sexta-feira, 20 de abril de 2018

Quais são os melhores países para se fazer turismo ufológico?

CAÇADORES DE ÓVNIS


Quais são os melhores países para se fazer turismo ufológico?

Todo ano, milhares de turistas abandonam o conforto de seus lares para ir em busca de avistamentos de óvnis. Os cinco países mais populares para isso são:
Vídeo relacionado:

1. Chile: Um dos destinos preferidos dos que buscam avistamentos de óvnis. Conta com diversos tours organizados. O deserto do Atacama é um dos locais mais visitados e seus imponententes céus noturnos asseguram que, com ou sem naves, a experiência será inesquecível. 
2. México: Além das centenas de avistamentos que são registrados a cada ano, sobre o Oceano Pacífico existe uma praia que atrai os amantes do fenômeno óvni. Giorgio Brignone, um milionário italiano, construiu ali uma estranha plataforma, preparada para receber os visitantes intergalácticos. 
3. Estados Unidos: No estado do Arizona, encontra-se o pequeno povoado de Sedona, um dos destinos mais procurados pelos avistadores de naves extraterrestres. Ali, em meio ao deserto, realizam-se tours noturnos para observar os céus. 
4. Austrália: Durante a temporada seca, entre maio e outubro, o condado de Wycliffe Well, ao norte da Austrália, fica cheio de visitantes que chegam ao local em busca do tão ansiado contato alien. 
5. Rússia: O Triángulo M, localizado nos Montes Urais, é considerado um dos lugares mais misteriosos do mundo. Dizem que ali os relógios param e as leis da física se distorcem. Muitos turistas visitam o local, convencidos de que, por trás desses fenômenos, esconde-se inteligência extraterrestre.
Fonte: Pijama Surf
Imagem: Wikitravel.org
nossa fonte: https://seuhistory.com/noticias/quais-sao-os-melhores-paises-para-se-fazer-turismo-ufologico

quinta-feira, 19 de abril de 2018

Estudo indica que Homo Sapiens se espalhou pela Ásia antes do que se acreditava.

PRÉ-HISTÓRIA

Estudo indica que Homo Sapiens se espalhou pela Ásia antes do que se acreditava

O fóssil de um osso da falange média de um dedo humano foi encontrado no deserto de Nefude, na Arábia Saudita. Baseado na idade do osso, cientistas acreditam que o Homo Sapiens saiu da África e chegou na Ásia antes do que se acreditava. A descoberta foi feita pelo arqueólogo Huw Groucutt e sua equipe, da Universidade de Oxford, e publicada recentemente no jornal Nature Ecology & Evolution. 

Segundo estudos de datação, o osso remonta a 88.000 anos atrás, quando o deserto de Nefude era uma terra semiárida ainda mais hostil que hoje. A data tem um significado importante já que, exceto por algumas viagens pela costa leste do Mediterrâneo, não havia nenhuma evidência da saída do Homo sapiens da África antes de 60.000 anos atrás. Esse êxodo levou à povoação da Ásia, Austrália, Europa e Américas.
A descoberta da equipe de Huw Groucutt implica que a história do Homo sapiens fora da África é mais complexa do que se pensava, e que é preciso checar novamente outras evidências similares da presença humana em locais distantes desse continente. 
O achado também pode mudar a concepção difundida até agora de que o Homo Sapiens se deslocou pelos litorais do Sul da Ásia. “O estudo mostra que os humanos modernos se moviam pelo interior, pelo coração terrestre da Eurásia, e não pelo litoral”, diz Michael Petraglia, do Max Planck Institute for the Science of Human History, coautor da pesquisa. 
Fonte: The GuardianImagem: frantic00 / Shutterstock.com
nossa fonte: https://seuhistory.com/noticias/estudo-indica-que-homo-sapiens-se-espalhou-pela-asia-antes-do-que-se-acreditava

quarta-feira, 18 de abril de 2018

Descoberta de novos geoglifos em Nazca aprofunda mistérios sobre seu significado.

Com o uso de drones, uma equipe de cientistas que estuda o deserto de Nazca, no sul do Peru, encontrou mais de 50 novos geoglifos gravados sobre o terreno. São figuras esculpidas há mais de mil anos com fins presumidamente rituais.
Vídeo relacionado:

Os novos geoglifos podem ser ainda mais antigos que os gravados pela cultura originária de Nazca. As obras seriam das civilizações Paracas e Topará, que remontam até 500 anos antes da Era Cristã.
“Isso significa que uma tradição de mais de mil anos precede os famosos geoglifos da cultura Nazca, o que abre portas a novas hipóteses sobre sua função e significado”, explicou Johny Isla, arqueólogo do Ministério da Cultura do Peru.
A descoberta soma ainda mais mistério às já enigmáticas linhas de Nazca. Ainda não se explica como essas antigas civilizações puderam realizar semelhante obra sem observá-la do ar. Os novos geoglifos, por exemplo, nunca haviam sido descobertos, e só o foram agora pelo uso de drones e câmeras de alta resolução”. 
Fonte: Science Alert
Imagem: Fotos593/Shutterstock.com
 nossa fonte: https://seuhistory.com/noticias/descoberta-de-novos-geoglifos-em-nazca-aprofunda-misterios-sobre-seu-significado

sexta-feira, 13 de abril de 2018

Declaração de Guerra.

