Mitologia Grega e Mitologia Romana.
Os gregos acreditavam que os deuses eram imortais e controlavam as forças da natureza, por isso poderiam protegê-los, ajudá-los ou castigá-los. Geralmente a relação entre os homens e os deuses eram amigáveis, a não ser quando puniam os humanos. Pode se notar como está expressa na mitologia o poder da natureza e a fraqueza do ser humano, está tudo interligado a cada aspecto da vida. Cada cidade devotou-se para um deus ou um grupo de deuses, por isso construíram muitos templos para adoração. Nas festas, poetas recitavam ou cantavam grandes lendas e histórias, assim a população também aprendia sobre a cultura mitológica. A família tinha o costume de conversar em casa sobre os deuses e suas mitologias, pois a doração era comum. A casa tinha um lugarzinho especial dedicado aos deuses, onde as pessoas faziam orações e oferendas regularmente. A deusa Héstia era venerada dentro de casa por ser uma deusa protetora do lar, mas no caso de Zeus, poderia se construir um templo no pátio. Os gregos ofereciam sacrifícios aos deuses, geralmente com animais domésticos como os carneiros. Os gregos não tinham uma organização religiosa oficial, eles honravam os deuses e alguns lugares sagrados, como Delfos, local dedicado ao Deus Apolo. O templo tinha um oráculo, que era consultado a cerca do futuro, por viajantes ou curiosos. Um grupo de sacerdotes interpretava as palavras dos deuses, mas estes não tinham conhecimento especial e nem poder.
MITOLOGIA ROMANA.
Várias crenças, rituais e outras observações concernentes ao sobrenatural celebradas ou praticadas pelos antigos romanos do período lendário até que o Cristianismo suplantou completamente as religiões nativas do Império no início da Idade Média. A religião originária das primeiras tribos romana foi modificada com a adição de inúmeras e conflitantes crenças com o passar do tempo, e pela assimilação de vasto número de lendas da Mitologia Grega, o que não pode ser reconstruído com precisão. Por causa das extensivas mudanças na religião terem tido lugar muito antes da tradição literária ter começado, sua origem era, em muitos casos, desconhecidas para os primeiros escritores romanos que tratavam de religião, como o letrado Marcus Terentius Varro, do século I d.C..
Outros escritores clássicos como o poeta Ovídio em seu Fastos, foram fortemente influenciados pelos modos Alexandrinos que em seus trabalhos eles costumavam empregar crenças gregas para preencher lacunas na tradição romana. Caracterizaram-se também, por apresentar muito de outras culturas, não apenas dos gregos, algumas vezes, em Roma, a religião egípcia teve muitos seguidores. Os romanos esperavam por uma vida melhor num outro mundo. Uma variedade de religiões misteriosas (das quais o Cristianismo foi uma delas), prometiam este tipo de legado ao homem comum.
MITOLOGIA GREGA.
A mitologia é o estudo e a interpretação de mitos de uma determinada cultura. O mito é um fenômeno cultural complexo com inúmeros pontos de vista, é uma narrativa que descreve e retrata, em linguagem simbólica, a origem dos elementos básicos e suposições de uma cultura. As narrativas míticas relatam, por exemplo: como o mundo começou, como os animais e homens foram criados, e como certos costumes, atitudes ou formas de atividades humanas se originaram. Quase todas as culturas possuem ou em algum tempo possuíram e viveram sob a influência dos mitos. Os mitos diferem de contos de fada, os quais se referem a um tempo que é diferente do tempo comum. A seqüência do tempo dos mitos é extraordinária – um “outro” tempo – o tempo antes do mundo vir a ser como o conhecemos. Pelo fato dos mitos se referirem a um tempo e lugar extraordinários, a deuses e outros seres sobrenaturais, eles foram vistos como aspectos de ordem religiosa.
Crenças e observações dos antigos rituais gregos, o primeiro povo ocidental, surgindo por volta de 2000 aC., consiste principalmente de um grupo de relatos e lendas diversas sobre uma variedade de deuses. A mitologia grega se desenvolveu plenamente por volta de 700 a.C. Três coleções clássicas de mitos: a Teogonia, pelo poeta Hesíodo, e a Ilíada e Odisseia de Homero – aparecem nesta época. A mitologia grega tem várias características particulares. Os deuses gregos eram retratados como semelhantes aos humanos em forma e sentimentos. Ao contrário de antigas religiões, como o Hinduísmo ou o Judaísmo, a mitologia grega não envolvia revelações especiais ou ensinamentos espirituais. Também variava largamente a sua prática e crença, como nenhuma estrutura formal, tal como um governo religioso, a exemplo da igreja de nossos dias, e nenhum código escrito como um livro sagrado. Os gregos acreditavam muito nos seus deuses e veneravam com crença e oferendas. Os deuses eram diversos e com funções diversas. Suas lendas foram marcantes por toda eternidade.
