A Ressurreição.
imagem: evangelistas.
Se tivermos que aceitar literalmente todas as profecias contidas na Bíblia, deveremos estar convencidos da possibilidade de que, no Segundo Advento do Senhor, os corpos físicos de todos os santos, que foram enterrados e decompostos, voltarão novamente ao estado original de vida na carne. Já que esta profecia é de Deus, os homens de fé devem aceitá-la. Contudo, esta profecia não pode persuadir a razão dos homens modernos, nossa vida de fé, afinal de contas, acabou caindo em um grande caos. Ressurreição significa voltar a vida. Necessitamos de voltar a vida porque certa vez morremos. Para conhecer o verdadeiro significado da ressurreição, devemos compreender o conceito bíblico de vida e morte.
CONCEITO BÍBLICO DE VIDA E MORTE.
Em Lucas 9.60, lemos que Jesus disse a um discípulo, o qual antes queria ir enterrar seu pai, que “ deixasse que os mortos enterrassem seus próprios mortos” . nestas palavras de Jesus, encontramos dois diferentes conceitos de vida e morte.
O primeiro é o conceito de vida e de morte com respeito à morte do corpo físico, que é a expiração de vida física; este era o caso do pai do discípulo, que devia ser enterrado. A vida, que é o contrário desta espécie de morte, é o estado do corpo físico que mantém suas funções fisiológicas.
E o segundo conceito é o de vida e morte com respeito as pessoas que se reuniram para o enterro do pai, as quais Jesus indicou estarem mortas. Por que, pois, Jesus indicou que estes homens, que de fato estavam vivos, estavam mortos? Era porque eles estavam em um estado separado do amor de Deus, isto é eles estavam sob o domínio de Satanás. Portanto, morte, neste caso, não significa a expiração da vida física, mas sim o estado sob o domínio satânico, separado do seio do amor de Deus. Consequentemente, o significado de vida, contrário a esta espécie de amor é o estado de viver ativamente sob o domínio do infinito amor de Deus.
Por isto, por mais ativo que seja o corpo de um homem, enquanto permanecer sob o domínio de Satanás, separado do de Deus, está morto no verdadeiro sentido, do ponto de vista do padrão do valor original doando na criação. Se é que os homens devem viver na carne eternamente na Terra, não haveria necessidade alguma de criar o mundo invisível no início, para o qual os homens espirituais devem ir depois da morte física. O mundo invisível não foi criado depois da queda humana, para que os espíritos dos homens decaídos pudessem ir viver lá; ao invés, tinha sido criado antes da criação dos homens para que os espíritos, depois de terem cumprido a finalidade da criação, pudessem ir viver lá para sempre, removendo sua carne depois de sua vida física na Terra.
O relacionamento entre o homem terreno e um homem espiritual é semelhante ao que existe entre uma lagarta e uma borboleta. Se o homem não tivesse caído, haveria de saber que a remoção da carne não é a separação eterna dos entes queridos, pois todos os homens terrenos foram criados para se comunicarem livremente com os homens espirituais, assim como se comunicam entre si. Além disto, se soubessem como o mundo espiritual é belo e feliz, estariam ansiosos por ver o dia da partida deste mundo para o outro.
A GRANDE DÚVIDA.
A pergunta que muitos fiéis em um determinado momento faz é a seguinte:
TEREMOS UMA VIDA APENAS OU TEREMOS VÁRIAS VIDAS CONSECUTIVAS ?
Teremos uma vida apenas e depois dela iremos para junto de Deus onde ele nos ressuscitará para uma vida em plenitude. Pois somente Deus nos perdoará por todos os nossos pecados cometidos em vida, por que realmente só ele ama, de uma maneira inexplicável, à todos nós, sem definição de raça, cor, inteligência, ignorância ou conta bancária. Padeiros, faxineiras, advogados, mendigos, prostitutas, padres, crianças, velhos, animais e etc. A proposta dada pela ressurreição é que o homem vive uma única vez aqui na terra.
O SIGNIFICADO DA RESSURREIÇÃO.
Até agora o homem entretinha a idéia errônea de que a expiração da vida física do homem era a morte causada pela queda. Consequentemente, acreditávamos que a ressurreição dos santos falecidos seria realizada pela restauração de seus corpos físicos, já decompostos, ao estado original. De acordo com o Princípio da Criação, esta espécie de morte não foi causada pela queda dos antepassados humanos. O corpo do homem foi originalmente criado para tornar-se pó depois de envelecer e morrer. Portanto, o corpo humano, uma vez tornado pó, não pode ser ressuscitado ao seu estado original. Não será necessário ao homem espiritual tomar de novo sua carne, já que há um vasto mundo espiritual para onde ele deve ir e lá viver para sempre. Então a ressurreição significa os fenômenos que ocorrem no processo de restauração do homem, de acordo com a providência da restauração, do estado de Ter caído sob o domínio satânico, de volta para o domínio direto de Deus. Desta forma, quando nos arrependemos de nossos pecados, fazendo-nos cada vez melhores, dia a dia, estamos nos aproximando da ressurreição.
