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terça-feira, 26 de julho de 2022

Hegra a cidade talhada em pedra.

 

Hegra: a descomunal cidade talhada em pedra abre suas portas após 2 mil anos

POR HISTORY CHANNEL BRASIL EM 10 DE FEVEREIRO DE 2021
Hegra: a descomunal cidade talhada em pedra abre suas portas após 2 mil anos-0

Pela primeira vez em 2.000 anos, os turistas terão acesso à antiga cidade de Hegra, na Arábia Saudita. Atualmente conhecida como Mada'in Saleh, suas ruínas ficam localizadas ao norte do deserto de Al-Ula. No passado, o local foi um próspero centro de comércio internacional da civilização dos nabateus.

A principal cidade do Reino Nabateu era Petra (situada no território da atual Jordânia), que hoje em dia é uma popular atração turística. Essa civilização habitou o norte da Península Arábica entre os séculos IV a.C. e I d.C. Hegra era considerada a sua segunda capital.

Hegra: a descomunal cidade talhada em pedra abre suas portas após 2 mil anos - 1

Os poucos vestígios que restam dos nabateus podem ser a chave para descobrir alguns segredos desse povo quase esquecido da antiguidade. Sabe-se que eles tinham uma sofisticada tradição arquitetônica, influenciada pelos mesopotâmicos e gregos. Eles esculpiram fachadas de templos e túmulos em falésias rochosas e também produziram sofisticados monumentos em pedra.

Segundos os pesquisadores, Hegra possui 111 tumbas em ótimo estado de conservação. Essas estruturas estão espalhadas pelas ruínas da cidade e apresentam claras influências das culturas da Grécia, Roma e Egito. A abertura de Hegra ao público faz parte de um plano da Arábia Saudita lançado em 2016 para ajudar o país a se expandir nos campos do turismo e comércio. O objetivo é fazer com que os sauditas dependam menos do petróleo e diversifiquem seus recursos econômicos.

Hegra: a descomunal cidade talhada em pedra abre suas portas após 2 mil anos - 2

Fonte: La Nación e BBC

Imagens:  Shutterstock.com

fonte: https://history.uol.com.br/historia-geral/hegra-descomunal-cidade-talhada-em-pedra-abre-suas-portas-apos-2-mil

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Descobertas inscrições do Rei Babilônico Nabonido, na Arábia Saudita.

Inscrições antigas do rei da Babilônia Nabonido, descobertas na Arábia Saudita

Arqueólogos da Comissão de Patrimônio da Arábia Saudita descobriram inscrições rochosas fascinantes na região de Hail (norte da Arábia Saudita) que retratam o rei babilônico Nabonidus.

As inscrições nas rochas datam de 540 aC e fornecem mais evidências de que havia uma ligação cultural entre a Arábia Saudita e a maioria das antigas civilizações do Oriente Próximo.

O rei Nabonido foi o último rei do Império Neo-Babilônico. Ele governou de 556 aC até a queda da Babilônia para o Império Aquemênida sob Ciro, o Grande, em 539 aC.

A descoberta inclui uma inscrição em uma das rochas basálticas que representa o rei babilônico Nabonido segurando um cetro na mão. Crédito: SPA

“Nabonido, o último rei nativo da Babilônia, elevou sua capital a uma condição de magnificência que não conhecia antes. Esta cidade sobreviveu, com mas poucas mudanças, durante o domínio dos reis de Achémen da Pérsia, e a partir do tempo de Heródoto, a Babilônia tornou-se famosa em todo o mundo antigo. Naquela época, Ashur Nínive , as grandes capitais da Assíria, haviam deixado de existir; mas Babilônia ainda estava em sua glória, e as descrições da cidade chegaram até nós nas obras de escritores clássicos. ” 1

Quando Ciro, o Grande, invadiu a Babilônia, o rei Nabonido foi levado ao cativeiro e a capital teve que se render. Antes da invasão do Império Aquemênida, o Rei Nabonidus “havia coletado muitas das imagens de culto em todo o país para a capital, sem se preocupar que, com isso, arrancou os deuses de suas antigas habitações”. 1