Nesta sexta-feira 13/04/2018, o Presidente Donald Trum, apoiado pelo Reino Unido e pela França, declarou guerra e iniciou ataques contra a Síria, que é apoiada pela Rússia. 

Um dos motivos antecessores foi o uso de armas químicas e biológicas.

Declaração de Guerra: USA, Reino Unido e França X Síria e Rússia.


vamos atualizando....

quinta-feira, 12 de abril de 2018

HOLI – Festival Indu de Boas Vindas a Primavera na Índia.



Holika é o nome original do festival hindu mais antigo. O evento é comemorado para dar as Boas Vindas para a Primavera na Índia. Este festival ocorre sempre no mês de março. O festival homenageia o deus Krishna e teve início como uma festa do triunfo do bem sobre o mal. Também promove a renovação dos relacionamentos de todas as castas e classes sociais com música, dança e pó. Os participantes pintam-se e lançam pós coloridos ao ar, chamados Gulal. Neste dia, todas as pessoas são iguais, sem diferenciação e preconceito de castas. Holi, também chamado de Festival das Cores, acontece na Índia, SurinameGuianaTrindadeReino UnidoIlhas Fiji e no Nepal. O principal dia, Holi, também conhecido como Dhulheti, Dhulandi ou Dhulendi, é celebrado por pessoas que atiram água e pó colorido uns aos outros. As pessoas cumprimentam-se dizendo “Holi Hai”. Holi é comemorado no dia de lua cheia do mês de Phalugna ou Falguna (Phalgun Purnima), que geralmente cai em fim de fevereiro ou março.
No final do festival, efígies de Holika são queimadas e os hindus acreditam que essas cinzas trazem boa sorte. Depois dos folguedos e muitas cores pelo corpo as pessoas se arrumam para encontrar amigos e parentes e trocar doces. Em algumas vilas da Índia, grupos de homens vão de casa em casa cantando e tocando músicas tradicionais, eles ficam nas portas das casas tocando até que o anfitrião traga alguma comida para eles. Tato faz o anfitrião trazer comida, como suja-los com mais tinta.
Os historiadores contam que o Holi acontece muitos séculos antes de Cristo e são muitas as lendas que explicam o seu aparecimento, em geral remetendo ao temível Rei Hiranyakashyap. Muito vaidoso, ele queria que todos no seu reino o adorassem, mas foi justamente o seu filho Prahlad quem resolveu adorar uma entidade diferente, chamada Vishnu . Hiaranyakashyap combinou com a sua terrível irmã Holika, que tinha o poder de não se queimar, que ela entraria numa fogueira com Prahlad em seus braços para matá-lo. Mas foi Holika quem morreu carbonizada por não saber que o seu poder de enfrentar o fogo seria anulado quando entrasse na fogueira acompanhada de outra pessoa. O deus Vishnu reconheceu a bondade e devoção de Prahlad e salvou-o. O festival, portanto, celebra a vitória de um deus contra o outro e o triunfo da devoção do bem. A tradição da queima Holika ou o "Holika Dahan" vem a partir desta lenda.
Holi celebra também a lenda de Radha e Krishna, que descreve o extremo prazer que Krishna teve na aplicação de cor sobre Radha e Gopis. Esta brincadeira de Krishna mais tarde, tornou-se uma tendência e uma parte das festividades do Holi.

Fontes: oglobo.com, wikipedia,holifestival,  

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Cientistas encontram calendário inca no deserto do Atacama.



Um grupo de pesquisadores descobriu no deserto do Atacama, no Chile, diversas saywas ou calendários de pedra, estruturas que os Incas usavam para identificar eventos astronômicos. As quatro saywas, que foram descobertas a 4.200 metros de altitude, estavam perfeitamente alinhadas com o ponto de saída do sol no equinócio de outono e no solstício de inverno.

“Através da sombra que projetam sobre o solo durante a saída do sol, as saywas permitem identificar e prever equinócios, solstícios e outros eventos astronômicos”, disse o comunicado do observatório ALMA (Atacama Large Millimeter/submillimeter Array). Após as análises, os cientistas afirmaram a hipótese de que as estruturas não se encontram apenas em grandes cidades, como ainda se acreditava.
Os estudos também comprovaram a precisão com que os incas poderiam prever fenômenos naturais há mais de 500 anos. “As saywas demonstram que os povos pré-colombianos davam tanto ou mais preponderância ao céu do que nos dias de hoje”, disse Juan Cortés, astrônomo do ALMA.
nossa fonte: https://www.traduzca.com/cientistas-encontram-calendario-inca-no-deserto-do-atacama/

sábado, 7 de abril de 2018

Menina de seis anos encontra fóssil de milhões de anos enquanto brincava.

FÓSSEIS

Menina de seis anos encontra fóssil de milhões de anos enquanto brincava