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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Livro: Como Reconhecer a Arte Egípcia. De: Giorgio Lise.

 

BIBLIOGRAFIA: LISE, Giorgio. Como Reconhecer a Arte Egípcia. São Paulo: Martins Fontes, 1989.  

O livro "Como Reconhecer a Arte Egípcia", escrito pelo especialista italiano Giorgio Lise e publicado originalmente em 1978, é um guia prático e ricamente ilustrado projetado para introduzir leitores ao universo visual e estrutural do Egito Antigo.

Visão Geral e Estrutura do Livro

Com um formato conciso e direto (cerca de 63 a 64 páginas), o livro adota uma estrutura didática padrão da coleção para analisar os três pilares da produção artística egípcia:

  • Arquitetura: Explora a evolução das construções, desde as mastabas e as icônicas Pirâmides de Gizé até os grandiosos templos do Novo Império, como Karnak e Luxor.
  • Escultura: Detalha os padrões de rigidez e a busca pela imortalidade, incluindo estátuas de faraós, esfinges e bustos célebres (como o de Nefertiti).
  • Pintura: Explica as regras fundamentais que regiam os afrescos e murais em tumbas e palácios, com foco na simbologia religiosa e no cotidiano.

 Conceitos-Chave Abordados na Obra

Para ajudar o leitor a identificar visualmente uma legítima obra egípcia, o autor destaca convenções estéticas rígidas que duraram três milênios.

  • Lei da Frontalidade: Regra artística onde o tronco e os olhos das figuras humanas são desenhados de frente, enquanto a cabeça, os braços e as pernas ficam de perfil.
  • Ausência de Profundidade: Obras bidimensionais que rejeitam o ponto de fuga espacial, priorizando a clareza da mensagem e a função religiosa sobre o realismo.
  • Hierarquia pelo Tamanho: Convenção social e estética onde as figuras mais importantes (como deuses e faraós) são retratadas em escalas significativamente maiores que servos ou esposas.

 

sexta-feira, 13 de maio de 2022

Gravuras são encontradas em templo no Egito.

GRAVURAS ESCONDIDAS DURANTE 2 MIL ANOS SÃO ENCONTRADAS EM TEMPLO NO EGITO

Incrivelmente preservadas, as imagens representam animais e divindades egípcias
Por History Channel Brasil em 13 de Maio de 2022 às 14:24
Gravuras escondidas durante 2 mil anos são encontradas em templo no Egito-0 

Enquanto restauravam o templo de Esna, em Luxor, no Egito, arqueólogos encontraram um tesouro que ficou escondido durante dois mil anos. Encobertas pela poeira do tempo, estavam dezenas de gravuras incrivelmente preservadas nas paredes e teto da estrutura. As imagens retratam animais e divindades egípcias.

Águias com cabeça de cobra

As gravuras foram encontradas na entrada do templo, ocultadas sob uma grossa camada de detritos a uma altura de 14 metros. Entre as gravuras mais impressionantes estão 46 águias divididas em duas fileiras. Algumas delas possuem cabeças de cobra, representando a deusa Wadjet, enquanto outras representam a deusa Nekhbet.

Gravuras no templo de Esna

O Templo de Esna, dedicado ao deus carneiro Khnum e suas consortes divinas, começou a ser construído era romana durante o reinado do imperador Cláudio (41 - 54 d.C.). Acredita-se que sua decoração foi concluída durante o reinado do imperador Décio (249 d.C. - 251 d.C.). Durante os séculos XIX e XX, o Templo de Esna sofreu uma invasão urbana, que limitou o acesso ao local.

Gravuras no templo de Esna

No lado oeste do templo, os arqueólogos também encontraram uma gravura romana em tinta vermelha. A imagem data da época do imperador romano Domiciano, 81-96 d.C., que pode ter concluído a construção da estrutura. Segundo os pesquisadores, mais estudos serão realizados no local para revelar outros detalhes das gravuras.

Gravuras no templo de Esna


Fontes
 
Ahram e Ministério do Turismo e das Antiguidades do Egito
Imagens
 
Ministério do Turismo e das Antiguidades do Egito/Divulgação
nossa fonte: history.uol.com.br

terça-feira, 4 de fevereiro de 2020

Âncora egípcia de 3.400 anos é encontrada na costa de Israel.

