segunda-feira, 20 de agosto de 2001

Algumas Lendas Indígenas.


Lenda do Generoso.

Foi um índio chamado Aguera que ao ser batizado recebeu o nome de Generoso e ele tornou-se alegre e dançador. Quando morreu, a alma não quis ir para o céu e permaneceu aqui fazendo travessuras nos bailes.

Lenda de M’Boi Guaçú.

Foi uma cobra grande que se alimentava de crianças e costumava bater o sino da Igreja de São Miguel.

Lenda de M’Boraré.

É a alma de um índio que cuida de uma casa encantada, sem portas, nem janelas, que tem no seu interior os tesouros dos jesuítas missioneiros e padres da Companhia de Jesus de Inácio de Loyola, que fundaram e viveram nos 7 povos das Missões.

Lenda de Obirici.

Eram duas índias que estavam apaixonadas pelo mesmo cacique. Ele indeciso, disse que ficaria com aquela que acertasse o arco e flecha no alvo. Obirici errou e ele casou com a outra e foi para longe. Obirici pôs se a chorar até alagar o chão e formar um riacho. Tupã (deus dos índios) veio busca-la, mas as águas ainda rolavam no Riacho do Bairro Passo da Areia em Porto Alegre.

Lenda de Sepé Tiarajú.

Que foi um índio das Missões jesuíticas que morreu lutando nas guerras guaraníticas. Conta a lenda que ele trazia uma estrela na testa e depois da morte dele, ela ocupou um lugar no céu e serve de guia para os gaúchos.

nossa fonte: KRAMER, Elva Verlang, História de Porto Alegre. São Paulo: FTD, 2001. 

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