segunda-feira, 8 de outubro de 1990

Definição de História.


Uma Definição de História.

A História é uma ciência que tem como objeto de estudo o tempo, os acontecimentos, que são os fatos históricos. A história fala de grandes homens da parte política, mas também da sociedade e do povo, os trabalhadores. A história se utiliza de documentos para estudar o passado e também de outras fontes, para tentar chegar mais perto da verdade. Ela analisa as estruturas e tenta não ser só narrativa.

A NOVA HISTÓRIA.

A história devia ser mais abrangente, pois a nova história tem isto como característica, tudo deve ser válido para tentar se aproximar cada vez mais da verdade. Não estuda os fatos isoladamente, a nova história tem um laço com a história tradicional que freqüentemente não é reconhecida, a nova história se preocupa com a vida social, leis, comércio, comportamento, e muitas vezes esquece a história tradicional por ela ser muito narrativa e abordar outros acontecimentos militares e políticos. O historiador deve utilizar a história tradicional, mas ter cuidado com a subjetividade dos documentos.

A NOVA HISTÓRIA MOSTRA:

Um aprofundamento total sendo mais abrangente em seus acontecimentos, idéias, teses e fatos de uma história, tornando-se mais objetivas na estrutura e nas descobertas mais completas servindo não somente para historiadores, mas para antropólogos, sociólogos, economistas, psicólogos e etc. A nova história é um complemento para a história tradicional, utilizando um cuidado especial para não usar da subjetividade dos fatos.

VANTAGENS DA NOVA HISTÓRIA.

Maior variedade de dados a serem estudados e analisados, fontes culturais e visuais, cartas, documentos, nem todas as fontes são confiáveis por mostrar mais a parte da política e faltaria fatos da vida social. Está se procurando ver o que o povo quer.

RISCOS E PROBLEMAS DA NOVA HISTÓRIA.

Cuidar com fontes insertas, no caso de uma entrevista o entrevistador pode usar da sua ideologia para influenciar a resposta do entrevistado. O problema é qie se nega a historiografia tradicional e se cai na fragmentação e a história parece que fica sem base.

O QUE CONSISTE UMA EXPLICAÇÃO HISTÓRICO ESTRUTURAL E COMO É ESTUDADA.

Teria que ser mais detalhada e aprofundar nos objetos e fatos, se os historiadores tentarem explicar poderiam ser superficiais. Utilizar a questão da noção de hábito particular que é vantagem e é o motivo de onde quer chegar, e a regra é mais complexa. As tendências culturais não podem ser analisadas como os acontecimentos políticos. Seria pegar a história tradicional e a Nova História e estudar mais o comportamento no cotidiano com longo prazo e se explica usando tudo que foi estudado na história tradicional e usar os métodos da Nova História para completar o fato e aperfeiçoá-lo.

A SUBJETIVIDADE

Parcialidade ideológica de uma parte da história, várias formas de fontes onde há uma seleção, exemplos: cartas indígenas, cultura material, é uma questão delicada pela forma de estudo, saber até aonde se está sendo parcial.

OBJETIVIDADE.

Imparcialidade no estudo da história.

TEMPO BREVE.

É objetivo por ser específico, a subjetividade entra pela interpretação de cada um.

TEMPO LONGO.

É subjetivo por existir o tempo breve.

OBJETO HISTÓRICO.

É objetivo por que é dado embora pelo fato de como é trabalhado depois pode se tornar narrado e fica subjetivo.

OBJETIVO.

É aonde se quer chegar, é a meta é subjetivo, toda a pesquisa serve para chegar a um final, com um objetivo de estudá-la, os dados e a meta da pesquisa envolve a subjetividade e a objetividade.

TRADIÇÕES ORAIS.

São fontes de informações e dividi-se em 4 grupos: mitos, lendas, fábulas etiológica e anedotas ditas.

MITOS.

Tem um fundo religioso, são figuras importantes na história, considerados por uma sociedade. Ex. Mito de Osiris.

LENDAS.

São histórias populares com um tempo arbitrário da estória. Ex. O Negrinho do Pastoreiro.

FÁBULAS ETIOLÓGICAS.

Tenta dar uma origem histórica.

ANEDOTAS, DITAS

São uma forma de se ver os flagrantes da vida social.

Em comum estes três tópicos tem o tempo: as anedotas, ditas, as histórias da vida e as tradições pictóricas.

HISTÓRIAS DE VIDA.

É a informação ou o estudo de alguém que viveu e/ou (um) fato histórico.

TRADIÇÕES PICTÓRICAS.

Pinturas, mosaicos, objetivo de narrar artisticamente momentos históricos, esculturas, pode informar mais as vezes que outras, podem ser ricas em informações, podem condicionar a forma de interpretação.

CRÍTICA HISTÓRICA.

É a arma que o historiador tem para se dizer historiador.

CRÍTICA EXTERNA.

É a crítica prévia ao documento, busca a autenticidade das fontes.

CRÍTICA INTERNA.

As fontes podem ser mentirosas, enganosas, considerando o autor, as necessidades do autor.

FONTE HERÁLDICA.

Trata exclusivamente dos brasões, das famílias nobres.

FONTE NUMISMÁTICA.

Estudo das moedas, através delas podemos saber fatos da época e etc.

FONTES..........®...................HECRÍSTICA
¯ ¯
Informações Documentos diretos
Analisar Documentos indiretos
Interpretar Tradições orais
Restos

DOCUMENTOS DIRETOS.

Documentação material, produzidos no momento do fato. Ex. ata de uma reunião.

DOCUMENTOS INDIRETOS.

Produzidos após o fato. Ex. cartas que os jesuítas escreveram.

TRADIÇÕES ORAIS.

Mitos, lendas, ditos populares, fontes não oficiais, não diretamente vinculada ao fato na maioria das vezes contada pelo novo.

RESTOS.

Tudo que informa sobre o fato, pode ser uma escultura, pintura ou romance.

TEXTO ESCRITO.

Flagrante, Elementares, Literatura e Historiografia.

TEXTO ESCRITO HISTORIOGRÁFICO.

São textos que se referem a momentos históricos. Exemplos. Cartas, Diários, Histórias pessoais.

Fonte: arquivo pessoal

Aula da Prof. Vanessa.

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