ÂNCORA EGÍPCIA DE 3.400 ANOS É ENCONTRADA ACIDENTALMENTE NA COSTA DE ISRAEL

"Era como entrar em um templo egípcio no fundo do Mediterrâneo”, declarou o médico veterinário que fez a descoberta por acaso
FABIO PREVIDELLI PUBLICADO EM 04/02/2020

Âncora de 3.400 anos encontrada na costa de Israel
Âncora de 3.400 anos encontrada na costa de Israel - Museu de Israel

Durante um mergulho matutino na costa norte de Israel — no mar Mediterrâneo —, um médico veterinário encontrou uma antiga âncora egípcia de pedra após tropeçar nela enquanto nadava. “Continuei nadando por alguns metros, depois percebi o que tinha visto e mergulhei para tocá-lo”, declarou Rafi Bahalul.
A descoberta se mostrou mais interessante ainda quando ele percebeu que o pedregulho era decorado com a imagem de uma deusa antiga, além de alguns hieróglifos. "Era como entrar em um templo egípcio no fundo do Mediterrâneo”, disse.

A âncora de pedra, de cerca de 3.400 anos de idade, tem a forma de um trapézio com os cantos arredondados e um buraco em uma das extremidades que servia para amarrar a corda / Crédito: Museu de Israel


Imediatamente, o veterinário chamou especialistas da Autoridade de Antiguidades de Israel — ou IAA na sigla em inglês — para examinar sua descoberta, realizada perto de Atlit, uma cidade cerca de Haifa.
"Este era um local conhecido de onde surgiram outros achados, mas não estávamos cavando lá no momento", disse Jacob Sharvit, chefe da unidade de arqueologia marítima da IAA. "Às vezes o mar faz o trabalho por nós e, felizmente, alguém viu e nos alertou."
âncora de pedra, com aproximadamente 3.400 anos, tem a forma de um trapézio com os cantos arredondados e um buraco em uma das extremidades que servia para amarrar a corda. “Sua função é bastante mundana e facilmente identificável: era uma âncora típica usada por navios durante a Idade do Bronze”, explicou Shirly Ben-Dor Evian, curadora de arqueologia egípcia no Museu de Israel em Jerusalém, onde a peça está em exibição.

segunda-feira, 29 de abril de 2019

Muitas estátuas do Antigo Egito ficaram sem nariz por um motivo curioso.


CURIOSIDADES

Várias estátuas do Antigo Egito sobreviveram à passagem do tempo e continuam praticamente intactas depois de milênios. No entanto, um grande número delas perdeu o nariz. Esses danos seriam propositais ou fruto de acidentes?
Especialistas dizem que motivo disso está relacionado a crenças espirituais. Os escultores egípcios eram exímios artistas, criando imagens de faraós, sacerdotes e deuses. As estátuas eram tão bem feitas que muitas pessoas acreditavam que elas tivessem alguma espécie de força vital.
Segundo Adela Oppenheim, curadora do departamento de arte egípcia do Metropolitan Museum de Nova York, os antigos egípcios acreditavam que a melhor maneira de destruir o "espírito" das estátuas era quebrando seus narizes. Isso porque eles relacionavam o órgão a uma das maiores funções vitais: a respiração.
A curadora explica que os egípcios não achavam que as estátuas literalmente respirassem. Mesmo assim, em determinadas circunstâncias, eles quebravam seus narizes por motivos de superstição. Geralmente saqueadores de tumbas ou templos danificavam as esculturas para que as obras de arte não amaldiçoassem esses invasores de alguma forma. 
Em alguns casos, as estátuas perderam o nariz devido à erosão. Mas Adela diz que especialistas conseguem distinguir facilmente as esculturas que sofreram desgaste natural daquelas que foram atacadas propositalmente. De acordo com ela, os dois processos deixam marcas muito diferentes.
Fonte: Live Science
Imagem: Keith Schengili-Roberts, via Wikimedia Commons 

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

O Fascinante Mundo do Antigo Egito.























Uma publicação do periódico que foi a nossa fonte: EGITOMANIA, O Fascinante Mundo do Antigo Egito, volume 1, Editora Planeta, São Paulo, 2001. 

Boa pesquisa.

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Dez importantes obras de arte do Antigo Egito.











Uma publicação do periódico que foi a nossa fonte: EGITOMANIA, O Fascinante Mundo do Antigo Egito, Editora Planeta. 

Boa pesquisa.

quinta-feira, 28 de maio de 1992

Frascos de Perfumes em Vidros Egípcios.











































Uma peça única de mãos egípcias criativas 🏺
Garrafas de perfumes são as mais belas obras de HandMed Beautiful, artesanalmente em um lindo trabalho de grafinhas pintadas de ouro.
Fabricação de vidros bombados dos primeiros egípcios antigos e que usaram vidros em decotes e outros e até final.
Dedicação na indústria de lâmpadas ou suspeita da era islâmica, inovando estilos de decoração e camuflagem de esmalte e ouro.
Garrafas encontradas em Khan Khalili e mercados de segunda roupa de Aswan.

fonte: grupodelgranmuseoegipcio.com