quinta-feira, 1 de agosto de 2002

"A História, os Historiadores e as Tendências recentes."


Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas
Departamento de História
Teorias da História
Dr. Prof.º Arno Alvarez Kern
Por: Vanessa

A História, os Historiadores e as Tendências recentes.

Quando falamos no período do pós-guerra, lembramos da problemática das filosofias especulativas da História, mas lembramos também que o método investigativo mudou. Os estudos específicos e a limitação de temas contribuiu para o abandono das tendências totalizadas, aquela problemática da totalidade, tendenciosa e equivocada, considerada inapta para a construção do fazer histórico.
Através do autor Arno Alvarez Kern, com seu texto " As Tendências Atuais da Ciência Histórica", busco analisar as referências as tendências das "escolas" e algumas das diversas discussões teóricas dos historiadores, que refletem e tentam achar soluções para o constante aperfeiçoamento do fazer histórico. Levando em consideração um contexto histórico de um pós-guerra com o desenvolvimento técnico - científico e os avanços de um mundo reconstruído que está em constante transformação, assim como as sociedades, as políticas, as economias, as ciências, etc.; e até mesmo as tendências e as mentalidades.

O texto do prof.° Arno Kern, apresenta a mudança da investigação científica utilizada pela história no início do século XX, que fora influenciada pela concepção positiva e que sofreu mudanças pelas críticas feitas em meados da década de trinta por ter sido considerada uma “História Tradicional” e estas críticas foram desenvolvidas pelas concepções do chamado “Relativismo histórico”, idéias contraditórias aos positivistas. Em segundo momento, Kern, apresenta novos métodos de outras ciências que abrem campos e contribuem para os mesmos, mas sem substituí-los, no contato com outras áreas humano-científicas. Apresentando também as tendências que influenciaram autores e profissionais, assim como as críticas e o que se pode aproveitar para a construção de um saber histórico dos historiadores e seus métodos de investigação. Durante o seu texto, Arno esclarece a contribuição das tendências para a História, onde refere-se a autores e historiadores, apontando o papel das teorias como instrumento fundamental para reconstruir o passado juntamente com a devida técnica utilizada do pensamento histórico científico.

As Tendências Atuais da Ciência Histórica.

Por: Arno Alvarez Kern1

A investigação científica utilizada como metodologia para a história, no início do século XX, fora influenciada pela concepção positivista, através de seus métodos acabou por sofrer críticas de outras concepções que surgiram. Mudanças atingiram os positivistas em meados da década de trinta, pois suas idéias remetiam a uma “História Tradicional”, enquanto que o desenvolvimento da concepção relativista era contraposto às idéias positivas. Por isto a mudança logo no pós-guerra, onde enfrentavam aquela problemática das filosofias especulativas e a tendência equivocada e inapta da totalidade, por assim dizer incompleta, feita muitas vezes não por profissionais historiadores (no caso, Arnold Toymbee e Oswald Spengler), mas por ensaístas que levaram o título.

No momento do pós-guerra alguns filósofos não concordavam com a separação de papéis enquanto que os historiadores acreditavam que esta era a melhor maneira para cada um cumprir a sua parte em sua determinada área. A totalidade nunca será alcançada, nunca teremos condições de saber tudo, ver tudo, ler tudo, sentir e presenciar tudo. Nunca desvendaremos todos os mistérios do mundo. No máximo, completar a História em seus aspectos, "sentido total" de compreender as sociedades, analisando e acrescentando em seus campos sociais, econômicos, culturais, políticos e etc.
“... novas teorizações oportunizaram uma ativa discussão e uma revisão crítica, favorecendo a abertura da ciência história às recentes abordagens e metodologias das demais ciências que se votam para o estudo das sociedades humanas e de sua cultura, em busca de explicações para as dúvidas e as perplexidades do momento presente por que passa a ciência histórica. Os contatos e influências das demais ciências humanas podem dar ao historiador uma maior segurança no tratamento conceitual da problemática histórica.”2