O INÍCIO, O CAOS, O NASCER DOS DEUSES.
Há início para tudo, tudo nasce, cresce, e com o passar do tempo, extinguisse. Não é difícil acreditar nesta oração quando reduzimos a ocorrência em coisas que conhecemos; coisas concretas e palpáveis. Um homem nasce, desenvolve-se e termina por morrer. E assim é com todas as outras coisas: plantas, objetos e etc. Mesmo aquilo que parece imortal tem o seu fim, como mares e montanhas. Não é fácil, porém, ver isso. Imaginar que um dia o sol poderá engolir a Terra não é exatamente lógico. Algo mais complicado foi a questão do nascimento, do Estado Primordial, as origens do mundo, origens do universo. Logicamente, os deuses fizeram tudo que era por eles conhecido. Isso já facilitava a questão. Mas quem criou os deuses? Antes dos deuses, o espaço apresentava apenas uma confusa massa, em que se confundiam os princípios de todos os seres.
" o sol ainda não esparzia a sua luz pelo universo; a lua não estava sujeita às vicissitudes; a terra não se achava suspensa no meio do ar, em se sustenta em seu próprio peso; o mar não tinha margens; a água e o ar mesclavam-se à terra, que não tinha solidez; a água não era fluída, o ar não tinha luz, tudo era confusão. Nenhum corpo tinha forma que deveria ter e todos juntos se obstaculavam uns aos outros..." (Ovídio)
Isto chamava-se Caos. Seria a personificação do Vazio Primordial, anterior a criação, no tempo em que a ordem não tinha sido estabelecida aos elementos do mundo, "...mais um Vazio que é inteiramente potência e matriz do mundo, vazio por desorganização e não por privação, vazio por ser indescritível e não por ser nada" (Grimal).
Segundo os poetas, existia desde tempos imemoriáveis, sob forma vaga, indefinível, indescritível... Diz-se, geralmente que não era o Caos o mais antigo entre todos os deuses, mas tal afirmação seria passível de críticas. E eis o porquê: Caos era uma divindade que embora rudimentar, era capaz de fecundar. Gerou Érebo e a Noite. Depois gerou o Dia e o Éter. Toma-se, porém, que a primeira divindade é a Noite (Nyx). Érebo é o nome dado as Trevas Infernais (algumas outras tradições colocam-no como pai do Éter e do Dia) e Éter é a personificação do céu superior, onde a luz é mais pura do que no céu, que está mais próximo da Terra. Estas duas personificações são menos conhecidas e, por isso, quase sempre desprezadas.
Começa a geração de divindades, de Urano a Crono, do Cosmo, Urano (Céu) e a Gaia (Terra) iniciam uma descendência: Titãs, Titânidas, Ciclopes, Hecatonquiros, além dos que nasceram do sangue de Urano e de todos os filhos destes ou daqueles.
TITANOMAQUIA, GUERRA DE TITÃS.
Revolta que envolveu o Céu, a Terra e os Mares. Júpiter com seus irmãos, Ciclopes, os três Hecatônquiros de cem olhos e 50 cabeças, Oceano e Prometeu contra os Titãs: Saturno e irmãos. A guerra durou uma eternidade. Lançaram 300 montanhas sobre os Titãs e os Ciclopes acorrentaram-nos, assim levaram-nos para o Tártaro e os Hecatônquiros ficaram sob vigia. Considerada a primeira guerra do mundo. Júpiter provocou a Guerra dos Titãs e venceu tornando-se assim, o maior Deus e soberano por todos os outros no mundo.
MONTE OLIMPO, A MORADA DOS DEUSES
O povo acreditava que seus deuses moravam no Monte Olimpo, que existe realmente e localiza-se no norte da Grécia, nos limites da Tessália e Macedônia, não longe do mar Egeu, defronte ao golfo da Salônica. Eleva-se de um enorme chapadão até 3000 metros de altura, sendo o ponto mais alto da Grécia. Apresenta um formato quase escultural, seu cimo é rodeado de nuvens que mais parecem gigantescos acentos para os deuses baterem um papinho. Para quem vinha do mar, sentia realmente, um temor místico ao avistar o majestoso colosso de pedra recortado contra o azul do céu. Com o tempo, a ideia de morada dos deuses deixou de se associar a qualquer montanha em particular e passou a significar o céu. A fantástica mitologia grega, a mais rica de todas, não só inspirou os seus poetas, escritores e artistas, como também os romanos e todo o mundo ocidental. Uma das perguntas que pairam sobre a mente das pessoas é para saber qual a diferença entre a Mitologia Grega e a Mitologia Romana e a relação entre as principais divindades que governavam e habitavam o Monte Olimpo.