Ciro, o Grande, conquistou o respeito dos babilônios ao restaurar os deuses em seus santuários locais, Ciro ganhou popularidade e conquistou completamente o sacerdócio, de longe o setor político mais poderoso da comunidade. Assim, aconteceu que Babilônia não lutou mais para manter sua liberdade, e todo o território de que ela havia desfrutado foi incorporado sem resistência ao império persa. ” 1

O Harran Stela representando o rei Nabonidus orando para a lua (ou seja, Sîn), o sol e Vênus. Crédito: Jona Lendering – CC BY 3.0

De acordo com o Arab News , as antigas inscrições nas rochas da Babilônia descobertas na Arábia Saudita retratam “o rei da Babilônia segurando um cetro na mão e na frente dele uma série de símbolos religiosos. A inscrição também continha um texto cuneiforme com cerca de 26 linhas, tornando-se o texto escrito mais longo encontrado até agora no Reino. ”

No momento, há pouca informação sobre as descobertas, já que os cientistas devem agora examinar as inscrições nas rochas e compará-las com outras descobertas semelhantes feitas na área vizinha.

O local da parede onde as inscrições babilônicas foram descobertas era “conhecido no passado como Fadak, representa um local importante no noroeste da Arábia desde o primeiro milênio aC até o início da era islâmica. Um grupo de desenhos, inscrições rupestres e primeiros escritos islâmicos foram encontrados nas encostas de suas montanhas. O local também contém um conjunto de castelos, fortes e paredes, além de instalações de água que dão outra dimensão à sua importância cultural. ” 2

É uma descoberta arqueológica significativa que fornecerá informações históricas valiosas sobre o contato cultural e comercial entre a Península Arábica e as civilizações mesopotâmicas.

Fonte : ancientpages

Texto Original : Jan Bartek 

Tradução : Fatos Curiosos

terça-feira, 16 de novembro de 2021

Arqueólogos escavam ruínas de reinos mencionados na Bíblia.

ARQUEÓLOGOS ESCAVAM RUÍNAS DE REINOS ESQUECIDOS MENCIONADOS NA BÍBLIA

Uma equipe de pesquisadores trabalha na Arábia Saudita para revelar os segredos de Dadã e Liã
Por History Channel Brasil em 16 de Novembro de 2021 às 19:58
Arqueólogos escavam ruínas de reinos esquecidos mencionados na Bíblia-0 

No noroeste da Arábia Saudita, na desértica região das montanhas de Al-Ula, escavações revelam as ruínas dos antigos reinos bíblicos de Dadã e Liã. A partir de 2019, o local tornou-se um concorrido destino turístico, especialmente por abrigar o sítio arqueológico de Madaim Salé. Trata-se de uma cidade que os nabateus (povo árabe pré-islâmico) escavaram nas rochas há 2 mil anos. 

Ruínas históricas

A equipe arqueológica, formada por especialistas franceses e sauditas, se concentra agora na escavação de cinco locais próximos, todos eles vinculados às civilizações dadanita e lianita, que floresceram há mais de dois milênios. Abdulrahman al-Sohaibani, líder da expedição que explora as ruínas de Dadan, mencionada no Antigo Testamento, afirmou: “É um projeto que realmente tenta revelar os mistérios destas civilizações”.

Madaim Salé, na Arábia Saudita

Quanto ao reino de Liã, de acordo com a comissão do projeto, chegou a ser um dos maiores de sua época, quando se estendia desde Medina, no sul, até Azaba, no norte do atual território jordaniano. Ambos os reinos, que prosperaram por cerca de 900 anos, até o ano 100 de nossa era, controlaram rotas comerciais de valor vital.

Escavações em Dadã e Liã

Os pesquisadores esperam que as escavações ajudem a entender melhor como era o cotidiano desses reinos. Os vestígios encontrados podem dar pistas sobre os rituais religiosos, a vida social e a economia dos habitantes da região.

Fontes
 
Infobae e The Jerusalem Post
Imagens
 
iStock e Agence française pour le développement d'AlUla/Reprodução

segunda-feira, 8 de março de 2021

Hegra: a descomunal cidade talhada em pedra abre suas portas após 2 mil anos.