Para chegar a ressurreição a pessoa passa por vários estágios até encontrar-se com Deus, sempre indo em frente. A pessoa morre e desprende-se de todo o material deixando até o corpo, que é visto pelos nossos olhos. Neste momento a pessoa já está passando por dimensões e influências de sua própria vida vivida. Cada alma passa por um processo de evolução para reunir e completar os fragmentos de sua própria vida. Deus não julga. A pessoa julga sua própria vida. No ato de falecimento a pessoa encontra-se com Deus e é acolhida por ele. Deus oferece como presente o seu amor, oferece o que falta para a pessoa entrar na espera divina. Em seguida a pessoa passa por um purgatório que é um processo dinâmico e central e a criatura vai evoluindo até chegar na plenitude da vida, mas a pessoa precisa aceitar que Deus à salve.
Um passo para dimensões novas nunca vividas, abertas para o novo, abertas para Deus. Após isto ocorre a salvação onde Deus dá a vida em plenitude não só para a dimensão espiritual e sim por completo, por inteiro. Para o mundo inteiro por todas as dimensões. Porque ele é o Deus que perdoa, que ressuscita e que ama.
COMO SE CUMPRE A PROVIDÊNCIA DA RESSURREIÇÃO.
Ressurreição significa os fenômenos que ocorrem no curso da restauração dos homens decaídos para sua própria natureza original doada na criação. Portanto, providência da ressurreição significa providência da restauração. Em outras palavras, já que a providência da restauração é a providência da recriação, a providência da ressurreição também é a providência da recriação. Consequentemente, a providência da ressurreição é operada da seguinte maneira, de acordo com o Princípio da Criação.
Primeiro: na história da providência da ressurreição, as figuras centrais que se encarregaram de certas responsabilidades em suas respectivas missões, embora não pudessem realizar completamente sua própria porção de responsabilidade, ofereceram lealmente o máximo por amor à vontade de Deus. Em proporção às suas realizações, puderam ampliar a base na qual os homens decaídos foram capazes de abrir o seu relacionamento com Deus. Com o passar do tempo, as pessoas das gerações subseqüentes passam a desfrutar de maior benefício das idades, de acordo com a providência da restauração. A providência da ressurreição, portanto, é realizada de acordo com os benefícios da idade.
Até agora o homem entretinha a idéia errônea de que a expiração da vida física do homem era a morte causada pela queda. Consequentemente, acreditávamos que a ressurreição dos santos falecidos seria realizada pela restauração de seus corpos físicos, já decompostos, ao estado original. De acordo com o Princípio da Criação, esta espécie de morte não foi causada pela queda dos antepassados humanos. O corpo do homem foi originalmente criado para tornar-se pó depois de envelecer e morrer. Portanto, o corpo humano, uma vez tornado pó, não pode ser ressuscitado ao seu estado original. Não será necessário ao homem espiritual tomar de novo sua carne, já que há um vasto mundo espiritual para onde ele deve ir e lá viver para sempre. Então a ressurreição significa os fenômenos que ocorrem no processo de restauração do homem, de acordo com a providência da restauração, do estado de Ter caído sob o domínio satânico, de volta para o domínio direto de Deus. Desta forma, quando nos arrependemos de nossos pecados, fazendo-nos cada vez melhores, dia a dia, estamos nos aproximando da ressurreição.
Para chegar a ressurreição a pessoa passa por vários estágios até encontrar-se com Deus, sempre indo em frente. A pessoa morre e desprende-se de todo o material deixando até o corpo, que é visto pelos nossos olhos. Neste momento a pessoa já está passando por dimensões e influências de sua própria vida vivida. Cada alma passa por um processo de evolução para reunir e completar os fragmentos de sua própria vida. Deus não julga. A pessoa julga sua própria vida. No ato de falecimento a pessoa encontra-se com Deus e é acolhida por ele. Deus oferece como presente o seu amor, oferece o que falta para a pessoa entrar na espera divina. Em seguida a pessoa passa por um purgatório que é um processo dinâmico e central e a criatura vai evoluindo até chegar na plenitude da vida, mas a pessoa precisa aceitar que Deus à salve.