Kern mostra que a  preocupação é a teoria de longo alcance e há que se organizar um conjunto de informações de abordagens teóricas, e que também é válido utilizar-se de outras áreas para a busca do conhecimento extra como a sociologia, a filosofia, a antropologia e etc. O historiador não pode usar de tudo que as outras ciências (áreas) oferecem, até porque o campo da História possui as possibilidades fundamentais para a construção de uma teoria e a reconstrução dos fatos históricos. Nem tudo que é feito nas outras ciências pode ser aplicado à História, pois os historiadores fazem uma abordagem de tudo aquilo que serve ou não para o enriquecimento do nosso conhecimento e a construção do pensamento histórico, bem como a construção do nosso trabalho.

“... assim o historiador, atualmente, um investigador apto ao uso de modelos heurísticos e metodologias específicas, reconhecendo nesta instrumentalização uma possibilidade mais variável de análise da complexa e cambiante realidade histórica.” (KERN. Ibid., p. 62)

O historiador passa a ser o investigador dos métodos e das tendências mais apropriadas para o melhoramento e aperfeiçoamento de seu trabalho, sendo possível um melhor compreendimento sobre o assunto, tanto de quem o escreve, como aquele que lê, afinal há muita complexidade e paradigmas na nossa realidade histórica.

Os historiadores utilizam os arquivos, as bibliotecas (públicas ou particulares) em busca de obras importantes, assim como instituições para pesquisas. A História passou pelo período romântico onde recebeu forte influência (Metódica), na política buscavam um herói para ser usado de símbolo, enquanto que historiadores e filósofos criticaram esse romantismo. Devido a Guerra Franco - Prussiana, a história racionalista ganhou espaço na França, enquanto que na Alemanha, o Estado intervinha na História devido ao racionalismo e o patriotismo. O historiador precisa compreender todos os aspectos que fazem parte de um determinado estudo para saber e explicar os fatos e não louvar determinados heróis ou acontecimentos como guerras e etc. A escola Metódica queria transformar o romântico em positivista e mostrou um caminho a ser seguido para a História; a escola não teve muitos erros, mas usaram assuntos e idéias que não foram pensadas.


A revista aceitaria qualquer corrente de historiadores, ou seja, mesclaria diversas opiniões, pois é uma revista internacional e contrária as filosofias da história que usavam aquelas explicações teológicas. O progresso tem altos e baixos, deve-se concordar com isso, mas a tendência é subir e buscar um melhor caminho a ser seguido. Fizeram um método que buscava a metódica da metodologia científica, nas escolas encontravam-se bons e maus historiadores (como ainda encontra-se), mas nenhum historiador é igual ao outro, pois pertencem a níveis diferentes e correntes diferentes, assim como interesses diferentes, até porque existem várias tendências.
 
Os alemães foram os primeiros a tornarem a História mais científica, porque para fazer a história é preciso usar documentos e a Escola Metódica, só desenvolveu paralelamente a organização dos arquivos. A documentação precisa estar organizada, arrumada para fazer uma pesquisa; é muito difícil encontrar toda a verdade num único documento e por isso precisamos de vários documentos. Na transição do século XIX para o século XX, buscaram uma afirmação científica e falavam da razão que conduzia o homem, mas não aceitaram as afirmações dos filósofos que diziam que os historiadores estavam errados. A ciência tem o seu próprio terreno e um estudioso que se prepara e especializa-se para isso, ele não pode atravessar o terreno de outro, como muitas vezes acontece.

“ A História hoje ambiciona ser uma história total, analisando o desenvolvimento da humanidade como um todo.” (KERN. Ibid. p.62)

A História ainda não tem condições  para ser total, (sinceramente, não prevemos se um dia terá), ela simplesmente está em construção e a cada novo estudo e/ou descoberta, será acrescentada a parte que lhe cabe. A História será total quando soubermos todas as suas verdades, do início ao fim. Parece mesmo aquele problema da totalidade, mas neste caso, Kern, aponta que a História ambiciona ser total, no sentido de estudarmos todos os seus aspectos componentes de uma estrutura social, ou seja, o historiador vai buscar falar um pouco sobre o social, político, econômico, cultural e etc; a História vai aos poucos completando suas lacunas. A História nunca será total, somente a sua concepção. 

