã ameaça outras rotas. A China concorda com os USA sobre o não envio de armas ao Irã. Os USA vai controlar o estreito e deixar passar navios que não beneficiem o Irã. Assim eles mantém o fluxo de passagem comercial em segurança. Os USA e o Irã podem negociar novamente.

16/04 - Irã anuncia a abertura do estreito de ormuz após o acordo de cessar fogo contra o Líbano. 

19/04 - O Irã fecha o estreito novamente.   

USA continua os ataques no Golfo Pérsico incluindo bases e drones.

O Irã afirmou derrubar drone americano e retaliar com mísseis, alguns interceptados pelo Kuwait.

Delegações dos dois países negociaram e chegaram a um acordo de trégua por mais 60 dias.

O Irã exige o fim das sanções ao petróleo, o desbloqueio de ativos congelados e o recuo dos EUA. Washington, sob a gestão do presidente Donald Trump, pressiona pelo controle do urânio enriquecido e livre trânsito no Estreito de Ormuz.

Continuam os ataques e bombardeios em ambos lados e cidades.

16/06 - Trump afirma que acordo com Irã está assinado.

Provável abertura total do Estreito de Ormuz na sexta feira do dia 19/06.

Continuam os ataques e bombardeios em ambos lados e cidades.

Continua esse vai e vem de ambos os lados: abre o Estreito, fecha o Estreito; assina acordo, desfaz o acordo; um bombardeia o outro, ambos bombardeiam outras nações; e por aí vai. 

.......

A situação permanece fluindo com os envolvidos. Operando vigilante no contexto aéreo e terrestre de ambos lados, até a conclusão da guerra. No momento não tem definição nenhuma.   


Por: Profª. Vanessa Candia.


segunda-feira, 6 de setembro de 2021

Esqueletos de soldados são encontrados no Líbano.

ESQUELETOS DE SOLDADOS QUE LUTARAM NAS CRUZADAS SÃO ENCONTRADOS NO LÍBANO

Restos mortais de ao menos 25 homens jovens foram localizados em uma vala comum
Esqueletos de soldados que lutaram nas Cruzadas são encontrados no Líbano-0
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Arqueólogos encontraram no Líbano uma vala comum contendo os restos mortais de soldados que lutaram nas Cruzadas. Essas expedições militares aconteceram na Idade Média, quando cristãos partiram da Europa em direção ao Oriente Médio com o objetivo de tirar a Terra Santa do controle muçulmano. A descoberta pode ajudar a entender melhor esse período histórico.

Mortes violentas

Segundo os pesquisadores, é raro encontrar túmulos coletivos de soldados das Cruzadas. Os restos mortais foram descobertos perto das ruínas do castelo de Saint Louis, na cidade libanesa de Sídon. Os esqueletos de ao menos 25 indivíduos do sexo masculino que lutaram no conflito foram encontrados no local. 

Análises de radiocarbono indicam que os soldados morreram no século XIII. “Todos os corpos eram de adolescentes ou adultos, indicando que eram combatentes que lutavam quando Sídon foi atacada”, afirmou Richard Mikulski, arqueólogo da Universidade de Bournemouth, na Inglaterra. A cidade foi atacada em 1253 por tropas mamelucas (formadas por escravos turcos) e novamente em 1260 pelos mongóis. É muito provável que os soldados tenham morrido em uma dessas batalhas.

Esqueletos de soldados que lutaram nas Cruzadas são encontrados no Líbano - 1

Testes de DNA dos esqueletos confirmaram que alguns dos homens nasceram na Europa, enquanto outros eram filhos de cruzados que migraram para a Terra Santa e se casaram com pessoas da população local. Alguns dos restos mortais mostram ferimentos de espada na parte de trás do corpo, sugerindo que os soldados foram atacados por trás. Outros têm ferimentos na nuca, indicando que possivelmente foram executados por decapitação após a batalha. Na vala comum também foram encontradas fivelas de cinto de estilo europeu e uma moeda cunhada durante as Cruzadas.  

“Os registros nos dizem que o rei Luís IX da França estava em Cruzada na Terra Santa na época do ataque a Sídon em 1253. Ele foi para a cidade depois da batalha e ajudou pessoalmente a enterrar os cadáveres apodrecidos em valas comuns, como esses. Não seria incrível se o próprio Rei Luís tivesse ajudado a enterrar esses corpos?", comentou Piers Mitchell, especialista em Cruzadas da Universidade de Cambridge.

Fontes: Universidade de Bournemouth e IFLScience

Imagens: Universidade de Bournemouth/Reprodução

sexta-feira, 31 de dezembro de 1993

Selo do Líbano.


Líbano - Liban - 70 p - flor - 1964.
Poste aerienne - R$ 30,00.


Líbano - Republique Libanaise - 10 p - 1960.
Staats Druckerei Wien - Poste aerienne - 
Presidente Fuad Cheab - R$ 100,00.


Postes Liban - 50 p - 1960.
Staats Druckerei Wien - Poste aerienne - 
Presidente Fuad Cheab - R$ 50,00.


Poste aerienne - 50 p - 1962.
uva amarela - Liban.
R$ 50,00.

Boa pesquisa.


 

domingo, 7 de janeiro de 1990

Fenícia - Hoje é o Líbano, país do Oriente Médio, no Continente da Ásia.


Bandeira do Líbano.

A Fenícia, hoje é chamada de Líbano, país do Oriente Médio, no Continente da Ásia.













A Música: “Inna-I-masih qad qam”(4’32), pertence à liturgia de rito maronita, própria dos mosteiros libaneses. A letra está em língua aramaica (a mesma de Jesus). Os primeiros séculos do cristianismo. A voz é de soror Marie Keyrouz, monja libanesa Basiliana (tradição monástica que São Bento no séc.VI recolheu para o ocidente).

A maioria dos cristãos do Líbano são maronitas (750.000 em 1997), também existem outras igrejas, muçulmanos e drusos. Tradicionalmente, os libaneses elegem os cristãos maronitas seus presidentes de governo.

S. Maron, séc.IV, foi o fundador de um movimento monástico importante na Síria. Depois da invasão muçulmana (636), a maioria dos maronitas foram para o Líbano.



















Boa pesquisa.

fonte da imagem da bandeira: www.estudopratico.com.br, 

outras fontes: discoverlibanon.com