Um passo para dimensões novas nunca vividas, abertas para o novo, abertas para Deus. Após isto ocorre a salvação onde Deus dá a vida em plenitude não só para a dimensão espiritual e sim por completo, por inteiro. Para o mundo inteiro por todas as dimensões. Porque ele é o Deus que perdoa, que ressuscita e que ama.
COMO SE CUMPRE A PROVIDÊNCIA DA RESSURREIÇÃO.
Ressurreição significa os fenômenos que ocorrem no curso da restauração dos homens decaídos para sua própria natureza original doada na criação. Portanto, providência da ressurreição significa providência da restauração. Em outras palavras, já que a providência da restauração é a providência da recriação, a providência da ressurreição também é a providência da recriação. Consequentemente, a providência da ressurreição é operada da seguinte maneira, de acordo com o Princípio da Criação.
Primeiro: na história da providência da ressurreição, as figuras centrais que se encarregaram de certas responsabilidades em suas respectivas missões, embora não pudessem realizar completamente sua própria porção de responsabilidade, ofereceram lealmente o máximo por amor à vontade de Deus. Em proporção às suas realizações, puderam ampliar a base na qual os homens decaídos foram capazes de abrir o seu relacionamento com Deus. Com o passar do tempo, as pessoas das gerações subseqüentes passam a desfrutar de maior benefício das idades, de acordo com a providência da restauração. A providência da ressurreição, portanto, é realizada de acordo com os benefícios da idade.
Segundo: de acordo com o Princípio da Criação, o homem, que foi criado da própria porção de responsabilidade de Deus, foi feito para aperfeiçoar-se pela crença nas palavras de Deus e praticá-las como sua própria porção de responsabilidade. Por isto, ao realizar a providência da ressurreição, deve haver “ palavras” provenientes de Deus para a finalidade da providência, o que é a própria porção de responsabilidade de Deus. Somente pela crença nas palavras e pela prática delas, como a própria porção de responsabilidade do homem, é que a vontade de Deus será cumprida.
Terceiro: à luz do Princípio da Criação, o homem espiritual foi feito para crescer e aperfeiçoar-se somente através de seu corpo físico. Assim, a ressurreição do homem espiritual, de acordo com a providência da restauração, deve também ser realizada somente através da vida física na Terra.
Quarto: o homem foi criado para ser aperfeiçoado passando pelos três estágios ordenados de crescimento, de acordo com o Princípio da Criação. Por isto, a providência da ressurreição para os homens decaídos deve também ser realizada através dos três estágios ordenados do período providencial.
QUEM PREGA?
A Igreja Católica e seus seguidores.
PRIMEIRA RESSURREIÇÃO.
A primeira ressurreição é a ressurreição que possibilita o cumprimento da finalidade da criação pela primeira vez desde o início da história da providência da restauração de Deus. O eu original será restaurado pela remoção do pecado original do homem, através do Segundo Advento do Senhor. Por isso, a esperança de todos os cristãos é compartilhar da primeira ressurreição. Que espécie de pessoas poderão compartilhar dela? Os primeiros a acreditar no Segundo Advento do Senhor, seguindo e servindo a ele, serão aqueles que participarão da primeira ressurreição. Assim fazendo, essas pessoas cooperarão com ele no estabelecimento da condição de indenização, em uma base geral e mundial, no curso da providência da restauração. Assim, eles realizarão a finalidade da criação tendo se tornado homens espirituais do estágio de espírito divino, removendo o pecado original antes que todos os outros homens. Estas são as pessoas que poderão compartilhar da primeira ressurreição.
“só Deus tem o poder de dar a ressurreição aos seus fiéis e só ele o fará a quem o merecer”.
A REENCARNAÇÃO NOS PRIMEIROS SÉCULOS DO CRISTIANISMO.
UM PAI DA IGREJA QUE ACREDITAVA NA REENCARNAÇÃO.
Orígenes nos encanta por sua apurada visão espiritual e sua maneira especialmente lúcida de abordar a mensagem de Cristo. Nascido por volta de 185 de nossa era, em Alexandria, onde ficava a famosa biblioteca, marco único na história intelectual humana, e que foi destruída pela ignorância e sede de poder dos romanos e, depois, por pseudo-cristãos ensandecidos e fanáticos, desde cedo teve contato com a doutrina de Cristo, especialmente com seu pai, Leonídio, que foi martirizado em testemunho de sua fé. Com isso, a família de Orígenes passou a ser estigmatizada, tendo sido seqüestrado todo o patrimônio que lhe pertencia. Para sobreviver, o jovem e brilhante Orígenes passou a lecionar para ganhar o seu sustento.