“... O maior entrosamento da História com as demais ciências sociais não a transforma numa sociologia ou numa economia. Ela permanece sempre História, isto é, uma forma de investigação com seus métodos adequados e com seu objeto de análise específico, atuando sobre uma área mais ou menos delimitada do conhecimento humano, explicando, descrevendo e interpretando.” (KERN. Ibid., p. 62-3)

Concordo plenamente que não há substituição ou mutação da ciência histórica e sim uma compartilhamento e interação de idéias e informações fornecidas pela interação em outros campos (áreas) científicas, assim como também contribuímos para com as outras ciências e muitas vezes completamos.

“O conhecimento histórico atual percebe, (...), o passado como um aglomerado de fatos episódicos reconstruídos, dispostos numa ordem aparentemente lógica e cronológica.” (KERN. Ibid., p. 63)

A metodologia adotada faz a busca do sentido da História, mas somente através de fatos, os fatos históricos e os documentos, são elementos importantíssimos para uma análise e para a construção de um discurso que explique os processos históricos globais. Os fatos e os documentos dão início a construção das explicações históricas e acima de tudo são os meios de comprovação do historiador. Os historiadores dão significados interpretativos históricos aos fatos, pois buscam e analisam documentos, além de tudo afirmam com coerência e dignidade que não tem condições de desvendar todo o mistério do planeta e fazer uma história perfeita e completa, o historiador vai completando seu discurso com os dados que vai adquirindo ao longo do possível, pois não se pode ter todos os dados nas mãos.
"(...). Instala-se, com imperceptíveis inclinações, uma história de períodos muitos longos, uma história lenta em deformar-se, e, por conseguinte em se manifestar a observação. É essa história que designamos na nossa linguagem imperfeita pelo nome de História Estrutural." (In: KERN. Ibid., p.63).3    

Fernand Bruadel, diz que a história é imperialista por causa dos filósofos, pois os historiadores e outros estudiosos da história depararam-se com documentos falsos e somente os historiadores que precisavam explicar, teriam condições, mas não filosoficamente. Os historiadores foram acusados de se perderem no estudo dos personagens e do contexto histórico, muitos da nova geração não aceitaram todas as críticas e resolveram fazer uma Historia nova após a Queda da Bolsa de 29.
Começa a acontecer a "História Problema" e mental, econômica, social, etc; na Segunda geração, a História se coloca como ciência social com vários historiadores de outras nacionalidades que juntaram fundos do pós-guerra para construir a escola e formar historiadores com o objetivo de se abrirem para outras interpretações causando uma renovação no mundo das idéias e novas discussões, inclusive com outras ciências. Havia uma tendência nos trabalhos, na busca de outros setores que anteriormente não tinham sido explorados, porque antigamente faziam a historia social  e econômica e discutiam pela diversidade do fazer histórico, e que foi crítica se essa diversidade poderia ser considerada História.

É inaugurada a Antropologia Histórica, mas é muito influenciada pela Antropologia e acaba fugindo da base histórica. Braudel, escreve rebatendo as idéias e as brigas coma Antropologia, para ele, o historiador trabalha com as mudanças e com fatos de curta e longa duração. A História se transforma ao logo do tempo, acontece uma renovação tecnológica principalmente com a criação de máquinas (como a de calcular) nos anos 40 e 50; os historiadores devem se adaptar com as novas tecnologias do momento em seu proveito próprio. A "margem" que surgia seria estudar um assunto pelos outros meios que cercam em vez de centralizar apenas num objeto (fato) determinado, observando todo o contexto que faz parte.