ARQUEOLOGIA

Pela primeira vez em 2.000 anos, os turistas terão acesso à antiga cidade de Hegra, na Arábia Saudita. Atualmente conhecida como Mada'in Saleh, suas ruínas ficam localizadas ao norte do deserto de Al-Ula. No passado, o local foi um próspero centro de comércio internacional da civilização dos nabateus.

A principal cidade do Reino Nabateu era Petra (situada no território da atual Jordânia), que hoje em dia é uma popular atração turística. Essa civilização habitou o norte da Península Arábica entre os séculos IV a.C. e I d.C. Hegra era considerada a sua segunda capital.


Os poucos vestígios que restam dos nabateus podem ser a chave para descobrir alguns segredos desse povo quase esquecido da antiguidade. Sabe-se que eles tinham uma sofisticada tradição arquitetônica, influenciada pelos mesopotâmicos e gregos. Eles esculpiram fachadas de templos e túmulos em falésias rochosas e também produziram sofisticados monumentos em pedra.

Segundos os pesquisadores, Hegra possui 111 tumbas em ótimo estado de conservação. Essas estruturas estão espalhadas pelas ruínas da cidade e apresentam claras influências das culturas da Grécia, Roma e Egito. A abertura de Hegra ao público faz parte de um plano da Arábia Saudita lançado em 2016 para ajudar o país a se expandir nos campos do turismo e comércio. O objetivo é fazer com que os sauditas dependam menos do petróleo e diversifiquem seus recursos econômicos.



Fonte: La Nación e BBC

Imagens:  Shutterstock.com

nossa fonte: https://history.uol.com.br/noticias/hegra-descomunal-cidade-talhada-em-pedra-abre-suas-portas-apos-2-mil-anos

segunda-feira, 9 de março de 2020

Arábia Saudita prende 3 de seus príncipes sob acusação de traição.

ARÁBIA SAUDITA PRENDE TRÊS DE SEUS PRÍNCIPES SOB ACUSAÇÃO DE TRAIÇÃO

O herdeiro do trono, Mohammad bin Salman, afirmou que eles estavam organizando um golpe para tirar seu pai do poder do país
ISABELA BARREIROS PUBLICADO EM 09/03/2020
Mohammad bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita
Mohammad bin Salman, príncipe herdeiro da Arábia Saudita - Wikimedia Commons
Arábia Saudita prendeu três príncipes na última semana. Foram detidos Ahmed bin Abdulaziz, irmão mais novo do atual rei Salman, Mohammed bin Nayef, sobrinho do líder do país, e seu meio-irmão Nawaf.
Fontes anônimas revelaram a informação à agência de notícias britânica Reuters. De acordo com esses dados, Mohammed bin Nayef e Nawaf, foram sequestrados enquanto estavam em um acampamento localizado no deserto do país na última sexta-feira, 7. O outro príncipe, Ahmed, teria sido levado de sua própria residência, ainda na semana passada.
Eles foram acusados pelo herdeiro, Mohammad bin Salman, filho do rei Salman, de traição. Segundo o príncipe, que também é conhecido como MbS, eles estariam organizando um golpe para tomar o poder de seu pai na Arábia Saudita.
Uma das fontes disse que MbS “acusou-os de manter contatos com potências estrangeiras, incluindo norte-americanos e outros, para realizar um golpe de Estado”. Explicou ainda que “com essas prisões, o MbS consolidou todo o seu poder”.

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Estudo indica que Homo Sapiens se espalhou pela Ásia antes do que se acreditava.

PRÉ-HISTÓRIA

Estudo indica que Homo Sapiens se espalhou pela Ásia antes do que se acreditava

O fóssil de um osso da falange média de um dedo humano foi encontrado no deserto de Nefude, na Arábia Saudita. Baseado na idade do osso, cientistas acreditam que o Homo Sapiens saiu da África e chegou na Ásia antes do que se acreditava. A descoberta foi feita pelo arqueólogo Huw Groucutt e sua equipe, da Universidade de Oxford, e publicada recentemente no jornal Nature Ecology & Evolution. 

