A Personalidade de um Indivíduo.
Para os autores psicanalíticos, a personalidade de cada indivíduo vai se estruturando ao longo do seu desenvolvimento, sendo composta, também, por também, por fatores hereditários fatores ambientais. Freud postulou que existem dois instintos básicos que regem a maioria dos pensamentos e ações de cada um São eles: o instinto agressivo (pulsão de morte) e o instinto sexual (pulsão de vida). Ambas as forças instintivas podem interagir em combinação numa mesma ação e/ou pensamento. (Ex.: alimentar-se pressupõe a destruição do alimento mas também a incorporação para a sobrevivência. Cada instinto possui uma energia A LIBIDO é a energia psíquica aproveitável para os instintos de vida. Esta energia é móvel, tendo facilidade de se dirigir pata uma área de atenção á outra. Vetemos adiante como a libido é entendida no desenvolvimento psicossexual do indivíduo.
Os instintos são regidos por dois princípios:
1 . Principio do prazer: por este principio, o indivíduo busca o prazer e evita o desprazer.
Por exemplo: tenho fome - como um alimento - alivio a fome.
2. Principio da realidade: é estabelecido com a maturidade, com a capacidade para o pensamento simbólico abstrato que proporciona a base para representações mentais do futuro distante destes princípios permite que o prazer seja postergado, tolerando a espeta. Ex. : tenho fome e estou numa reunião - penso como posso aguardar o intervalo para comer e assim o faço.
A mente de cada indivíduo é constituída de três instâncias mais ou menos autônomas que, interagindo entre si, compõe a personalidade. São elas:
1) Reservatório dos instintos básicos. É regido pelo principio do prazer tolera contradições e incoerências O lD pode ser comparado a um rei cego, cujo poder e autoridade são totais e cerceadores, mas que depende de outros para distribuir e usar de modo adequado e seu poder. É inconsciente.
EGO - é o órgão executor da mente, mediador entre as demandas do ld, do superego e da realidade externa. É a via final que integra todas essas demandas. "É o que somas, como nos relacionamos." O ego compreende as chamadas funções psicológicas (senso percepção, atenção, consciência, orientação, pensamento, linguagem, inteligência, memória, afeto e conduta) e os mecanismos de defesa que auxiliam o indivíduo a adaptar-se ao ambiente. O ego é tanto consciente quanto inconsciente.
SUPEREGO - refere-se ás funções psicológicas implicadas em regras de certo e errado e do juízo do "eu". Muitas vezes entra em conflito com o id e o ego. O superego se desenvolve a partir do relacionamento da criança com seus pai (ou substitutos), os quais proporcionam, inicialmente, o juízo externo, a critica e o louvor par sua conduta. Com o crescimento e o amadurecimento da criança, tais juízos são internalizados, mantendo-se geralmente inconsciente no superego. Tanto consciente quanto inconsciente.
Obs: realidade psicológica = realidade física. O registro interno que cada um fará dependerá de coma as funções psicológicas interagem entre si. Ex.: a mãe internalizada pode não ser correspondente à mãe real.
(Texto elaborado pela pedagoga Edna Fontoura Vieira). Com a finalidade de estudo no curso de qualificação profissional do SEP.
Fonte: Arquivo pessoal
Aula da Prof. Vanessa.
Para os autores psicanalíticos, a personalidade de cada indivíduo vai se estruturando ao longo do seu desenvolvimento, sendo composta, também, por também, por fatores hereditários fatores ambientais. Freud postulou que existem dois instintos básicos que regem a maioria dos pensamentos e ações de cada um São eles: o instinto agressivo (pulsão de morte) e o instinto sexual (pulsão de vida). Ambas as forças instintivas podem interagir em combinação numa mesma ação e/ou pensamento. (Ex.: alimentar-se pressupõe a destruição do alimento mas também a incorporação para a sobrevivência. Cada instinto possui uma energia A LIBIDO é a energia psíquica aproveitável para os instintos de vida. Esta energia é móvel, tendo facilidade de se dirigir pata uma área de atenção á outra. Vetemos adiante como a libido é entendida no desenvolvimento psicossexual do indivíduo.
Os instintos são regidos por dois princípios:
1 . Principio do prazer: por este principio, o indivíduo busca o prazer e evita o desprazer.
Por exemplo: tenho fome - como um alimento - alivio a fome.
2. Principio da realidade: é estabelecido com a maturidade, com a capacidade para o pensamento simbólico abstrato que proporciona a base para representações mentais do futuro distante destes princípios permite que o prazer seja postergado, tolerando a espeta. Ex. : tenho fome e estou numa reunião - penso como posso aguardar o intervalo para comer e assim o faço.
A mente de cada indivíduo é constituída de três instâncias mais ou menos autônomas que, interagindo entre si, compõe a personalidade. São elas:
1) Reservatório dos instintos básicos. É regido pelo principio do prazer tolera contradições e incoerências O lD pode ser comparado a um rei cego, cujo poder e autoridade são totais e cerceadores, mas que depende de outros para distribuir e usar de modo adequado e seu poder. É inconsciente.
EGO - é o órgão executor da mente, mediador entre as demandas do ld, do superego e da realidade externa. É a via final que integra todas essas demandas. "É o que somas, como nos relacionamos." O ego compreende as chamadas funções psicológicas (senso percepção, atenção, consciência, orientação, pensamento, linguagem, inteligência, memória, afeto e conduta) e os mecanismos de defesa que auxiliam o indivíduo a adaptar-se ao ambiente. O ego é tanto consciente quanto inconsciente.
SUPEREGO - refere-se ás funções psicológicas implicadas em regras de certo e errado e do juízo do "eu". Muitas vezes entra em conflito com o id e o ego. O superego se desenvolve a partir do relacionamento da criança com seus pai (ou substitutos), os quais proporcionam, inicialmente, o juízo externo, a critica e o louvor par sua conduta. Com o crescimento e o amadurecimento da criança, tais juízos são internalizados, mantendo-se geralmente inconsciente no superego. Tanto consciente quanto inconsciente.
Obs: realidade psicológica = realidade física. O registro interno que cada um fará dependerá de coma as funções psicológicas interagem entre si. Ex.: a mãe internalizada pode não ser correspondente à mãe real.
(Texto elaborado pela pedagoga Edna Fontoura Vieira). Com a finalidade de estudo no curso de qualificação profissional do SEP.
Fonte: Arquivo pessoal
Aula da Prof. Vanessa.
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