Os gregos acreditavam que os deuses eram imortais e controlavam as forças da natureza, por isso poderiam protegê-los, ajudá-los ou castigá-los. Geralmente a relação entre os homens e os deuses eram amigáveis, a não ser quando puniam os humanos. Pode se notar como está expressa na mitologia o poder da natureza e a fraqueza do ser humano, está tudo interligado a cada aspecto da vida. Cada cidade devotou-se para um deus ou um grupo de deuses, por isso construíram muitos templos para adoração. Nas festas, poetas recitavam ou cantavam grandes lendas e histórias, assim a população também aprendia sobre a cultura mitológica. A família tinha o costume de conversar em casa sobre os deuses e suas mitologias, pois a doração era comum. A casa tinha um lugarzinho especial dedicado aos deuses, onde as pessoas faziam orações e oferendas regularmente. A deusa Héstia era venerada dentro de casa por ser uma deusa protetora do lar, mas no caso de Zeus, poderia se construir um templo no pátio. Os gregos ofereciam sacrifícios aos deuses, geralmente com animais domésticos como os carneiros. Os gregos não tinham uma organização religiosa oficial, eles honravam os deuses e alguns lugares sagrados, como Delfos, local dedicado ao Deus Apolo. O templo tinha um oráculo, que era consultado a cerca do futuro, por viajantes ou curiosos. Um grupo de sacerdotes interpretava as palavras dos deuses, mas estes não tinham conhecimento especial e nem poder.
MITOLOGIA ROMANA.
Várias crenças, rituais e outras observações concernentes ao sobrenatural celebradas ou praticadas pelos antigos romanos do período lendário até que o Cristianismo suplantou completamente as religiões nativas do Império no início da Idade Média. A religião originária das primeiras tribos romana foi modificada com a adição de inúmeras e conflitantes crenças com o passar do tempo, e pela assimilação de vasto número de lendas da Mitologia Grega, o que não pode ser reconstruído com precisão. Por causa das extensivas mudanças na religião terem tido lugar muito antes da tradição literária ter começado, sua origem era, em muitos casos, desconhecidas para os primeiros escritores romanos que tratavam de religião, como o letrado Marcus Terentius Varro, do século I d.C..
Outros escritores clássicos como o poeta Ovídio em seu Fastos, foram fortemente influenciados pelos modos Alexandrinos que em seus trabalhos eles costumavam empregar crenças gregas para preencher lacunas na tradição romana. Caracterizaram-se também, por apresentar muito de outras culturas, não apenas dos gregos, algumas vezes, em Roma, a religião egípcia teve muitos seguidores. Os romanos esperavam por uma vida melhor num outro mundo. Uma variedade de religiões misteriosas (das quais o Cristianismo foi uma delas), prometiam este tipo de legado ao homem comum.
MITOLOGIA GREGA.
A mitologia é o estudo e a interpretação de mitos de uma determinada cultura. O mito é um fenômeno cultural complexo com inúmeros pontos de vista, é uma narrativa que descreve e retrata, em linguagem simbólica, a origem dos elementos básicos e suposições de uma cultura. As narrativas míticas relatam, por exemplo: como o mundo começou, como os animais e homens foram criados, e como certos costumes, atitudes ou formas de atividades humanas se originaram. Quase todas as culturas possuem ou em algum tempo possuíram e viveram sob a influência dos mitos. Os mitos diferem de contos de fada, os quais se referem a um tempo que é diferente do tempo comum. A seqüência do tempo dos mitos é extraordinária – um “outro” tempo – o tempo antes do mundo vir a ser como o conhecemos. Pelo fato dos mitos se referirem a um tempo e lugar extraordinários, a deuses e outros seres sobrenaturais, eles foram vistos como aspectos de ordem religiosa.
Crenças e observações dos antigos rituais gregos, o primeiro povo ocidental, surgindo por volta de 2000 aC., consiste principalmente de um grupo de relatos e lendas diversas sobre uma variedade de deuses. A mitologia grega se desenvolveu plenamente por volta de 700 a.C. Três coleções clássicas de mitos: a Teogonia, pelo poeta Hesíodo, e a Ilíada e Odisseia de Homero – aparecem nesta época. A mitologia grega tem várias características particulares. Os deuses gregos eram retratados como semelhantes aos humanos em forma e sentimentos. Ao contrário de antigas religiões, como o Hinduísmo ou o Judaísmo, a mitologia grega não envolvia revelações especiais ou ensinamentos espirituais. Também variava largamente a sua prática e crença, como nenhuma estrutura formal, tal como um governo religioso, a exemplo da igreja de nossos dias, e nenhum código escrito como um livro sagrado. Os gregos acreditavam muito nos seus deuses e veneravam com crença e oferendas. Os deuses eram diversos e com funções diversas. Suas lendas foram marcantes por toda eternidade.