Segundo estudos de datação, o osso remonta a 88.000 anos atrás, quando o deserto de Nefude era uma terra semiárida ainda mais hostil que hoje. A data tem um significado importante já que, exceto por algumas viagens pela costa leste do Mediterrâneo, não havia nenhuma evidência da saída do Homo sapiens da África antes de 60.000 anos atrás. Esse êxodo levou à povoação da Ásia, Austrália, Europa e Américas.
A descoberta da equipe de Huw Groucutt implica que a história do Homo sapiens fora da África é mais complexa do que se pensava, e que é preciso checar novamente outras evidências similares da presença humana em locais distantes desse continente. 
O achado também pode mudar a concepção difundida até agora de que o Homo Sapiens se deslocou pelos litorais do Sul da Ásia. “O estudo mostra que os humanos modernos se moviam pelo interior, pelo coração terrestre da Eurásia, e não pelo litoral”, diz Michael Petraglia, do Max Planck Institute for the Science of Human History, coautor da pesquisa. 
Fonte: The GuardianImagem: frantic00 / Shutterstock.com
nossa fonte: https://seuhistory.com/noticias/estudo-indica-que-homo-sapiens-se-espalhou-pela-asia-antes-do-que-se-acreditava

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Arqueólogo encontra mais de mil tumbas pelo Google Earth.


Arqueólogo encontra mais de mil tumbas pelo Google Earth.

O Professor australiano David Kennedy, da Universidade Western Australia, vasculhou 1,2 mil km quadrados da Arábia Saudita e encontrou quase 2 mil potenciais sítios arqueológicos, sendo que, destes, 1.082 podem ser túmulos, segundo o site do TG Daily.

O pesquisador conseguiu verificar um dos sítios com a ajuda de um colega que estava no país árabe, que foi até o local e confirmou a suspeita. Segundo Kennedy, a Arábia Saudita é um país de acesso muito difícil para realizar este tipo de varredura, mas o Google Earth torna isso não só possível como relativamente fácil.

Talvez o trabalho de Kennedy seja importante não somente para a Arqueologia, mas também para mostrar que a ferramenta da Google tem a possibilidade de aplicações em outras áreas que não diversão. 07 de fevereiro de 2011.

Fonte:http://noticias.terra.com.br/.../0,,OI4933335-EI8147,00...

 

quinta-feira, 3 de fevereiro de 1994

segunda-feira, 1 de fevereiro de 1993

Ossos humanos e de animais são encontrados em caverna na Arábia.

PILHA DE OSSOS DE HUMANOS E ANIMAIS É ENCONTRADA EM CAVERNA NA ARÁBIA SAUDITA

Acredita-se que o material foi acumulado no local durante um período de sete mil anos
Por History Channel Brasil em 15 de Outubro de 2021 às 18:36
Enorme pilha de ossos de humanos e animais é encontrada em caverna na Arábia Saudita-0 

Arqueólogos encontraram uma enorme pilha de ossos de humanos e animais em uma caverna de origem vulcânica na Arábia Saudita. Entre eles, estão restos mortais de bovinos, caprídeos, cavalos, camelos e roedores. Acredita-se que o material foi acumulado no local por hienas durante um período de sete mil anos.

Hienas acumuladoras de ossos

A descoberta é tema de um estudo publicado no periódico científico Archaeological and Anthropological Sciences. A impressionante pilha é composta por centenas de milhares de ossos. O envolvimento das hienas no acúmulo do material foi constatado a partir da análise de cortes, mordidas e marcas de digestão dos ossos, segundo Mathew Stewart, autor principal do estudo e zooarqueológo do Instituto Max Plank para a Ciência da História Humana, na Alemanha.

Pilha de ossos encontrados na caverna

O material foi encontrado em um local conhecido como Harrat Khaybar, que consiste em uma rede de túneis formados por lava seca. Os pesquisadores analisaram 1.917 ossos e dentes encontrados lá. Os estudos apontaram que os restos mortais têm entre 439 e 6.839 anos, uma indicação de que as hienas vêm usando a rede subterrânea há muito tempo. 

