quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Análise do texto: A Mitologia dos Povos Germânicos.


Análise do texto: A Mitologia dos Povos Germânicos.

De: Maria Lúcia F. Meleiro – Editorial Presença.

A presença do religioso nos povos germânicos pode ser vista através das histórias, nas trilogias, nas sagas, nas leis, assim como nos contos medievais. Alguns historiadores creem na hipótese de uma religião monoteísta, ou seja de um só Deus. Seus ritos são voltados ao mesmo, enquanto que outros acreditam que dependendo do povo, outros praticavam o politeísmo. Existem religiões que possuem mais evidências que outras, mas para todas “adorar os deuses era um dever sagrado. Abster-se de fazer era considerado um crime contra a própria sociedade.”¹ Considerava-se que aquele que não prestava a devida homenagem e a oferenda ao Deus, consequentemente estava desrespeitando a divindade e por isso sofreria pena.

A celebração religiosa era a união da sociedade e qualquer mudança nos encontros, na manifestação geral, desestruturava a comunidade toda, ou vice versa; pois cada mudança na sociedade também refletia na religião. Caso, ocorresse a penetração de outro povo ou tribo que poderia alterar a base das crenças religiosas. Para eles a religião era a lei e o direito divino, onde tudo anda conforme a coordenação do sagrado.

A autora fala que o deus mais primitivo é TIWAZ, anterior a WOTAN, e que representava a lei e a justiça com o social, e esta afirmação era devido a manifestação na religiosidade do povo. Já WOTAN, ou seja, ODIM, representa o Deus da guerra e da embriagues na batalha.

O “beber” poderia ser tanto para cultuar os deuses (rito ao poder), como para comemorar uma vitória. “A embriagues é associada a jovialidade e bem estar, e não sinônimo de fraqueza de caráter. As fontes literárias fornecem abundantes testemunhos de alegres festins, em que a cerveja, ou p/ os mais abastados, o vinho corria a jorros e se tangia e recitava poesia até a madrugada.”²

Na decorrência da obra, a autora comenta também sobre a Valhalla, um lugar para onde iam os mortos; e em finaliza com um estudo aprofundado sobre o alfabeto rúnico e a sua origem.

¹ MELEIRO. Maria Lúcia F. A mitologia dos povos germânicos. Editorial Presença. Pg. 67.
² MELEIRO. Maria Lúcia F. A mitologia dos povos germânicos. Editorial Presença. Pg. 69.

 

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