Em alguns vales do Atacama existe água. Perto da água, os povos antigos (pré-Incas) desenvolveram ricas zonas agrícolas. Qual o segredo? Além da água, duas técnicas: o cultivo de um consórcio agroecológico de grãos conhecido como MILPA (milho, feijão e abóbora, onde o milho fornece as hastes para o feijão e a abóbora impede a competição de vegetação); o uso de um fertilizante natural muito especial para enriquecer o solo, o excremento de aves aquáticas –como pelicanos e atobás– chamado de guano. Eles coletavam guano nos montes frequentados por essas aves marinhas, perto da costa. O guano é rico em nitrogênio, potássio, fósforo magnésio e cálcio. Em novo estudo publicado na revista científica Nature, os pesquisadores trazem mais evidências para confirmar esse antigo uso de guano. Nas 246 plantas do deserto analisadas (como milho, quinoa, pimentas), os cientistas encontraram e dataram significantes níveis de nitrogênio de origem marinha.
fonte: https://www.facebook.com/arvoresertecnologico/photos/a.501991869943424/2019421814867081/
Boa pesquisa.

Nenhum comentário:
Postar um comentário