Surge a "história do gênero" também, ou seja, uma parte de um grupo como por exemplo: os homens; são compostos de homens e mulheres e estudar as mulheres é fazer uma história de gênero, pois antes estudavam os grandes homens e faziam trabalhos sobre eles, após um período surge a tendência que leva a caminhos distintos e ramificados. Assim, outras áreas começam a ser exploradas levando em conta outros setores, outros tipos de documentação (como as artes), buscando por outros laboratórios, institutos, arquivos e locais de pesquisa.

Pouco a pouco, os historiadores vão atravessando obstáculos e procurando novos temas de pesquisa que são relacionados com suas estruturas e seus métodos; pegam outro extremo que confrontam com aquela idéia da escola metódica que impunha histórias restritas. Os historiadores produzem textos influenciados pelos contextos que vivem, usando a utilização de conceitos em seus corretos contextos, de acordo com a definição e o tempo histórico. Afinal de contas, os historiadores não fazem literatura, fazem textos conceituais, científicos, racionais e com documentações que comprove; um discurso verídico, escrito no presente referenciando o passado. Estes textos são usados por outros historiadores como instrumento de análise e um debate importante, pois discutem como fazer a construção da História.

" (...) No século XIX, Marx imaginou a totalidade sócio-cultural dividindo em dois campos distintos aos quais denominou-os infra e supra-estrutura. Este modelo já sofreu modificações entre os próprios marxistas atuais."   (KERN. Ibid. p.63)

O jovem Marx influenciou toda uma geração de historiadores durante o período de discussão em que se acreditavam em fazer uma história global, totalizada, enquanto que os Marxistas acreditavam que outros aspectos como: econômico e social, também eram fundamentais para o compreendimento da base de uma sociedade. Marx, acrescenta que os homens fazem a História, mas não da maneira que desejam e os filósofos da história se contrapõem a isso. São os filósofos da luzes que tiraram o romantismo e colocaram a razão na História.

A História Marxista, não aparecem nos trabalhos entre os anos 50, ela não é recente e trabalha com a "visão global" e com as mudanças e transformações, por isso, é considerada difícil de trabalhar. Alguns historiadores se dizem marxistas e não são, para serem marxistas precisam no mínimo, buscar as obras de Marx e lerem. Para alguns historiadores, o marxismo é um rótulo dado aos vários assuntos, mas o marxismo é uma história em construção. Havia um controle rígido do Estado na produção intelectual, ou seja, um político qualquer escolheria o que seria publicado ou não pois, a política era tendência forte e havia um controle em relação a possíveis ideologias.

A iconografia da época acabou por ser manipulada, os militares tentaram fazer com que houvesse uma construção nova sobre a História. As tendências totalitárias da política influenciaram o momento, textos bons eram cortados e excluídos, enquanto que textos ruins, sem o devido conteúdo eram publicados, por não apresentarem manipulações ideológicas. Manipulação que vinha do governo. Os estudos vão abrindo novas fronteiras, os marxistas falavam de uma sociedade que seria estudada pelos sus aspectos e tinham uma visão global pelos enquadramento dos diversos aspectos, social, político, econômico, cultural, etc. Marx, nunca foi num arquivo, mas hoje, os historiadores continuam a buscar novos métodos, para eles, o importante é desenvolver a metodologia e aperfeiçoá-la cada vez mais.  

"(...) interação dos subconjuntos de fatos deve ser imaginada de forma dialética (...) variando o ritmo e a intensidade da relação, (...) provocando mudanças e reajustes nas partes componentes do todo. (...) determinados setores  desta totalidade que se originam muitas das teorias da História." (KERN. Ibid. p.64)

Os subconjuntos mantendo relação entre si e para com todos dão movimento e acabam provocando ajustes de transformação neste todo. No caso da realidade é complicado pela diversidade de fatos que fazem parte de um conjunto. Não é um problema matemático, e sim, um conjunto com subconjuntos em interação com os indivíduos e em constante transformação.