Embora atualmente as hienas estejam ameaçadas de extinção na Arábia Saudita, elas costumavam ser abundantes naquela região. Esses animais costumam levar ossos para suas tocas, para ser consumidos, armazenados ou alimentar os filhotes. "A hiena listrada é um acumulador de ossos muito ávido”, afirmou Stewart.

Fontes
 
BBC e Gizmodo
Imagens
 
Instituto Max Plank/Archaeological and Anthropological Sciences/Reprodução.

domingo, 21 de junho de 1992

Inscrições antigas do rei da Babilônia Nabonido, descobertas na Arábia Saudita.

Inscrições antigas do rei da Babilônia Nabonido, descobertas na Arábia Saudita

Arqueólogos da Comissão de Patrimônio da Arábia Saudita descobriram inscrições rochosas fascinantes na região de Hail (norte da Arábia Saudita) que retratam o rei babilônico Nabonidus.

As inscrições nas rochas datam de 540 aC e fornecem mais evidências de que havia uma ligação cultural entre a Arábia Saudita e a maioria das antigas civilizações do Oriente Próximo.

O rei Nabonido foi o último rei do Império Neo-Babilônico. Ele governou de 556 aC até a queda da Babilônia para o Império Aquemênida sob Ciro, o Grande, em 539 aC.

A descoberta inclui uma inscrição em uma das rochas basálticas que representa o rei babilônico Nabonido segurando um cetro na mão. Crédito: SPA

“Nabonido, o último rei nativo da Babilônia, elevou sua capital a uma condição de magnificência que não conhecia antes. Esta cidade sobreviveu, com mas poucas mudanças, durante o domínio dos reis de Achémen da Pérsia, e a partir do tempo de Heródoto, a Babilônia tornou-se famosa em todo o mundo antigo. Naquela época, Ashur Nínive , as grandes capitais da Assíria, haviam deixado de existir; mas Babilônia ainda estava em sua glória, e as descrições da cidade chegaram até nós nas obras de escritores clássicos. ” 1

Quando Ciro, o Grande, invadiu a Babilônia, o rei Nabonido foi levado ao cativeiro e a capital teve que se render. Antes da invasão do Império Aquemênida, o Rei Nabonidus “havia coletado muitas das imagens de culto em todo o país para a capital, sem se preocupar que, com isso, arrancou os deuses de suas antigas habitações”. 1

Ciro, o Grande, conquistou o respeito dos babilônios ao restaurar os deuses em seus santuários locais, Ciro ganhou popularidade e conquistou completamente o sacerdócio, de longe o setor político mais poderoso da comunidade. Assim, aconteceu que Babilônia não lutou mais para manter sua liberdade, e todo o território de que ela havia desfrutado foi incorporado sem resistência ao império persa. ” 1

O Harran Stela representando o rei Nabonidus orando para a lua (ou seja, Sîn), o sol e Vênus. Crédito: Jona Lendering – CC BY 3.0

De acordo com o Arab News , as antigas inscrições nas rochas da Babilônia descobertas na Arábia Saudita retratam “o rei da Babilônia segurando um cetro na mão e na frente dele uma série de símbolos religiosos. A inscrição também continha um texto cuneiforme com cerca de 26 linhas, tornando-se o texto escrito mais longo encontrado até agora no Reino. ”

No momento, há pouca informação sobre as descobertas, já que os cientistas devem agora examinar as inscrições nas rochas e compará-las com outras descobertas semelhantes feitas na área vizinha.

O local da parede onde as inscrições babilônicas foram descobertas era “conhecido no passado como Fadak, representa um local importante no noroeste da Arábia desde o primeiro milênio aC até o início da era islâmica. Um grupo de desenhos, inscrições rupestres e primeiros escritos islâmicos foram encontrados nas encostas de suas montanhas. O local também contém um conjunto de castelos, fortes e paredes, além de instalações de água que dão outra dimensão à sua importância cultural. ” 2

É uma descoberta arqueológica significativa que fornecerá informações históricas valiosas sobre o contato cultural e comercial entre a Península Arábica e as civilizações mesopotâmicas.

Fonte : ancientpages

Texto Original : Jan Bartek 

Tradução : Fatos Curiosos