Mente curiosa e aberta, Orígenes dedicava-se ao estudo e a discussão da filosofia, notadamente Platão e os estóicos. Orígenes bebeu da mesma formação intelectual que viria a ter Plotino, na escola de Amônio Sacas e, com certeza, as doutrinas ditas orientais não lhe eram estranhas, e muito menos a ênfase num conhecimento psíquico direto com o transcendente que era típica da escola de Amônio, fundador do Neoplatonismo e também, um simpatizante (pelo menos em parte) do cristianismo. Por isso, com absoluta certeza, o conhecimento na doutrina Paligenética (da Reencarnação), tão cara a Platão e a Sócrates, lhe era muito familiar em sua fase de formação, e posteriormente ele viria a divulgá-la abertamente – este foi um dos motivos pelos quais foi perseguido pela vertente católica romana, e por isso, temos hoje poucos de seus escritos, mesmo assim, devidamente (maquilados).
Pouco antes do nascimento de Orígenes, um estóico chamado Panteno havia se convertido à mensagens do Cristo e fundará uma escola católica catequética em Alexandria. Em 203 o jovem Orígenes assumiu a direção da escola, atraindo muitos jovens estudantes pelo seu carisma, conhecimentos e virtudes pessoais. Em 231, Orígenes foi forçado a abandonar Alexandria devido à animosidade que o bispo Demétrio (na verdade, um invejoso), lhe devotava. Orígenes, então passou a morar num lugar onde Jesus havia, muitas vezes, estado: Cesaréia, na Palestina, onde prosseguiu suas atividades com grande sucesso.
Mas, nem mesmo lá ele encontraria paz, pois logo veio a onda de perseguição aos cristãos ordenada por Décio. Lá, Orígenes foi prezo e torturado barbaramente, que lhe causou a morte, em 253. O pensamento de Orígenes e sua forma de interpretar o Evangelho foi durante muito tempo causa de acesa polêmica entre os sofistas da igreja de Roma, ao ponto de algumas teses de seu pensamento serem oficialmente condenadas pelo imperador Justiniano que via nelas uma ameaça aos resquícios do pensamento antigo que considerava o imperador romano quase uma divindade e, posteriormente, que teve sua ratificação religiosa feita por um concílio católico-romano, em 553. Orígenes também sofreu o triste e típico caso dos seguidores de um líder que pervertem a mensagem original....
Muito do que escreveu e disse Orígenes foi reinterpretado e corrompido pelos origenistas, o que causou, junto com as condenações de Roma, uma perda em grande parte da sua enorme produção literária. O centro do pensamento de Orígenes é Deus: “Deus não pode ser entendido como corpo, mas como uma realidade transcendente apenas passível de ser palidamente entendida como realidade intelectual e espiritual”, diz ele. Deus não pode ser considerado em sua natureza, por meio das limitações dos seres relativos que somos, pelo simples fato de que nossas percepções e concepções sobre tudo está sempre em transformação, querem maturação querem uma espécie de regressão (basta ver o mundo a nossa volta para nos certificarmos disso).
Qualquer ideia que possamos fazer de Deus é apenas uma projeção antropomórfica de uma dada época em que apenas toca de leve uma idéia ainda maior: (Deus, em sua realidade, é incompreensível e inescrutável. Com efeito, podemos pensar e compreender humanamente qualquer coisa sobre Deus, mas devemos saber que ele é amplamente superior a tudo aquilo que dele pensamos (...)”.
Ou seja, temos uma intuição de Deus, não uma compreensão racional definitiva dele. Aqui ouve-se claramente ecos do pensamento neoplatônico de Amônio Sacas, e Orígenes até mesmo usou a expressão “ acima da inteligência e do ser”. A compreensão da criação do universo por Deus, de Orígenes, nos lembra e muito a das tradições orientais, notadamente as da Índia e a dos mistérios gregos, e, principalmente, Platão e Plotino. Primeiro, deus teria criado seres racionais e livres, todos simples e iguais entre si – e os criou a própria imagem, por serem seres dotados de capacidade de desenvolver a razão. Mas a própria simplicidade original (a ignorância) os levam, por meio da liberdade a que tinha direito, a divergirem o seu comportamento e, em sua busca por instrução, a se diferenciarem entre si (podemos encontrar um retorno a esta ideia no moderno espiritismo kardecista que diz que “ todos os espíritos foram criados simples e ignorantes”, sendo as diferenças entre eles fruto dos percalços escolhas no caminho evolutivo individual de cada um).