Já a "História das Estruturas" elimina o sujeito e existem vários grupos na sociedade que precisam ser estudados. Braudel, critica o estruturalismo, mas também diz que é bom utilizar o método em alguns de seus aspectos. Nenhuma tendência é perfeita, nem a mais correta, nem o suprassumo das teorias. Braudel, vê pontos da estrutura que são ligados entre si e acredita num diacronismo, ou seja, que as coisas mudam. O estruturalismo é válido onde percebemos que tudo está contido em um conjunto: os fatos, as sociedades, as políticas, as economias e etc. Cada conjunto de elementos que interagem entre si faz parte de uma estrutura e cada historiador vai tendenciar-se a escolher aquela que melhor cabe em seu trabalho, pois todas elas, boas ou não, servem para contribuir, de certa forma metodologicamente para com a história.


" O conhecimento limitado que muitos historiadores demonstram em relação às teorias e os esquemas ' idealistas' e 'materialistas' que utilizam de maneira insuficiente e pouco lógica, tendem a criar muitas vezes lamentáveis confusões pois levam a simplificações enganadores, afastando a investigação do campo já relativo da ciência e desviando a análise pelo terreno ilusório dos posicionamento doutrinários." (KERN. Ibid, p.65)

Existem muitas teoria recheadas de características e com grandes diferenças e variedades. As teorias podem ser lógicas, racionais, verosímeis e etc. Entretanto não as tornam verdadeiras, porque não são reais; a obra de História é um texto.

A teoria, hoje, discute produzir história e procura teorizar o papel do historiador. No campo das teorias sempre se criam novas teorias, se trabalha com problemas e conceito, isto tudo é instrumental. A História se faz com documentos. Os métodos empiristas e descritivos, usam métodos de pesquisas para trabalhar com a documentação (que é a prova concreta) e escrever a história, acrescentar novas informações históricas para a História que já existe.

De acordo com o prof.  Arno, "... As sociedades históricas estão em contínua relação com o habitat, num processo constante de adaptação e de manipulação deste ambiente.", pois as sociedades estão contidas num determinado ambiente, onde vivem e se modificam e acabam por modificar o seu meio (habitat), pois todo este conjunto faz parte da estrutura que engloba a sociedade. Os componentes das sociedades devem ser analisados juntamente com o seu contexto meio sócio-econômico e cultural que engloba o conjunto e suas ações.

" Uma das maiores características do pensamento histórico atual é a multiplicação de estudos monográficos de temas mais específicos, para um aprofundamento dos nosso conhecimentos." (KERN. Ibid. p.67)

O pensamento histórico caracteriza-se nos temas específicos, ou seja, a centralização em um objeto de estudo para melhor compreendimento e aprofundamento de uma questão para o nosso conhecimento. Para montar uma teoria necessita-se de conceitos, que são palavras chaves, mas o importante é construir um texto claro (como o que foi analisado) para que haja melhor entendimento daquilo que se está  expondo.

As tendências são homogêneas e por isso não conseguem se juntar, cada historiador escolherá o método de acordo com o seu interesse e a sua linha teórica que lhe dará melhores condições de defender suas hipóteses, teses e etc. Não se pode provar se uma teoria é certa ou errada, o tempo todo os historiadores selecionam as melhores tendências teóricas. Os historiadores dão autoridade a uma teoria considerada apropriada, enquanto ela for satisfatória; no momento em que surge uma outra teoria melhor e que possa substituir a antiga (o anterior), pois não é posta no lixo, é reservada e complementada com a teoria nova. As novas e velhas teorias fazem parte do progresso.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS.

KERN, Arno Alvarez. As tendências atuais da ciência histórica. In: "Ciências e Letras". Faculdade Porto- Alegrense de Educação, Ciências e Letras, FAPA: Porto Alegre, 2: 61-8,1982.

OBS: foram utilizados textos de apoio, cedidos pelo professor, que continham a temática da disciplina. "Textos e contextos dos debates epistemológicos recentes sobre a História" de autoria do professor Arno Alvarez Kern. 


1 Dr. Profº. Da cadeira de Teorias da História da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul.
2 KERN. Arno A., 1982, p.62.
3 BRAUDEL, Fernand. História e Ciências Sociais. Edit. Presença, Lisboa, 1972, p.78-9

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