terça-feira, 29 de janeiro de 1991

A Epopeia de Gilgamesh.


Epopeia de Gilgamesh.

Tabuinha da Epopéia de Gilgamesh descrevendo o dilúvio em Acádio na Mesopotâmia. A Epopéia de Gilgamesh é a história de um rei sumério da cidade-estado de Uruk que teria vivido no século XXVIII a.C.. Seu registro mais completo provém de uma tábua de argila escrita em língua Acádia do século VIII a.C. pertencente ao rei Assurbanipal, tendo sido no entanto encontradas tábuas com trechos que datam do século XX a.C., sendo assim o mais antigo texto literário conhecido. A primeira tradução moderna foi realizada na década de 1860 pelo estudioso inglês George Smith. Esta epopéia contém a mais antiga referência conhecida ao dilúvio, que é recorrente em várias culturas e que está presente na Bíblia. Esse registro, herdado por tradição oral dos tempos pré-históricos, de acordo com algumas teorias, terá tido a sua origem no final da última era glacial. Outras teorias dizem que foi um tombamento do eixo planetário, causado ou pela gravidade de um meteoro que passou perto da terra durante a época ou pela inversão do polo magnético da terra que acontece de tempos em tempos. A primeira tradução feita a partir do original para o português foi feita pelo Professor Emanuel Bouzon da PUC-Rio. Versões de fragmentos atuais desenterrados pela arqueologia atestam entre outras histórias a lenda de dois seres que se amaram, Isa e Ani, geraram uma filha, Be. Porém Ani esteve na floresta de Humbaba procurando por Isa, e dizem que por algum motivo nunca mais se viram. As inscriçóes em cuneiforme (principalmente o Assírio) atestam que ele nunca desistiu de procurar Isa, e este casal é o fundador do amor mesopotâmico.

 

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