O mundo material e o corpo são conseqüências direta disto, pois tornam-se necessários afim de corrigir os erros dos espíritos que se afastaram demasiado de Deus. Mas o corpo não é, em absoluto, algo negativo, como diriam os platônicos e os gnósticos. É, isso sim, o instrumento e o meio mais eficaz para o aprendizado ou para a expiação de erros cometidos anteriormente. A doutrina da reencarnação é uma constante em Orígenes, como o fora anteriormente para Pitágoras, Sócrates, Platão, e toda a tradição Orífica grega até Plotino. Orígenes tinha consciência de indícios desta doutrina no próprio Evangelho, como em Lucas, Mateus e em João.
Igualmente, com os mistérios gregos, adimitia que nosso universo é constituído por uma série de “mundos “ habitados, onde a alma se aperfeiçoa (isto séculos antes de Giordano Bruno e de Kardec). Diz-nos Orígenes: “Deus não começou a agir pela primeira vez quando criou este nosso mundo visível. Acreditamos que (...) antes deste houve muitos outros”. Todos os espíritos se purificarão em sua marcha progressiva pela eternidade em direção a Deus, uma marcha longa e gradual, de correção e expiação, passando, por tanto, por inúmeras reencarnações neste e em outros mundos!
Diz Orígenes: “devemos crer que (...) todas as coisas serão reintegradas em Deus (...). Isso, porém não acontecerá num momento, mas lenta e gradualmente, através de infinitos séculos, já que a correção e a purificação advirão pouco a pouco e singularmente: enquanto alguns com ritmo mais veloz se apressarão como primeiros na meta, outros o seguirão de perto e outros ainda ficarão muito para trás. E assim, através de inúmeras ordens (...) Orígenes exaltou ao máximo a liberdade e o livre-arbítrio de todas as criaturas do mundo, em todos os níveis de sua existência. Em certo sentido, Orígenes tinha uma percepção Holística do mundo.
No próprio estágio final será o livre-arbítrio juntamente com uma compreensão esclarecida do sentido do universo que o espírito irá aderir ao amor de Deus, sábio e senhor de milhares de anos de experiência. Assim, terá cumprido o círculo, partindo do ponto de ignorância absoluta ao de sabedoria absoluta, sempre de e em direção a Deus. Orígenes também teve a suficiente visão e sabedoria para distinguir três níveis de leitura das escrituras: 1) o literal (muito usado ainda hoje pela maioria das igrejas evangélicas no Brasil), 2) o moral e 3) espiritual, que é o mais importante e também o mais difícil. Cada um desses níveis indica um estado de consciência e amadurecimento espiritual e psicológico.
CONCEITO DE REENCARNAÇÃO HOJE.
A proposta dada pela reencarnação é que o homem vive várias vidas até purificar totalmente o seu carma. Cada pessoa tem o direito de escolher a doutrinação que responde e satisfaça o desejo de ter uma vida melhor, plena e realizada. A reencarnação mostra uma nova vida após a morte, esta nova chance de purificar seu espírito e limpar o seu carma. A doutrina da reencarnação diz que tudo que as pessoas fazem de ruim nesta vida, vão automaticamente sofrer na outra. Cada ato bom, cada vez que alguma pessoa pratica o bem ou concerta os seus atos ruins, ela vai queimando seu carma e purificando seu espírito. É chamada a lei do carma e de acordo com essa, cada ser humano ganha na sua vida atual a retribuição de seus atos realizados numa vida anterior. Permanece a idéia e imagem de um Deus bom, pois Deus não é responsável pelo mal, é o homem mesmo.
A proposta dada pela reencarnação é que o homem vive várias vidas até purificar totalmente o seu carma. Cada pessoa tem o direito de escolher a doutrinação que responde e satisfaça o desejo de ter uma vida melhor, plena e realizada. A reencarnação mostra uma nova vida após a morte, esta nova chance de purificar seu espírito e limpar o seu carma. A doutrina da reencarnação diz que tudo que as pessoas fazem de ruim nesta vida, vão automaticamente sofrer na outra. Cada ato bom, cada vez que alguma pessoa pratica o bem ou concerta os seus atos ruins, ela vai queimando seu carma e purificando seu espírito. É chamada a lei do carma e de acordo com essa, cada ser humano ganha na sua vida atual a retribuição de seus atos realizados numa vida anterior. Permanece a idéia e imagem de um Deus bom, pois Deus não é responsável pelo mal, é o homem mesmo.
Fonte de arquivo pessoal.
Aula da Prof. Vanessa.

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