Lenda do Generoso.
Foi um índio chamado Aguera que ao ser
batizado recebeu o nome de Generoso e ele tornou-se alegre e dançador. Quando
morreu, a alma não quis ir para o céu e permaneceu aqui fazendo travessuras nos
bailes.
Lenda de M’Boi Guaçú.
Foi uma cobra grande que se alimentava
de crianças e costumava bater o sino da Igreja de São Miguel.
Lenda de M’Boraré.
É a alma de um índio que cuida de uma
casa encantada, sem portas, nem janelas, que tem no seu interior os tesouros
dos jesuítas missioneiros e padres da Companhia de Jesus de Inácio de Loyola,
que fundaram e viveram nos 7 povos das Missões.
Lenda de Obirici.
Eram duas índias que estavam
apaixonadas pelo mesmo cacique. Ele indeciso, disse que ficaria com aquela que
acertasse o arco e flecha no alvo. Obirici errou e ele casou com a outra e foi
para longe. Obirici pôs se a chorar até alagar o chão e formar um riacho. Tupã
(deus dos índios) veio busca-la, mas as águas ainda rolavam no Riacho do Bairro
Passo da Areia em Porto Alegre.
Lenda de Sepé Tiarajú.
nossa fonte: KRAMER, Elva Verlang, História de Porto Alegre. São Paulo: FTD, 2001.
Nenhum comentário:
Postar um comentário