O INÍCIO, O CAOS, O NASCER DOS DEUSES.
Há início para tudo, tudo nasce, cresce, e com o passar do tempo, extinguisse. Não é difícil acreditar nesta oração quando reduzimos a ocorrência em coisas que conhecemos; coisas concretas e palpáveis. Um homem nasce, desenvolve-se e termina por morrer. E assim é com todas as outras coisas: plantas, objetos e etc. Mesmo aquilo que parece imortal tem o seu fim, como mares e montanhas. Não é fácil, porém, ver isso. Imaginar que um dia o sol poderá engolir a Terra não é exatamente lógico. Algo mais complicado foi a questão do nascimento, do Estado Primordial, as origens do mundo, origens do universo. Logicamente, os deuses fizeram tudo que era por eles conhecido. Isso já facilitava a questão. Mas quem criou os deuses? Antes dos deuses, o espaço apresentava apenas uma confusa massa, em que se confundiam os princípios de todos os seres.
" o sol ainda não esparzia a sua luz pelo universo; a lua não estava sujeita às vicissitudes; a terra não se achava suspensa no meio do ar, em se sustenta em seu próprio peso; o mar não tinha margens; a água e o ar mesclavam-se à terra, que não tinha solidez; a água não era fluída, o ar não tinha luz, tudo era confusão. Nenhum corpo tinha forma que deveria ter e todos juntos se obstaculavam uns aos outros..." (Ovídio)
Isto chamava-se Caos. Seria a personificação do Vazio Primordial, anterior a criação, no tempo em que a ordem não tinha sido estabelecida aos elementos do mundo, "...mais um Vazio que é inteiramente potência e matriz do mundo, vazio por desorganização e não por privação, vazio por ser indescritível e não por ser nada" (Grimal).
Segundo os poetas, existia desde tempos imemoriáveis, sob forma vaga, indefinível, indescritível... Diz-se, geralmente que não era o Caos o mais antigo entre todos os deuses, mas tal afirmação seria passível de críticas. E eis o porquê: Caos era uma divindade que embora rudimentar, era capaz de fecundar. Gerou Érebo e a Noite. Depois gerou o Dia e o Éter. Toma-se, porém, que a primeira divindade é a Noite (Nyx). Érebo é o nome dado as Trevas Infernais (algumas outras tradições colocam-no como pai do Éter e do Dia) e Éter é a personificação do céu superior, onde a luz é mais pura do que no céu, que está mais próximo da Terra. Estas duas personificações são menos conhecidas e, por isso, quase sempre desprezadas.
Começa a geração de divindades, de Urano a Crono, do Cosmo, Urano (Céu) e a Gaia (Terra) iniciam uma descendência: Titãs, Titânidas, Ciclopes, Hecatonquiros, além dos que nasceram do sangue de Urano e de todos os filhos destes ou daqueles.
TITANOMAQUIA, GUERRA DE TITÃS.
Revolta que envolveu o Céu, a Terra e os Mares. Júpiter com seus irmãos, Ciclopes, os três Hecatônquiros de cem olhos e 50 cabeças, Oceano e Prometeu contra os Titãs: Saturno e irmãos. A guerra durou uma eternidade. Lançaram 300 montanhas sobre os Titãs e os Ciclopes acorrentaram-nos, assim levaram-nos para o Tártaro e os Hecatônquiros ficaram sob vigia. Considerada a primeira guerra do mundo. Júpiter provocou a Guerra dos Titãs e venceu tornando-se assim, o maior Deus e soberano por todos os outros no mundo.
MONTE OLIMPO, A MORADA DOS DEUSES
O povo acreditava que seus deuses moravam no Monte Olimpo, que existe realmente e localiza-se no norte da Grécia, nos limites da Tessália e Macedônia, não longe do mar Egeu, defronte ao golfo da Salônica. Eleva-se de um enorme chapadão até 3000 metros de altura, sendo o ponto mais alto da Grécia. Apresenta um formato quase escultural, seu cimo é rodeado de nuvens que mais parecem gigantescos acentos para os deuses baterem um papinho. Para quem vinha do mar, sentia realmente, um temor místico ao avistar o majestoso colosso de pedra recortado contra o azul do céu. Com o tempo, a ideia de morada dos deuses deixou de se associar a qualquer montanha em particular e passou a significar o céu. A fantástica mitologia grega, a mais rica de todas, não só inspirou os seus poetas, escritores e artistas, como também os romanos e todo o mundo ocidental. Uma das perguntas que pairam sobre a mente das pessoas é para saber qual a diferença entre a Mitologia Grega e a Mitologia Romana e a relação entre as principais divindades que governavam e habitavam o Monte Olimpo.
fonte: arquivo pessoal.
Aula da Prof. Vanessa.

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