SABER ENVELHECER seguido de A AMIZADE.
(Cícero)
Autor: Marco Túlio Cícero.
Obra: Saber Envelhecer e A Amizade.
Editora: L&PM. -
Volume: 63 – 151 páginas.
Capa: tem-se a
descrição de que é uma crônica, mostrando o autor, título, editora e 1 afresco
grego do século V a.C. de autor desconhecido.
Folha de Rosto: contém o autor, título, tradução de Paulo
Neves, editora e ano 1997.
Sumário: apenas com dois títulos, Saber Envelhecer página 5
e a Amizade página 67.
Folha: título.
Folha: Dedicatória e começa o texto sobre a velhice, no
final desta página, tem-se duas notas de rodapé. Estas notas explicam os versos
citados, uma passagem histórica e a apreciação do autor por outro, tem-se
explicações de palavras e nomes. (1 e 2).
Na outra nota cita-se um personagem da mitologia grega que ganhou dos
deuses a imortalidade na velhice. (*).
Livro: começa com citações, versos de Ênio, no qual Cícero
apreciava muito, dirigindo as palavras para Ático, seu amigo cavaleiro romano a
quem trocavam cartas, rico e letrado sempre preferia ficar fora dos partidos.
Cícero menciona o sábio Catão por dominar o assunto da velhice e segue um
diálogo entre Lélio e Cipião que perguntam e Catão responde e os ensina. Depois
a amizade é o assunto do próximo diálogo entre eles. Sempre mencionam outros
pensadores, filósofos e intelectuais e falam de seus valores. Exaltam as
qualidades dos intelectuais.
Exemplos: Isócrates, Sófocles, Platão, Homero e etc.
Divindades: aparecem, são mencionadas mas não interferem
diretamente com os fatos do livro.
Exemplos: “... que os deuses te acompanhem...”. “...que os
deuses me preservem disto...”.
Fontes: versos de Ênio e cartas que trocava com Ático,
pensadores e filósofos e a literatura grega.
Últimas páginas são sobre o autor. Cícero = Marco Túlio
Cícero.
Cujo nascimento foi em Arpinum em 106 a.C. e morreu em Fórmias em 44 a.C.
assassinado por soldados de Antônio. Estudou em Áugures em 53, depois tornou-se
governador, administrador e imperador. Foi Advogado, orador, escritor,
filósofo, autor de correspondências célebres, tratados, poetas, republicano,
conservador e liberal, foi cônsul por várias vezes e considerado o Pai da
Pátria.
O mais eloquente dos oradores romanos. Nasceu perto
de Arpino (106 – 43 a.C. ). Defendeu os sicilianos contra as exacções de
Vérrio, combateu Citilina e fez condenar seus cúmplices, o que lhe valeu o
título de Pai da Pátria, foi partidário de Pompeio e de César. Depois da
Batalha de Farsália, quando César morreu declarou-se contra Antônio e opôs-lhe
Octávio, sobrinho de César. Proscrito pelo 2º triunvirato, quis fugir mas foi
assassinado perto de Fórmias por ordem de Antônio e de sua mulher Fúlvia, que
ele havia atacado com veemência nas suas Filípicas, (43 a.C.).
Sem rival na eloquência judiciária, pela riqueza de
sua imaginação, pela flexibilidade do seu espírito cheio de graça e de sedução,
pela habilidade da sua dialética. Cícero é como escritor a suprema expressão do
gênio latino modificado pelo gênio grego.
Os seus tratados filosóficos são ao mesmo tempo
monumentos históricos e modelos de evolução. Entre os discursos políticos serão
eternamente célebres as Verrinas, as Catilinárias e as Filípicas. A sua
correspondência é do mais alto interesse.
Fonte: SÉGUER, Jaime de (Dir.). Dicionário Prático
Ilustrado. Porto: Lello Editores, 1966.
TITO LÍVIO - Historiador, exagera nos fatos, vai ao
passado, usa fontes literárias e familiares, pesquisa sobre a origem de Roma,
ele recua no tempo, dá uma explicação histórica, restitui algo que não viveu
com isso cumpre o papel de historiador.
TUCIDES: autor de Histórias da Guerra do
Peloponeso, historiador que participa e vivenciou, a observação é sua principal
fonte.
PLUTARCO: autor de Vidas, editora Cultrix,
traduzido pelo Professor da USP, época que Roma dominava a Grécia, apresenta
uma descrição das vidas.
SÓFOCLES: autor de Édipo Rei, maior tragédia,
escreveu também Antígona - e - Eletra.
NICCOLO MACHIAVELLI: nasceu em Florença, em 1469 e
morreu na mesma cidade em 1527, suas obras foram O Príncipe (1513), Comentários
sobre a 1ª década de Tito Lívio (1519), O Asno de Ouro (1517), Da Arte da
Guerra (1520) e A Mandrágora (1520), possuía 142 livros mas restaram somente 35
obras. .

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